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O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Adam Ehlert Nordberg em Qui Dez 22, 2016 11:59 am

date me
it's xmas
Ainda estava me recuperando quando fui teletransportado para um novo lugar. Uma fogueira estava situada no exato centro de uma área que era repleta de troncos dispostos sobre a neve. Percebi que estava sendo observado por um duende zangado, que possuía uma régua nas mãos, provavelmente para me bater se fizesse algo de errado ou algo que fosse paralelo aos seus gostos.

Sua voz chata, irritante e fina me indicou a tarefa que eu teria de executar agora. Embrulhar alguns presentes que eram destinados as crianças que não tinham se comportado muito bem neste ano. Um sorriso divertido correu pelos meus lábios, me perguntando se algum desses presentes teria sido destinado para mim, pois, querido Papai Noel, eu, Adam, não fui um bom garoto este ano.

Ao meu lado direito havia uma pilha de moldes de papelão, que através de dobraduras em linhas serrilhadas tomaria forma de um cubo. Ao seu lado, havia as tampas, fitas de diversas cores para decorar o topo da caixa em um nó estilo laço e também tinha alguns papéis de presentes para, obviamente, vestir as caixinhas.

Já ao meu lado esquerdo, estava as coisas que eu precisava embalar. Fiz uma careta ao mirá-las. Carvão queimado e possivelmente quente derretia um pouco da neve a qual estava disposta sobre, e também tinha um pequeno montinho de cocô de rena. Torci o nariz ao notar a presença do cheiro desagradável, respirei fundo e pedi por paciência internamente.

Enquanto ainda tentava relaxar entrando em contato comigo mesmo para não explodir com meu humor temperamental tomei um golpe de algo fino e achatado na cabeça, a pancada em si não doeu, mas deixou a pele levemente queimando. Arqueei uma sobrancelha e olhei para trás, o duende havia me batido.
— Ah filho duma... AI! — Tomei mais golpes de sua régua, desta vez foram distribuídos entre cabeça, ombro e bíceps, eles foram acompanhados de uma advertência para deixar de enrolar e começar a trabalhar.

Apanhei um par de luvas grossas jazidas no chão e retirei um molde de cubo, dobrei as áreas indicadas até o mesmo tomar forma e preenchi o cubo até o mesmo estar lotado de bosta de rena. Com uma careta, coloquei a tampa da caixa, embrulhei-a com papel de presente e coloquei a caixa sobre uma fita decorativa estirada no chão, posicionando-a em seu centro, depois, apanhei as pontas e as subi, fiz um nó seguido de um laço.

O presente estava até agradável de se ver, se não fosse o terrível conteúdo. Satisfeito com meu trabalho, o coloquei em um lugar que não fosse atrapalhar e prossegui com a atividade. Repeti os passos anteriores, desta vez apanhando um pouco de carvão com a mão protegida pela luva e colocando dentro da caixa. Novamente a tampei, embrulhei em papel decorativo e lhe fiz um nó de laço.

Os minutos se passavam de forma lenta, eu sentia cada pequeno espaço de tempo transcorrer. Algumas gotas de suor rolavam de minha testa, o cenho franzido indicava minha possível concentração, mas eu prefiro chamar de “modo Adam de terminar a atividade que me passaram bem rápido”.

Não demorou muito para que eu atingisse uma meta de quatorze presentes devidamente embrulhados e laçados. O suficiente para ser liberado era apenas dez, mas a maldade de fazer alguns fedelhos receberem uma bela surpresa de bosta de rena me deu motivação para embrulhar mais além.

Finalmente retirei o par de luvas das mãos e joguei-as onde eu encontrei. Apalpei minhas mãos nas coxas e me pus de pé próximo a fogueira, enquanto mirava o duende que já tinha me batido demais com aquela régua que ele segurava. Por um instante me perguntei se ele seria o tal Doente e Nojento Verde, mas eu não achava muito lógico a desgraça em pessoa me monitorar embrulhando merda.



Spoiler:
vitu




agr eu n tenho mas um dia vou botar assinatura ok e serio
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Qui Dez 22, 2016 12:50 pm



Minha felicidade durou exatos cinco minutos, depois minha vida voltou a ser uma merda, mas poderia ter sido pior. A mesa sumiu em algum momento, e tudo que me recordo é de ter sido arrastada por um maluco qualquer. A pele azulada refletia sobre a noite, e seus lábios eram apenas uma linha rija sobre a face, que me fazia ter vontade de revirar os olhos. O engraçado dessa situação toda é que o carinha em questão é um duende, e tem metade do meu tamanho, mesmo sendo bem mais pesado.

— Aí maluco, é falta de educação puxar outra pessoa sem pedir permissão, não te ensinaram isso — Revoltei-me, puxando o braço que ele segurava e me abaixando a sua frente. — Quer morrer? — Perguntei, imitando sua careta irritadiça, e qual foi minha surpresa ao receber uma reguada na testa? Pois é, essa ilha está mexendo com a minha imaginação, e me causando transtornos e hematomas pelo corpo, começo a me perguntar no que foi que me meti quando aceitei seguir Blake até um treno esvoaçante.

Eu aceitei cantar para uma rena, dormir sobre um pinheiro falante, e comer peru de minhocas e pimentas, e agora teria que aturar um duende chato? Era demais, prefiro ir para casa, e devo ressaltar que o peru de minhocas não estava nada ruim se comparado a todo o resto. — Quer saber? Já basta de tudo isso, eu estou indo embora anãozinho de jardim, fique aí com suas renas mágicas, arvores falantes e perus recheados com animais vivos! — Levantei-me pronta para ir novamente para casa, e novamente fui impedida.

Um puxão no cabelo me fizera parar de súbito, cai sentada no chão, e fui arrastada direto para uma pilha de presentes. É um pesadelo, tenho certeza que tudo não passa de castigo dos deuses porque assaltei a cozinha algumas vezes durante a madrugada, mas claramente não é culpa minha se meu estomago tem vida própria. — Você não vai sair daqui enquanto não terminar todas as tarefas, e a de agora é embrulhar presentes — E ele apontou para dois sacos distintos, uma porção de embalagens em forma de caixinhas, com tampas e laços, e mais uma pilha de... espera aquilo era mesmo coco?

Olhei-o incrédula, sem acreditar que teria que embrulhar fezes. — Sim, é caca de rena, pode usar as luvas, mas vai ter que embrulhar tudo, e o carvão, o duende está jogando da pilha, dez presentes e eu te libero — Essa foi a frase que tornou minha noite uma completa droga, eu estava literalmente com as mãos na merda. Calcei as luvas nas mãos rapidamente, e tampei o nariz de um jeito grosseiro, minha enrolação me rendeu uma segunda reguada entre os dedos, o que me fizera rugir de raiva e trincar os dentes.

Puxei a primeira das caixas da pilha, a colocando de lado, e fiz uma fileira com outras três, deixando as tampas estrategicamente posicionadas lado a lado. Os laços tinham sido embolados a frente. Puxei o saco, prendi a respiração e enfiei as mãos dentro das fezes, já sentindo vontade de vomitar e me arrependendo por ter comido um peru inteiro. Joguei metade na primeira caixa, e a outra metade na segunda. Respirando novamente ao fechar o saco. — Eu te odeio Papai Noel — Reclamei, em troca? Uma nova reguada.

Tampei as duas caixas, passei os laços e deixe-as num monte ao lado, virei o rosto para continuar o trabalho, e naquele momento senti o rosto arder. Atingida por um carvão fumegante, com um corte na bochecha, e uma cara de poucos amigos, essa era eu no momento. Peguei a pedrinha de carvão e joguei na caixa seguinte, queimando os dedos no processo, e esse trabalho se repetiu para outras três caixas. Ótimo, metade do trabalho estava feito, faltava seguir com o restante.

Peguei outras cinco caixas, revezando entre uma cor e outra, mais laços e tampas. Dessa vez não perdi tempo, meus dedos já estavam vermelhos demais, e eu nem queria pensar no cheiro. Abri o saco e despejei o conteúdo dentro da primeira, da segunda e da terceira caixa, preenchendo as duas últimas com carvão. Amarrei e tampei tudo, jogando na pilha que se encontrava as minhas costas. — Agora é sua vez de receber um presente — Murmurei para o duende, abrindo um sorriso diabólico.

Retirei os tênis, e as meias, formando uma bolinha antes de calçar os sapatos novamente, agarrei o bichinho mal-humorado pela nuca, e enfiei a meia na boca dele. — A próxima vez que me der uma reguada, vou enfiar a régua na sua parte traseira, e acredite ou não, vai doer muito — E dizendo isso? Desci a montanha, retirando o chapeuzinho verde ridículo da cabeça, e jogando no chão. Sim, eu ainda estava com aquela fantasia, parecendo um alface em tamanho família.






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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Helena Rodis Katsaros em Qui Dez 22, 2016 2:01 pm

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Duende Verde
Foda-se o Natal
Helena ainda sentia o estômago revirar com aquele jantar nojento e monstruoso. A ceifadora queria muito encontrar aquele duende maldito e fazer ele passar por tudo o que ela está passando agora, por causa de um velho gordo. Não entendia mesmo o porquê de estar fazendo tudo isso, e desconfiava que algum vírus mortal natalino radioativo houvesse infectado sua corrente sanguínea.  Era a única explicação.

Ainda engolindo o refluxo que subia, logo se viu em uma espécie de fábrica de presentes. Máquinas que refugavam objetos que desciam por esteiras compridas, sacos para presentes laços e todo tipo de enfeite. Um bilhete grudado deixava claro as instruções próximas do maldito duende.Crianças malvadas recebiam presentes ruins, e seria nossa incubência embrulhá-los. Pelo menos não teriam que comer. Pois não aguentaria comer mais nada durante um bom tempo.

Encaminhou-se a uma mesa grande com dois itens em cima. Carvão em brasa e cocô de rena. — Vou fazer ele comer esse cocô todo. — murmurou e logo se arrependeu. Uma ardência acometeu sua mão direita, o dorso sendo açoitado por um duende que até o momento não estava visível para Helena. — Não fala assim! Trabalhe!  — sua voz esganiçada e irritante.

Helena calçou as luvas e ficou olhando para o cocô e o carvão. Sujar a mão com merda ou se queimar? Queimar parecia mais aceitável. Porém não se queimaria atoa. A Ceifadora transformaria as mãos em sombra e só então iria manusear o carvão. Separou cinco unidades, e pegando com as pontas dos dedos cada um, logo enfiava dentro de um saco de presente qualquer. Sabia que receberia um daqueles dois presentes, não fora exatamente uma boa menina.

Sentindo apenas o calor morno ao manusear, terminou de embalar os cinco carvões e colocou numa caixa ao lado da mesa. Seria a vez do cocô. O cheiro seria terrível e com certeza vomitaria todo o peru.Um bom presente para si mesma receber de natal. — Não posso embalar só carvão? — resmungou pro duende que respondeu com uma açoitada nas costas da menina.  — Tá bom! Entendi já! revirou os olhos pegando uma porção de cocô ainda com as mãos transformadas em sombras.

Respirava pela boca e bem lentamente. Fez uma pequena bolinha e jogou dentro do saco. Inclinava a cabeça pro lado e logo respirava fundo, voltando ao trabalho. Embalou mais dez bolinhas de cocô de rena e andando de costas, livrou as mãos das sombras e das luvas. — Odeio o natal..



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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Chloe von Rewards em Qui Dez 22, 2016 2:33 pm

MEU PERU MORREU
Chloe jurava sentir ainda as minhocas se remexendo em seu estômago, o que a deixava inquieta. — Parem! — as repreendeu dando um tapinha na barriga, caminhando em meio à sala estranha de presentes. Nunca parava de se surpreender com a beleza natalina. Lembrava-se vagamente do lugar onde estava antes de fugir, que não tinha tanta decoração bonita de natal.

Continuou andando com o bilhete do duende verde do Homem Aranha em mãos. — Mas crianças más deviam ganhar bons presentes! Chloe não quer fazer essa maldade. — fungava enquanto avistava a mesa que deveria trabalhar. Carvão e cocô de rena eram os presentes. — Saudade do meu peruzinho. — suspirou profundamente,enfiando o bilhete dentro da calcinha e olhando para o duende mal encarado com um açoite nas mãos.

— Vai me bater? — um biquinho manhoso formado nos lábios rosados. A criatura verde e asquerosa levantou o açoite e Chloe sorriu abertamente e deu dois pulinhos, pegando o primeiro carvão em brasas nas mãos. Sua pele começou a arder em demasia porém a demônio não ligava muito pra isso, gostava da dor. — Chloe adora apanhar! Se for uma boa menina, bate na Chloe? — colocou o carvão em um saco bonito de presente, vendo que o duende não respondia.

— Chloe quer ser açoitada na bunda...  —  passou a língua pelos lábios, lembrando que os filhos de Ares adoravam bater em Chloe enquanto a fodiam, e a menina adorava tudo aquilo.  Sentindo bolhas se formarem nas mãos enquanto embalava mais carvão, cantarolava baixo, algumas vezes balançando as mãos no ar para se livrar da sujeira negra.

 — Hora do cocozinho da rena. Hmmm  — O cheiro a incomodava um pouco, porém a sensação geladinha que proporcionava para suas mãos queimadas era reconfortante. Fez pequenas bolinhas de cocô e as colocou em sacos também. Não sabendo e nem lembrando se tinha feito dez presentes, mas não ter apanhado de imediato do duende confirmou que sim. Chloe subiu na mesa, ficando de quatro em direção a ele e balançou o bumbum. — Bate bem forte!
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Tessa S. Henz em Qui Dez 22, 2016 3:23 pm


Nesse mundo há dois tipos de pessoas, aqueles que se aproveitam da situação e aqueles que deixam passar a oportunidade. Bom, eu me considerava o tipo de pessoa que sabia muito bem como se aproveitar da situação, portanto quando me vi com a missão de embrulhar fezes e carvão queimado ainda quente eu sabia exatamente o que fazer. Sorrindo brevemente para um duende que parecia irritado em me observar fazer nada, segui para um local um tanto quanto distante do fedor das vezes e me sentei.

Invocando um clone de água, passei a tarefa a ele, enquanto o observava trabalhar. Um a um os presentes iam sendo embrulhados. O clone sabia exatamente o que fazer. O mal cheiro não incomodava bem como com o calor excessivo que parecia predominar o local. -Trabalhe menina trabalhe?!- rosnou o duende se preparando para me dar um chute. -Meu querido, você conseguira lidar com as consequências de me chutar? Por do contrario é melhor ficar bem quieto ai, na sua, sem dizer nenhuma palavra- murmurei calmamente vendo-o relutantemente se afastar de mim.

-Alias, não preciso trabalhar, meu clone já esta fazendo isso por mim. Cegueira por acaso é um dos requisitos pra trabalhar entre vocês, por que pelos deuses! Sua falta de bom senso é palpável- resmunguei sentindo que me estomago revirava. Era como um indicativo do peru que eu havia me obrigado a comer anteriormente. Se me dissessem que eu faria tal coisa mais cedo naquele dia, eu simplesmente teria rido bem na cara da pessoa, mas agora, eu sabia exatamente como os animais se sentiam, e definitivamente não estava gostando de estar nessa situação.

-Prontinho querido, quinze presentes bem embrulhadinhos. O mínimo era dez né? Viu, fui até boazinha com vocês, mais quinze crianças malvadas terão algo embaixo de sua arvore natalina, agora me vou- anunciei fazendo com que o clone sumisse e dando as costas para o ser que visava me escravizar anteriormente. É, daquela vez eu saíra vencedora o maldito duende que se virasse com o cheiro podre de suas coisas. Eu já havia feito mais que o suficiente, depois de tudo.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Gena Harden Fewan em Qui Dez 22, 2016 3:55 pm

Caro leitor, nesse momento eu confesso que gostaria de ser do tipo de mulher que foge dos problemas. Seria tão básico, tão fácil e enormemente mais vantajoso. Mas infelizmente eu não sou. Sou do tipo que fica, chora e ai termina o que tem que terminar pra se livrar de qualquer tipo de responsabilidade. Respirando profundamente observo o bilhete deixado para trás, dessa vez eu teria de embrulhar presentes. Claro que devido a ajuda de Becka eu não me sentira tão mal em ter comido o peru como a maioria ali, então pra mim aquele de fato seria o pior trabalho.

Transformei minha mão em punho de ferro, capaz de suportar golpes, e também o ardor do carvão que deveria ser embrulhado. Tampei o nariz com uma parte do tecido que eu havia retirado de meu casaco e dei inicio aos embrulhos. O primeiro a ser embrulhado foi um pedaço de carvão, embrulhei cinco deles, não sentindo absolutamente nenhuma dor em minha mão para em seguida passar para as fezes. A verdade é que eu não saberia dizer o que era mais nojento. O cheio insuportável ou a consistência mole em minha mão.

A cada minuto que se passava eu sentia mais nojo de mim mesma, mesmo que meu punho mal sentisse qualquer coisa, minha mente sabia o que ocorria, e me julgava a cada precioso momento. Seis fezes mais tarde eu dava as costas ao duende raivoso e os presentes destinados as crianças sem boas ações e seguia em direção ao local aonde eu poderia lavar minhas mãos. Nada me satisfaria mais que aquilo. Mais algumas poucas tarefas e eu me livraria daquele espécie de gincana do mal para salvar o papai noel.
poder:

 Poder: 6- Uma das mãos do seu personagem vira metal, capaz de ser utilizada para bloquear golpes ou dar fortes socos por três rodadas.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Ahri Kiev Razvan em Qui Dez 22, 2016 4:25 pm

The stairs creak as you sleep, it's keeping me awake
Soon it will be over and buried with our past



Não sabia ao certo por quanto tempo havia ficado de cabeça baixa, mas quando se ergueu para olhar em volta percebeu que não estava mais no mesmo lugar de antes. Ahri levantou devagar, uma mão ainda sobre a barriga, pois sentia muita dor na região. Sua boca estava com um gosto estranho, se sentia enjoada, nojenta, doente... Queria se deitar e descansar. Crispou os lábios e suspirou longamente, talvez um pouco de ar puro fizesse bem para seu organismo, porém, o que sentiu foi outra coisa. Acreditem, não foi um cheiro agradável.

Preocupada com o excesso de porcarias que havia ingerido, a prole de Éris não percebeu onde realmente estava. Era algum tipo de fábrica, mas não tinha paredes ao redor nem nada, era tudo em pleno “ar livre”. Os semideuses, que estavam na prova anterior, também se faziam presentes. — Ei, comece a trabalhar! — Falou uma voz grossa atrás da garota, imediatamente Ahri se virou, tentando descobrir quem falava com ela naquele tom tão prepotente. Antes de encarar o estranho, foi surpreendida com um golpe desferido em seu rosto. O impulso fez com que sua cabeça inclinasse para o lado, rapidamente levou uma mão até a região, tocando a bochecha com os dígitos.

As íris castanhas tornaram-se escuras e seu semblante tornou-se sério e sombrio. Razvan estava furiosa, aquele golpe fez ressurgir em sua mente memórias que deveriam ser esquecidas. Ela observou seu agressor de soslaio, avaliando-o com cautela. — Você não ouviu? Eu disse para trabalhar! — Bravejou o Duende, exibindo a régua que trazia em mãos.  — Você deve embalar os presentes ou eu mesmo embalarei você e te oferecei de jantar para os cães infernais! — Ele realmente acreditava que a mais nova o obedeceria? A garota esboçou um sorriso de canto no instante em que ergueu o corpo novamente, deixando a postura reta. Seus olhos estavam fixos em algum ponto específico do local, sempre quando contrariada tornava-se extremamente perigosa.

— Eu não vou obedecer você. — Ahri pronunciou, tranquila, mas havia algo diferente em sua voz. Mordeu o canto do lábio inferior e subiu o olhar pela figura bizarra a sua frente, aquele anão de jardim realmente queria lhe dar ordens? Já bastava ser agredida por um pinheiro, ameaçada por uma estrela falante e ter comido um peru nojento. Agora, obedecer a um indivíduo com metade do seu tamanho era demais para ela. Tudo tem um limite, e a garota havia chegado ao seu. — Como disse? — Questionou o duende, erguendo a mão em forma de ameaça. Ahri não recuou, pelo contrário, aproximou-se ainda mais.

A semideusa concentrou-se, não iria aceitar que aquele serzinho a batesse. — Não ouse bater em mim novamente. — Pronunciou, sua voz estava firme e de seu corpo emanava uma aura peculiar, atingindo o duende sem dificuldade. Poderia até mesmo passar por aquela tarefa, mas não iria aguentar um indivíduo tão inferior querendo comanda-la como uma bonequinha. Ahri virou-se para os presentes que deveria embrulhar e crispou o nariz, como iria fazer aquilo? Detestava sujeira, e o odor, nossa, era o pior que já havia sentido na vida depois da mistura escrota de minhocas com ovos. — Droga, em que merda em me meti? — Sussurrou, como se de alguma forma pudesse obter uma resposta dos deuses, mas sabia que não teria nenhuma explicação lógica.

Razvan pegou as luvas e cobriu as mãos, protegendo-as contra as possíveis queimaduras que adquiriria e os germes. Mesmo que tivessem sido crianças travessas, ninguém merecia aquele tipo de presente, quer dizer, o Duende Verde certamente merecia um daqueles. A garota suspirou, queria encontra-lo e se vingar de todas aquelas situações que o mesmo estava fazendo-a passar. Era humilhante ter que pegar em fezes e ainda por cima embrulha-las como uma linda surpresa. — Não vou fazer isso. — Tentou se levantar, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, sentiu uma dor absurda na cabeça. O duende havia desferido outro golpe contra a garota.

— Você não tem direito de falar, apenas trabalhe e pronto. — Ele cuspiu as palavras, manuseando a régua de um lado para o outro, como se fosse algum tipo de arma fatal. A prole de Éris arqueou uma sobrancelha, como diabos suas palavras não haviam sortido efeito com ele? Provavelmente não era como os semideuses ou as criaturas que normalmente encontrava na floresta. Merda, pensou. A medida do tempo ela estava odiando mais ainda o Natal, se pudesse exterminaria aquela data dos calendários. Desapontada, a loira voltou os olhos para os materiais. Pensou em controlar o duende e faze-lo trabalhar em seu lugar, mas infelizmente seus poderes não pareciam surtir efeito no mesmo, pelo menos não o tempo necessário para tal trabalho. Então, só restava ela mesma passar por aquela tortura.

Rasgou um pedaço da própria camisa, fazendo uma espécie de máscara que prendeu ao redor de suas narinas.  Não gostaria de ficar todo o tempo sentindo aquele fedor absurdo, na verdade, estava começando a achar que a pele caucasiana estava mudando para um verde. Ahri sentia-se indisposta, não só pelo fedor, mas também pelo peru que realmente não havia lhe feito bem. Serena e Mihay, caso estejam lendo isso, saibam que a irmã de vocês as ama muito. A prole de Éris mordeu o canto do lábio inferior e suspirou, quanto antes embalasse aquilo mais rápido terminaria e poderia seguir adiante na busca pelo maldito Papai Noel. Na próxima, bem que poderia colocar um rastreador no velhote né? A garota agradeceria profundamente, até mesmo se proporia a comprar o aparelho ou até mesmo fazer a guarda do carinha de barba branca, tudo para não ter que passar por aquilo novamente.

De um por um, foi pegando os embrulhos e alternando entre fezes e carvão. As luvas logo ficaram pretas, e a máscara improvisada em um dado momento não estava mais surtindo efeito contra o odor exalado pelas “coisinhas nojentas” produzidas pelas renas. Estava tão ansiosa para terminar, que apenas os laços dos cinco primeiros presentes ficaram no mínimo descentes, o resto, bem, podia ser facilmente confundido com um nó. Ahri chegou a pensar que desmaiaria ali mesmo, afinal, algumas vezes sua visão simplesmente escureceu. Não estava acostumada a ficar tão exposta e propicia a adquirir germes. Poderia aguentar golpes, objetos pesados, ficar dias sem comer nem beber — como Yver costumava fazer com as gêmeas —, mas se tornava fraca em relação a sujeira.

Quando terminou o décimo quinto presente, estava esbaforida, já havia proferido mentalmente inúmeros palavrões contra o duende que a vigiava, o Papai Noel, aquelas crianças malditas — se não fosse por elas poderia estar embalando carneirinhos fofinhos de pelúcia — e principalmente o Duende Verde, era bom ele rir bem muito, pois seria a última vez que faria aquilo. Ela queria mata-lo, seu instinto assassino estava mais aflorado do que nunca. Ahri retirou as luvas e ficou de pé, caminhou até o seu mini supervisor e pegou a régua de suas mãos em um movimento rápido. — Isso é por ter me batido! — Desferiu um golpe contra sua cabeça, não lhe proporcionando tempo para se defender. — Isso é por ter a audácia de me dar ordens! — Atingiu seu braço com força, mesmo que ele tentasse inutilmente se defender, ela continuou. — E isso é por obedecer às ordens daquele Duende asqueroso!!! — Bravejou, irritada, em seguida soltou a régua que estava em sua mão, derrubando-a no chão. Logo, ergueu um braço, flexionando-o e movimentando para trás, voltando com toda força e acertando um soco no rosto do menor.

Ahri não se importou com seus murmúrios e avisos sobre que se arrependeria do que havia feito com ele. Ela balançou a mão que o havia acertado e suspirou satisfeita, sentia uma leve dor na região, mas não era o tipo de dor incomoda, mas sim aquela de alivio. Conseguem entender? Era o tipo de dor que a garota possuía prazer em sentir. Razvan movimentou os ombros devagar e virou-se de costas, empilhou os presentes que havia embrulhado e caminhou até uma pedra ao qual se sentou, aguardando a próxima tarefa.

Poderes Passivos:

-Agilidade - Éris quase nunca perde em uma batalha, por isso seus filhos são ágeis, velozes e fortes.

-Força aprimorada: Como a deusa é irmã e companheira do Homicida Ares por muitas vezes tê-lo ajudado a causar guerras, os filhos de Éris foram abençoados com uma força sobrenatural, que se igualam aos filhos de Ares.

Poder Ativo:

-Palavras venenosas I -Como filho de Éris você herdou a habilidade da sua mãe com as palavras e usando delas você consegue colocar idéias na mente de quem desejar, mas como no seu nível atual seu poder ainda não se desenvolveu você tem mais facilidade em fazer isso em seres de pouca inteligência ou ingênuos, como ciclopes e sátiros. Quanto maior a inteligência do ser mais dificuldade você sente em colocar idéias na mente do seu alvo. Uma vez que se torne vítima desse poder a vítima passa a adotar a ideia como sua, sem perceber que foi o filho de Éris quem a plantou. Só funciona com uma pessoa por vez durante um três e caso a ideia seja MUITO absurda o poder perde o efeito. Quanto melhor o uso das palavras mais chances de dar certo. (Mesmo já possuindo o poder palavras venenosas mais avançado, achei melhor usar esse para a tarefa)







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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Arya Doprav em Qui Dez 22, 2016 4:45 pm



Jingle Bells.

Você deve estar achando que a ceifadora está com os nervos a flor da pele, enlouquecida com as missões ridículas impostas por um maluco. Pois lhes falo que não. A face esboçava a mesma serenidade de sempre e os passos sorrateiros foram freados próximo a uma enorme mesa. Observou as expressões irritadas passarem diversas vezes pelo rosto enrugado de um duende mal-humorado. Arqueou e relaxou os ombros simultaneamente, não se importando com o pequeno ser.
- Faça o trabalho direito ou sofrerá as consequências, semideusa insolente! - Advertiu a criatura, a qual portava uma enorme régua na mão destra. Arya fingiu que a fala não fora para ela, afinal tivera muitos treinamentos sobre paciência e só a deixava escapulir em momentos realmente necessários e que não deixavam alternativa. Cuidaria primeiramente dos montes de carvão, o cheiro queimado subia até as narinas da morena, lembrando de alguns incêndios que cometera.
Moldou uma pequena pá de energia negra e utilizou-a para pegar alguns carvões, despejando-os na caixinha mais próxima e selando-a. Imaginou, por um momento, a cara da criança que receberia aquilo e não via graça nenhuma em tal coisa. Cada um com sua loucura. Poucos minutos foram necessários para que uma dúzia de caixas vermelhas estivessem devidamente lacradas. O olhar irritado era nítido na face do menor, talvez porque não havia encontrado nenhum motivo para xingar a filha de Poseidon.
A garota se aproximou dos montes de fezes. O ar fétido invadiu as narinas da morena, aquilo realmente não fora nada agradável, mas era melhor que ingerir um peru estragado. Usou a pá de energia negra para embalar os “presentes” das crianças. O tédio já dominava Doprav quando estava para terminar mais uma dúzia de caixas. Acabou se descuidando e parte das fezes caíra fora do recipiente. O duende ergueu a régua, pronto para pressioná-la contra a pele clara da ceifadora.
- Se fizeres isso... Será a última ação da tua vida. – Alertou a jovem, os olhos negros encaravam a pequena criatura e o corpo não exibia mais a pele, apenas os ossos de Arya. O duende se afastou resmungando e não demorou muito para a garota finalizar o serviço.

Poderes:
ʡ Visão da Morte II – Agora sua carne se torna transparente, revelando os ossos do ceifador. Tornando-o mais parecido com o esteriótipo de morte.
ʡ Umbrocinese II – Manuseio intermediário de energia negra, podendo dar formas a mesma. Pode transformar metade do corpo em sombras.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Vênus em Qui Dez 22, 2016 5:00 pm





O DUENDE VERDE ESTÁ A SOLTA
O papai Noel foi sequestrado, nada pode explicar seu desaparecimento repentino, e nem o treno estar abandonado no meio do acampamento, com uma dúzia de renas afoitas. O natal foi comprometido, e cabe a você caro semideuses nos ajudar a encontra-lo. O Duende verde é invejoso, um carinha malvado que todo ano tenta se livrar do papai Noel, e é claro que novamente ele está por trás de tudo isso. Ah como odiamos esse duende. Temos até a meia noite para cumprir todas as pistas deixadas pelo duende verde, e resgatar o papai Noel. Será que conseguimos?

5. Vocês chegaram até aqui vivos? Nossa, vocês estão de parabéns, agora só falta resgatarem o papai Noel, para isso, siga até o lago congelado, e execute os seguintes passos. Primeiro, vocês encontrarão um buraco as margens dele, geralmente um buraco usado por pescadores para conseguir alimentos, bem, sua tarefa é abaixar a calça e sentar nele para molhar o popo. Já fez isso? Que ótimo! Foi mordido pelas piranhas que vivem ali? Espero que sim. Siga patinando pelo lago, e caia pelo menos duas vezes, ou o duende verde ficara irritado. Depois vai mais a frente, se ver uma caverna congelada, basta seguir para dentro, você encontrara o papai Noel tomando chocolate quente e rindo muito, pois ele acabou de aprontar uma daquelas com você, e está feliz porque você cumpriu todas as tarefas. Feliz Natal Ho Ho Ho. Termine seus posts se quiser pegar seu presente.
Obs¹: Basta seguir todos os passos acima sem segredo e encerrar sua missão agora. Sim o papai Noel aprontou uma daquelas com você.
Obs²: Se quiser ganhar seu presente, precisa sim encerrar essa última postagem.
Obs³: Estamos muito contentes com sua participação nessa brincadeira, nos garantiu boas risadas. Espero que tenham se divertido.


Regras:

• Mínimo de 10 linhas por postagens, e é um número relativamente pequeno.

• Cada postagem que o semideus deixar de fazer dentro do evento, serão -10 pontos em sua barra de comportamento dentro do fórum. Com isso, se ele deixar de realizar todas as 5 postagens, estará totalizando um total de 50 pontos a menos em sua barra, e será banido do chatbox.

• Prazo de postagem: 23/12/2016 até as 18:00 da tarde

• Mais informações serão postadas assim que o evento tiver inicio.

• Para se inscrever basta preencher a ficha nesse mesmo tópico, e postar abaixo.

• Boa sorte a todos e divirtam-se.

• Premiação: Valendo itens únicos, xps, dracmas, e etc.

• Observação: O prêmio varia de acordo com o desempenho individual de cada campista.


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Skylar Liech Kroessoff em Qui Dez 22, 2016 5:54 pm


♡ sentada ♡

"Uma sentada, uma sentada
Uma sentada daquela nervosa"


A filha de Afrodite começou a andar em direção ao lago, com a mãozinha fedendo bosta e o clima natalino lá na *!@#@!*. Revirou os olhos e cruzou os braços, lendo o bilhete do duende sobre sentar no buraco.

Abaixou as calças, mas não a calcinha. Se sentou na velocidade da luz e levou uma mordidinha, de uma piranha tão pequena que parecia um filhote de rato. Levantou o mais rápido que conseguiu, passando a mão desesperadamente na bunda. "Diva merda, ein." Subiu a fantasia ridícula de duende, mais mal humorada que o Grinch.

Se sentou no gelo, colocando os patins de patinar no gelo.  Suas habilidades eram acima da média, então foi uma caminhada legal sobre o gelo. Rodava piruetas, dava pulinhos, mostrava a língua para quem caia e gargalhava.

Mas como sempre ela só se f@d#, levou um escorregão tão forte que caiu de bunda no chão, fazendo biquinho. "Ah, mas se foder, né?" Ao tentar se levantar, caiu mais uma vez, querendo matar o primeiro duende que aparecesse na sua frente naquele momento.

Continuou sua jornada ao conseguir ficar de pé, chegando a uma linda caverna de gelo. Entrou sem muita animação, com os pés atolando na neve. Ao ver o Papai Noel, deu um grito estridente, partindo para cima do gordo atrás dos seus presentes, porque depois dessa ela merece.






Você sabe o que acontece com um ratinho quando é pisado por um Louboutin? Então é melhor ficar quieto antes que descubra.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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