The Blood of Olympus
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O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Lauren L. Hill em Qui Dez 22, 2016 6:17 pm

everything is blue
Atravessando o portal novamente, Lauren observou o lago congelado e nele, um buraco “para pescadores” e riu, gargalhou alto até dizer chega. Que irônico, além de já passar frio com aquela maldita fantasia, ainda teria que enfiar a bunda naquele buraco.

Mais. Uma. Maldita. Tarefa. Céus, Lauren já estava cheia de todas essas pegadinhas desagradáveis do Duende que era triplamente mais desagradável ainda. A semideusa bufou exausta e atravessou até as margens do lago, agachando-se com cuidado para não escorregar, encaixando sua bunda perfeitamente naquele buraco congelado. “Put- merda!” Pensou consigo ao fazer uma careta como se estivesse sentindo a pior dor do mundo.

Sua bunda ficou ali por, no máximo, 10 segundos, o que já era um tempo considerável pra sofrer em nome daquele Velhote traidor. — Estou pagando todos os meus pecados! — Disse com os dentes rangendo, o queixo batendo de tanto frio. Levantou em um pulo passando a mão desesperadamente no par de bunda que tinha para esquentá-las. Uma atitude em vão. — Ainda tem mais uma coisinha… — O Duende disse com um par de patins de gelo brancos em mãos estendidos para a semideusa com um sorrisinho travesso nos lábios. Lauren esboçou um sorriso falso e pegou os patins com raiva, colocando-os logo em seguida.

— Me dê boas risadas, Lauren! — Ouviu o Duende gritar de longe, rindo segundos depois ao ver a reação da prole de Ares. “Eu achava que teria um final de ano calmo, cheio de alegria… mas só estou passando raiva.” Pensou ao terminar de arramar o patins no pé esquerdo e se levantou, andando com cautela até o lago. Suas pernas se fecharam em X enquanto seus braços permaneciam estendidos na tentativa de se equilibrar, deslizava aos poucos pelo impulso que havia dado ao entrar no lago.

Mas, como se as coisas já estivessem ruins, perdeu totalmente o controle da situação e ao tentar se equilibrar novamente se impulsionou para trás, caindo de costas e sentindo a pior sensação da sua vida: dor e frio. Gemeu de dor e frustração, ficando em uma posição de engatinhamento para só depois tentar se levantar. — Calma, calma, você consegue Lauren… — Sussurrou para si mesma, começando a pegar o jeito e sentindo uma bola de neve bater contra suas costas, sendo o suficiente para fazê-la cair no chão de novo, dessa vez de lado, machucando toda a sua lateral do corpo. — Quem foi o viado? Vai ter troco! — Gritou ao permanecer alguns segundos no chão para se recuperar.

Mais uma vez, tentou se levantar, finalmente patinando por poucos metros desajeitadamente quase caindo novamente, mas chegando ao outro lado do lago e jogando-se no chão completo de neve, amortecendo a “queda”. — Nha, finalmente. — Disse um pouco ofegante. Podia ouvir de longe a risada da namorada tirando sarro junto ao Duende. Ignorando-os Lauren se levantou novamente e quando se pôs de pé viu uma caverna que ao fundo tinha uma luz laranja indicando que uma fogueira estava acesa.

Retirou os patins, colocando de volta as pantufas da fantasia. Arqueou a sobrancelha curiosa e se aproximou ainda mais da caverna, adentrando a mesma e ouvindo algumas risadas graves. Quando entrou o bastante para ver uma figura vermelha com um gorro e barba branca, Lauren surtou. — Eu não acredito nisso! Tu tá aqui rindo da nossa cara? — Lauren gritou com o velhote, respirando fundo e retomando sua postura. — OK. Cadê meus presentes? Eu mereço pra cacete depois de tudo o que fiz pra achar tu. — Proferiu nervosa, indo até a sacola cheia de presentes e pegando alguns com seu nome. Segurou-os em uma mão enquanto pegava o chocolate quente do Papai Noel na outra, saindo dali.


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Hela A. Deverich em Qui Dez 22, 2016 7:24 pm


Christmas
 ♦ listening fucked up world with xxxx ♦ words: xxx ♦

As mãos de Hela estavam um pouco melhores quando ela chegou ao lago congelado. Aquela era sua última tarefa - Graças aos deuses. - resmungou baixo, dando um suspiro pesado.

Caminhou com calma até a poça d'água. Precisaria mergulhar a bunda ali. Ah, qual é. Rosnou baixo fazendo uma careta. Olhou ao redor e não viu ninguém. Então abaixou a calça e abusou um pouco demais da flexibilidade que tinha para - o mais rápido possível - molhar a bunda ali e sair logo. Enquanto ajeitava a calça em seu devido lugar, viu uma das piranhas do local pular para fora da água. Fez menção de que ia jogar uma de suas esferas paralisantes no ser e acabou respirando fundo.

- Que os deuses ajudem aquele velho idiota. - resmungou enquanto calçava os patins. Não demorou muito para estar de pé e rodar de um lado para o outro no lago. Ela sabia que não cairia nem se quisesse caso ficasse apenas de um lado para o outro. Decidiu então patinar para trás, não demorando mais do que uma trocada de pés para cair com a bunda no chão.

Sem apoiar as mãos no chão, a asiática se levantou e deu mais algumas voltas no lago antes de tentar dar uma pirueta e acabar batendo o bico do patins de forma errada, caindo com a barriga no chão com força suficiente para fazê-la gemer de dor. Sentindo seu estômago queimar como o inferno ela se levantou e tirou os patins, jogando-os longe.
Caminhou até a tal caverna congelada e entrou no local, olhando ao redor de forma curiosa. Porém sua curiosidade morreu ao ver o Papai Noel rindo de sua cara.

Com um sorriso sínico a filha de Hécate fez uma "arma" com os dedos e fingiu puxar o gatilho no rumo da testa do "bom velhinho", se inclinou sobre a mesa onde o mesmo estava e inclinou a cabeça, como se pensasse no que falar. - Se eu não fosse obrigada a lhe deixar sair daqui ileso eu enfiaria o meu punho nesse seu traseiro gordo, arrancaria a sua pele, faria um escalpo e lhe veria sangrar até não aguentar mais e arrancar fora essa sua cabeça de bochechas rosadas. Mas do fundo do meu coração, eu espero que você acabe sendo atingindo por um avião e caía em cima de uma lanchonete onde tenha um barril de óleo fervente. - o sorriso amigável em nada combinava com o tom de voz carregado de ira. - Eu sempre odiei o natal. Você só me deu mais um motivo para isso. Boas festas... Noel. - pegou o chocolate do velho e jogou no rosto do mesmo, saindo do local.

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Chloe von Rewards em Sex Dez 23, 2016 1:33 am

MEU PERU MORREU
Depois de ter levado uma boas palmadas do Duende e ter levado algumas mordidas ao tentar roçar nele, Chloe seguiu o rumo da floresta até o lago congelado. Não gostava muito do frio, e toda aquelas roupas a deixava irritada e sentindo-se presa. Ser livre era uma de suas capacidades mais executadas.

Respirado fundo impaciente, olhou em volta quando finalmente chegou. Deveria encontrar um... buraco? Não entendia muito bem o porquê de um buraco nas margens de um lago, mas o que teria que fazer era interessante. Após caminhar um pouco, achou a abertura. Não era muito larga e sem enrolação, abaixou as calças revelando suas nádegas bem redondinhas e brancas. Os garotos adoravam. Abaixando e sentindo a água do lago a congelar, soltou um gritinho.

— Aiiii! Chloe não gosta disso!— E quando ia se levantar, sentiu uma ardência maior que da água, como pequenos dentes a abocanhando. — Mas que merda é essa? Chloe não está gostando! — resmungando, levou uma das mãos para as nádegas e puxou um pequeno animal que a incomodava. Ainda com ele vivo, o meteu na boca mordendo um pedaço e cuspindo fora. — Piranha má!  — vestiu novamente as calças, sentindo-se agradecida pelo calorzinho.

Encontrou um par de patins na margem do lago e bateu palmas animada. Nunca havia patinado! Mas como sabia que era boa em movimentos corporais e de acrobacia Os meninos do acampamento podem confirmar isso. os calçou e logo estava a deslizar pela superfície plana e lisa. Arriscou alguns saltos e piruetas sem medo, caindo umas duas vezes e encontrando o gelo machucar sua carne. Não ligava. A dor para Chloe era uma amiga bem vinda.

Viu que alguns semideuses iam em direção a uma caverna congelada e Chloe os seguiu curiosa. Dentro dela, pode ver um homem vestido de vermelho com uma barba branca e nas mãos, uma caneca fumegante.  — Quem é voce? — perguntou curiosa, vendo que suas vestes possuíam as mesmas colorações dos enfeites natalinos. Ele ria sem parar. — Sou o Noel! — continuava a rir.

Chloe boquiaberta, e de olhos arregalados, deu um pulo no colo dele, envolvendo seu pescoço com os braços e beijando-lhe a boca. —SEU DANADO!!! Fez a Chloe comer um peru morto. Pode me dar um peru novo? — fez um biquinho manhoso ao pedir. — Mas Chloe quer um peru diferente. — gargalhou ao enfiar uma das mãos por dentro das roupas do velho Noel.
Crazy, Bicth!


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Robin A. Deverich em Sex Dez 23, 2016 1:43 am


Merry Christmas
hhuh, what this ? I dont know - word ? XXX - Who? XXX

Enfurecida seria uma palavra que não caberia mais ao estado de espirito de Robin. Ela vislumbrava o lago – onde a algum tempo havia levado a Rena e cantado para ela. – porém desta vez, nada que dissessem a ela poderia justificar a façanha a qual teria que realizar nesta última missão. Após saber o que deveria fazer, a garota refletiu realmente se era possível que aguentasse todos os atrevimentos que o famoso duende maldito havia lhe passado. E com passos largos, porém nenhum pouco firmes por medo do gelo quebrar, a garota direcionou-se até o buraco ao meio do lago, dando um suspiro longo ao olhar admirada para água estranhamente escura.

Suspirou uma, suspirou duas, suspirou três vezes. O suficiente para que ela desse um grito com raiva e abaixasse sua calça apenas na região de seu traseiro extremamente branco. Virou então de costas para o buraco que percebeu ela, havia sido feito minuciosamente para que coubesse apenas o traseiro e então, desceu o suficiente para que mergulha-se metade sobre a água, sentindo uma mordida sobre o mesmo. Em movimentos ligeiros, a garota se moveu para o lado em um giro, sentindo o frio tocar sua pele, e aos poucos, a mesma se regenerar completamente, soltando outro longo suspiro, porém desta vez em alívio ao lembrar-se que ali continha dúzias de piranhas carnívoras – Maldição! – Resmungou, ajoelhando-se o suficiente para levantar suas calças, dando de cara com os patins de sua próxima tarefa, os calçando de forma ligeira. – Ok, só preciso me jogar no chão? Parece simples!. – Deu de ombros, entretanto, ela possuía habilidades perfeitas em patinação –não como profissional, mas o suficiente para se divertir – e assim, a garota moveu-se sobre o gelo de forma harmônica e simples, porém girando algumas vezes com graciosidade. Entretanto, lembrou-se do que deveria ser feito, e ao saltar sobre o buraco ao gelo, jogou-se ao chão com impulso, sentindo seu corpo escorregar sobre a camada fina, não dando tréguas para levantar-se novamente e repetir o processo, avistando ao longe, a caverna a qual deveria ser realizada a então, última tarefa dessa árdua missão.

Sentou-se sobre o gelo, jogando os sapatos de patinação certeiramente para dentro do buraco sobre o lago, dando um sorriso de escárnio ao nota-los afundar, e com apenas as meias, ela se apressou a andar diretamente até a caverna, tendo a maior surpresa então, daquele dia.

Seus sentimentos foram todos à tona, e com sua mão para atrás, a garota invocou seu presente dado por Thanatos, aproximando-se da Papai Noel ao ouvir sua risada, colocando a lâmina próxima ao rosto do velho gorducho e brincalhão. – Me dê um bom motivo para que eu não ceife a sua alma e a leve para Tártaro... – Pronunciou em uma voz baixa e dura, mostrando o quão enfurecida ela estava, principalmente porque o homem a sua frente continuava rindo em divertimento as custas dela. – Não seja uma garotinha má, Robin, ou quer ganhar um daqueles presentes que você embrulhou? – Ela não evitou sorrir sem achar graça, e com destreza, girou sua foice no ar, a fazendo sumir completamente. – Vá para o inferno. – Levantando seu dedo do meio em uma ofensa física, a garota deu de costas a ele e saiu dali, desejando altas travessuras para o bom –risos- velhinho.




— I am still in ruin
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Helena Rodis Katsaros em Sex Dez 23, 2016 2:00 am

.
Duende Verde
Foda-se o Natal
Helena estava farta de tudo aquilo, e se não acabasse no próximo desafio, ela degolaria todo mundo até achar o maldito duende. Agora estava no lago congelado, procurando por uma abertura onde... colocaria o "popo" na água. Qual o intuito daquilo? Não sabia, e duvidava que o próprio Duende sabia. Apenas usando a cara de todos para sua própria diversão, desconfiando que o próprio Noel estava por trás disso.

Quando achou o maldito buraco abaixou as calças sem pudor algum mais e colocou as nádegas na água gelada, amaldiçoando a todos quando sentiu-se congelar. Rapidamente levantou e vestiu-se, sentindo o corpo tremer de frio. O próximo passo seria andar com os patins ou seja lá o que for sobre o lago. Nunca havia patinado no gelo, e com certeza levaria umas boas quedas.

Calçando os malditos patins e entrando na pista de gelo, não viu nada que pudesse se agarrar, por isso utilizou suas asas para evitar quedas. As penas negras azuladas brilharam quando libertas e Helena ficou mais confiante. Porém, tinha que cair pra deixar o maldito satisfeito. Caiu propositalmente umas duas vezes antes de resmungando, sair do lago.

Sua próxima parada seria uma caverna congelada, onde deveria encontrar algo. E o que encontrou? Um velho barrigudo sentado e rindo, assistindo tudo no que parecia ser uma TV Hefesto. A raiva subiu na ceifadora como uma erva daninha e logo puxou sua foice. — Então, velho maldito. Quer uma morte rápida e indolor ou quer sofrer?


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por September Leif D'Ovidio em Sex Dez 23, 2016 3:25 am

remember, remember
all we fight for
Q
uando viu que a tarefa de embalagem dos presentes estava devidamente satisfeita. Ou cumprida só. A primeira coisa que fez foi desfazer das clonagens, estas que se reduziram a pós de sombras, que se misturaram a reflexão da luz ao seu corpo – a sombra -. Para sujar as mãos quando tenho escravos para fazer isso? Olhava o que foi empacotado: um amontoado de bosta das renas e um carvão queimado. Riu internamente, retirando as luvas cuidadosamente. Jogou-as no chão e queimou com qualquer coisa que ardesse em chamas. Literalmente. Fez cara de nojo ao contrair as narinas, porém, logo deixou de realizar tal feição.

Posteriormente ao fazer, segundos tempos, seguiu rumo por um lago congelado. A camada espessa de água congelada o impediria de quebra-lo, até porque não pesa muito, nada além do necessário. Mas se a física quisesse fodê-lo, o melhor momento era este: um corpo em pé exercer mais pressão contra outro do que um deitado. Os passos eram precisos e, ao mesmo tempo, cautelosamente, e ligeiramente, rápidos. Escolhia estrategicamente os melhores pontos a serem pistados. Todavia, optou por uma solução mais descontraída: escorregava as solas para trás com maestria, deslocando-se mais rapidamente através das patinadas progressivas.


Em certa área, se viu próximo a uma placa em frente a um buraco na superfície gélida. Nessa dizia a seguinte mensagem: ”Mergulhem o rabão saudável.”; Oliver estranhou inicialmente. Deu de ombros, andando para mais perto. Por que não? Imaginou, enquanto os dedais tomavam a barra da calça jeans, depois de desabotoá-la e desfazer-se do zíper. Imergiu as nádegas no líquido frio, sentindo uma corrente elétrica, originada pelas divergências de temperaturas, percorrê-lo por inteiro. Aí, esse frio tá uma porra. A musculatura da bunda estava mais dura do que o natural, obviamente pelo o porquê dito antes. — É o quê? — Berrou ao notar que algo capturou a carne local entre as dentárias, que a pressionavam. Instintivamente levantou-se, sacolejando o quadril. Rebolava de um lado para o outro, até que a maldita piranha largou. — Filha de uma... — A criatura debatia-se por estar fora do lago, e o semideus aproveitou para esmaga-la com um pisar. Ergueu a roupa ínfera.

Retornou a dar os passos, de longe enxergando uma passagem escura. Uma caverna congelada à margem do lago, que tinha uma placa: ”Entrem.”. Novamente Nordberg questionou-se o porquê de não fazer aquilo, cedeu a vontade, ou melhor, a curiosidade e foi até lá. Em seu interior, bem ao fundo, o famoso bom velhinho estava rindo da cara do rapaz, enquanto desfrutava de um chocolate quente. Oliver o encarava com uma feição de “tá fodido, parsa”. Como vingança, o moreno roubou a bebida e jogou-a nas calças do velho, dando a impressão de que não havia suportado chegar ao banheiro. Tirou uma foto e postou no Instagram com a seguinte legenda: “Noel esqueceu a fralda”. Pegou o seu presente e saiu. Parou durante o trajeto, em uma distância ainda o bastante para que o Noel o visse, e virou-se. O palmo capturou a região íntima do próprio, sacudindo levemente para cima e para baixo. — Aqui ó, para você, Noel.

OFF:





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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Peter C. Gallagher em Sex Dez 23, 2016 5:00 am



Christmas Mission

O último desafio era, de fato, uma série de pequenos desafios que haviam sido descritos em um único bilhete.

Depois de realizar cada um dos pedidos feitos, recusei-me de imediato a não concluir o último destes, curioso para saber o que seria revelado ao final daquela série de tarefas tão interessantes. Segui até o referido Lago congelado, não compreendendo como tal coisa ocorrera, afinal as fronteiras do Acampamento impediam que as temperaturas internas sofressem grandes abalos. Logo, a não ser que algum dos deuses – e não me refiro à Hebe, mas a algum deus grande que pudesse realmente interferir nas proteções ancestrais do local – estivesse por trás de tudo aquilo, nada fazia sentido. Tome isso em nota: até este atual momento e também nas próximas linhas, todas as ocorrências narradas não têm o menor sentido ou lógica. Desprenda-se das suas pressuposições quanto às minhas atitudes assim como eu me desprendi das minhas ideias já estabelecidas sobre como as coisas funcionavam. Renas falam, enfeites de Natal mordem, pinheiros andam, o Lago do Acampamento Meio-Sangue pode ser congelado e, como descobrirá em seguida, o Papai Noel existe.

Assim que visualizei uma região de forma vagamente circular com água ainda em seu estado líquido eu abri o botão e desci o zíper da peça, abaixei minha calça e cueca e agachei-me sobre o local, fazendo meu traseiro entrar em contato com o líquido um pouco gelado, mas suportável. Seria trágico se não fosse completamente lógico. Era um costume de Natal muito antigo que naquela época do ano as pessoas molhassem seus músculos glúteos em água gelada pela própria natureza para que pudessem entrar em contato com a força da data, um costume que perdeu força com o passar do tempo; e para aquele que provar que eu estou mentindo, eu tiro o meu chapéu.

Nenhuma piranha mordiscou minha pele.

No passo seguinte, eu comecei a deslizar sobre a superfície lisa e escorregadia do lago, impressionado como as minhas botas aderiam com perfeição ao gelo, muito mais adequadas à prática da patinação do que os sapatos que são normalmente considerados adequados para tal. Apenas para que o tal vilão do meu xará aracnídeo não se irritasse, eu teatralmente tombei sobre o gelo duas vezes, sem me ferir. Finalmente segui em frente até encontrar uma caverna inteiramente recoberta de gelo. A temperatura no momento? Algo em torno de vinte e dois graus centígrados, mas a cobertura gelada seguia intacta. Coisas dessa narrativa incomum, não é?

Adentrei o local sem cerimônias e em vez de me deparar com um empresário milionário de fantasia e sobre um skate voador ultramoderno eu encontrei um caricato senhor gordinho, de bochechas rosadas, gorro e longa barba. Minha expressão se tornou impressionado ao ver o bom velhinho em um acesso incontrolável de risadas.

Agora tudo faz sentido! Quem seria poderoso o suficiente para ter renas que falam, pinheiros que andam, enfeites de Natal que mordem; maldoso o suficiente para enviar excremento de ruminante para crianças e incrível o suficiente para ignorar as barreiras místicas do Acampamento e modificar a temperatura local? Ora, Papai Noel, você é mesmo um rapazote muito malcriado! – Pisquei para meu novo amigo com simpatia e ele devolveu o gesto.

Passamos o resto do dia de Natal abrindo presentes e tomando chocolate quente.


Despertei lentamente, saindo do torpor e franzinho a testa com a luminosidade que atingia minhas pupilas. Virei-me na cama e olhei para a janela próxima. O sol brilhava em um céu sem nuvens, o clima não era de inverno, mas eu sabia de que dia se tratava. Sorri largo após dissipar-se a estranheza do sonho que tivera.

Era Natal!

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Blake "Sirius" Falkenrath em Sex Dez 23, 2016 9:55 am

Invasion

A esse ponto já tinha certeza que o duende era o Papai Noel e iria se revelar em breve, e não iria deixar passar todas essas afrontas sem uma punição, não me importa quem é. O sangue de Ares queimava em minhas veias pulsantes, os olhos azuis ganhavam uma tonalidade roxa com a mistura do vermelho e anil.

Ao chegar no trenó, o último bilhete estava lá, e dizia que teríamos que seguir exatamente os passos do que o velho obeso passava, para nos ver mais humilhados. Estava farto daquelas palhaçadas sem fim que ele propunha, se ele queria palhaçadas para o natal, o faria se tornar a verdadeira piada do ano.

Com passos firmes, fortes e rápidos trilhei o caminho até o lago congelado e lembrei de todos os detalhes do bilhete. Uma aura gélida envolvia tudo ao meu redor, condensando o ar ao meu redor, fechando os buracos na camada de gelo em cima do lado e permitindo que caminhasse tranquilamente por ali. As passadas pesadas rachavam a, agora, espessa camada de gelo que usava como chão, seria um caminho só de ida se não pudesse voar.

Não demorou para que eu chegasse à caverna e a aura crescesse ainda mais, meus olhos brilhavam carmesim. Uma camada cristalina se formava em volta de mim, inclusive asas pontiagudas feitas do mais puro gelo. E lá estava ele, sentando tomando chocolate quente enquanto nós nos ferrávamos para tentar salvar sua vida. Assim que me viu, deixou uma risada engraçada como se tudo aquilo fosse apenas uma brincadeira inocente. O ar pesou quando vi aquela cena, o ódio tomava conta do meu corpo.

– Hahahah, hahaha. – Atirei um projétil de gelo que rasgou a parte externa do rosto do velho, deixando um pequeno fio de sangue escorrer. – Esse negócio de risada pra mim, se você estiver na minha frente e der risada, eu enfio minha espada parecendo uma estaca no peito de um vampiro, seu merda. – Outro tiro gélido, dessa vez contra a coxa do velho. O velho não sorria mais, o temor tomava conta dele. – Não vou lhe matar, não vou estragar isso, mas lembre-se, da próxima vez que for fazer brincadeirinha não irei perdoar e matarei você com o natal junto. - Deixei a caverna sem olhar para trás, deixando que os outros vissem o que aquele velho imbecil havia feito.


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Isaac Dähl Bouwknech em Sex Dez 23, 2016 12:10 pm

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Kang Pipper em Sex Dez 23, 2016 1:53 pm

— IN DREAMS

Vocês devem estar ansiosos para ver o circo pegando fogo, certo?! Pois bem, vão ler o post de um jovem rapaz chamado Blake ou de uma moça chamada Hela... Sério, eles fizeram o circo pegar fogo de fato, afinal Pipper é muito mosca morta... Fazer o que, algumas crianças foram feitas erradas, amigos. Obviamente Pipper havia feito tudo o que foi pedido. A começar pelo mergulho distinto no pequeno lago. Fazendo ainda mais do que o necessário: a adolescente literalmente mergulhou na agua gelada (não de cabeça, por favor), abaixando um pouco das calças quando estava dentro da agua congelante. Sentindo pequenas mordidas na região dos pulsos. E, claro ai sair, estava completamente encharcada e congelando.

Pipper ainda teve a decência de cair três vezes no lago congelado. Afinal estava congelando e morrendo de frio, com as roupas ridículas mais atrapalhando do que ajudando. Foi com uma dificuldade absurda que a adolescente conseguiu chegar no destino final, com as costas, bumbum e pulsos doendo por conta dos acontecimentos passados. Simplesmente não esperava encontrar o ‘bom velhinho’ dando boas gargalhadas (as custas dela, é obvio) em um local aquecido e com o rosto rosado. Logo quando a Kang estava morrendo (no sentido literal) de frio e tremendo muito, tipo muito mesmo.

- O senhor é mal. – Pipper anunciou o obvio, sentando-se com o intuito de se aquecer e ignorando a presença do Papai Noel. Sabe, o frio era demais.
— FOOL DREAMS




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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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