The Blood of Olympus
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O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Arya Doprav em Seg Dez 19, 2016 4:00 pm



Jingle Bells.

Ah, o Natal! Quão magnífica é esta época que traz consigo todo um espírito de calmaria, caridade, generosidade, reciprocidade e tantas outras coisas que terminam com "ade". Família reunida, crianças correndo ao pé da árvo... 404 Error... Achou mesmo que leria um post baseado em contos de fadas? Meu único objetivo aqui é lhes contar sobre a rotina de uma jovem assassina, mas é sempre bom descontrair, não?
A temperatura estava relativamente baixa, orvalhos enfeitavam as gramíneas verdes e alguns semideuses corriam sacudindo sinos ou até usando-os para acertar uns aos outros. Os adornos natalinos podiam ser vistos na parte central do Acampamento. As pessoas pareciam mais suscetíveis à generosidade. Quer dizer, nem todas. Afinal, o Papai Noel fora sequestrado. Que hilário, hein? A situação está tão crítica que nem o bom velhinho escapou. Então você, caro leitor, já deve imaginar que um alvoroço fora criado no lar dos meio-sangues. E estava na hora de incorporarem um Sherlock Holmes.
Passos inaudíveis, vestes negras e olhar misterioso. A ceifadora parou em frente ao trenó abandonado e intacto. As írises percorreram o tecido aveludado dos bancos, não encontrando resquícios de uma possível luta sangrenta. Repousou o olhar sobre um papiro, pegando-o com a mão destra e o percorrendo com os olhos. Aquilo somente podia ser uma brincadeira muito ultrapassada. Um suspiro irritado fora exposto pela morena. As pálpebras foram fechadas e o oxigênio inalado lentamente até preencher todo o pulmão da jovem, segurou o ar por alguns segundos antes de expelir.
A face serena retornara e a mão agora segurava uma roupa ridícula de Natal. Doprav escondeu-se atrás da primeira grande árvore que avistou, trocando seus tons escuros por algo bem “alegre”. Assim que pôs o gorro na cabeça, uma risada estrondosa atravessou seu subconsciente. “Nossa, você está tão sexy!”, mais risada. Algo que Arya já esperava que fosse acontecer. A semideusa apenas ignorou o comentário da Morghul e logo a voz fora silenciada.
Era até difícil reconhecer a morena sem sua vestimenta negra. A pele clara exposta fora realçada e as írises azuladas exibiam um rosto angelical. Uma segunda longa respiração fora o suficiente para a ceifadora incorporar uma doce garota. Os passos deixaram de ser silenciosos ao se aproximar das renas irritadas, justamente para elas perceberem a chegada da jovem. Os animais ficaram ainda mais agitados e a prole de Poseidon exibiu um rosto triste, enquanto uma lágrima falsa escorria pela bochecha rosada.
- Olá, amiguinhas. – Usou a mão destra para limpar o nariz. – Eu sei que não estão na melhor situação. Mas eu gostaria de conversar com alguém... – Ela deu um passo em direção a uma rena maior, a qual ficou em posição de ataque, pronta para espetá-la com o brilhoso chifre de ouro.
- Fique longe, garota! Você não vai nos machucar! – Protestou uma delas.
- Oh, não, não! Nem de longe eu faria tal atrocidade... Estou muito triste e desesperada. – Outra lágrima escorreu pela face juvenil. – Minha irmãzinha... Apenas 3 aninhos. Minha pequena Duda... Oh, o duende a levou ainda pouco. Oh, não sei o que fazer. – Então várias gotas de água rolaram pela pele de Doprav e encontraram o solo. Os animais cochicharam entre si, enquanto Arya fazia sem o mínimo sentimento aquele teatro. Alguns segundos de falsas lágrimas foram o suficiente para abaixarem a guarda. A ceifadora se aproximou mais, não encontrando resistência como a priori e pegou a rena que a pouco queria atacá-la.
- Conte-me o que houve. – Insistiu o animal.
- Oh, eu não consigo falar muito sobre. Apenas estávamos nos divertindo no refeitório quando ela se afastou para pegar mais comida e apenas vi de relance uma espécie de duende a levando. – As falsas lágrimas retornaram. – Eu só quero que ela esteja bem. – Arya passou o braço ao redor do animal, que parecia sensibilizado com o ocorrido.
- Não se preocupe. Fique calma. Vamos encontrar aqueles que amamos logo, logo. – Respondeu o ser.
- Eu sei que vamos, pois eu farei de tudo para isso, minha amiga. - Falou a morena, limpando o rosto e dando um sorriso gentil para o animal. - Afinal, o Natal é tempo de felicidade e amor. Não podemos nos entristecer. Nem perder o espírito natalino, não é mesmo?
A filha de Poseidon repuxou o canto dos lábios em um sorriso ainda mais largo e começou a cantarolar "Jingle Bells".
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Vênus em Seg Dez 19, 2016 4:24 pm





O DUENDE VERDE ESTÁ A SOLTA
O papai Noel foi sequestrado, nada pode explicar seu desaparecimento repentino, e nem o treno estar abandonado no meio do acampamento, com uma dúzia de renas afoitas. O natal foi comprometido, e cabe a você caro semideuses nos ajudar a encontra-lo. O Duende verde é invejoso, um carinha malvado que todo ano tenta se livrar do papai Noel, e é claro que novamente ele está por trás de tudo isso. Ah como odiamos esse duende. Temos até a meia noite para cumprir todas as pistas deixadas pelo duende verde, e resgatar o papai Noel. Será que conseguimos?

2. Gostaram de pagar esse mico? Eu aposto que vocês não estão nada contentes, mas o duende verde está se divertindo às custas de vocês, parabéns, vocês acabam de passar no primeiro teste de vergonha, e vão atingir o nível 2. Não se preocupem, a tarefa a seguir não é muito mais fácil, na verdade, pode ser um pouquinho pior. As arvores da ilha do Natal são mágicas, elas falam, se movem, e atacam aqueles de quem não gostam, mas estão um pouquinho sem graça sem qualquer enfeite. A tarefa de vocês é pegar uma caixa de enfeites – que foi deixada no treno do papai noel – achar um dos pinheiros falantes – eles estão por toda a parte – e conseguir convence-los a deixar que vocês o decorem, e claro, decorarem eles.
Obs¹: Todos os enfeites parecem ter vida própria, e é provável que a estrela do topo da arvore te morda em algum momento, se outro enfeite já não tiver feito o mesmo.
Obs²: As arvores mágicas e falantes tem mais de 2 metros de altura, e você precisa decorar a mesma por completo.
Obs³: As bolas de natal não são amigáveis.

Regras:

• Mínimo de 10 linhas por postagens, e é um número relativamente pequeno.

• Cada postagem que o semideus deixar de fazer dentro do evento, serão -10 pontos em sua barra de comportamento dentro do fórum. Com isso, se ele deixar de realizar todas as 5 postagens, estará totalizando um total de 50 pontos a menos em sua barra, e será banido do chatbox.

• Prazo de postagem: 20/12/2016 até as 16:00 da tarde

• Mais informações serão postadas assim que o evento tiver inicio.

• Para se inscrever basta preencher a ficha nesse mesmo tópico, e postar abaixo.

• Boa sorte a todos e divirtam-se.

• Premiação: Valendo itens únicos, xps, dracmas, e etc.

• Observação: O prêmio varia de acordo com o desempenho individual de cada campista.


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Hela A. Deverich em Seg Dez 19, 2016 6:50 pm


Christmas
 ♦ listening LET HER GO with xxxx ♦ words: 1000 ♦


Hela não se sentia contente. Mas pelo ou menos as renas estavam mais calmas. Bufando um pouco, ela voltou a olhar o trenó de forma minuciosa, encontrando ali uma caixa cheia de enfeites de natal... falantes. Ok. O que tinha no café da manhã? Coçou os olhos para se certificar de que a estrela que estava sobre todas as bolinhas estava mesmo resmungando e se movendo.

- Eu teria que pagar cara em uma erva tão boa a ponto de me deixar vendo essas coisas. - resmungou baixo, dando um pigarro. - Ah... senhorita estrela? - murmurou baixo. - Senhor. Senhor. Por que vocês crianças acham que só existem estrelas? Nós também existimos. - Hel franziu a testa, perguntando-se se aquele enfeite patético tinha ideia daquilo que dizia. - Certo, certo. Me desculpe, senhor estrela.

- Ele é um velho rabugento. - uma voz mais fina, quase infantil soou um tanto abafada. - Vocês falam também? - perguntou olhando para as bolas brilhantes de diferentes cores. Tinha, agora, a caixa nos braços e olhava para a mesma com uma certa confusão mental. - O que eu devo fazer com vocês?

- Ora, o que se faz com enfeites de natal, sua idiota? - resmungou uma voz mais adulta, um tanto rabugenta. - Eish. Você também não precisa ser rude. Ou eu vou usar um taco de baseball em vocês.

Fechou a caixa outra vez, ouvindo protestos. Sabia que aquilo deixaria aqueles enfeites malditos ainda mais irritados. Mas ela precisava achar uma árvore onde coloca-los.

Resolveu dar uma volta por ali. As musicas natalinas irritantes ainda estavam em sua cabeça enquanto ela dava um tour pelo local em busca da árvore perfeita para enfeitar.

Aquele era um natal, definitivamente, insano. Ela conclui isso quando um pinheiro - literalmente - lhe jogou neve. - Hey! - disse em protesto, sacudindo a cabeça para tira o máximo de neve que podia. - Isso não é educado.

- Educado? Eu vou lhe dizer o que não é educado. Todos os pinheiros recebem enfeites, uma casa quentinha e depois são descartados. Isso não é educado. - disse a, irritada, planta. - Bem, se lhe serve de consolo, eu nunca tive um pinheiro de natal. Então, nunca descartei uma de suas... amigas.

A árvore fez algo semelhante a um bufar de descrença e Hel se viu revirando os olhos quando uma ideia bastante estúpida lhe apareceu na mente. - O que acha de eu lhe deixar muito mais bonita? Não que eu não goste do seu verde e de todo essa neve nas suas folhas... eu só penso que seria ainda mais bonita com algumas bolas brilhantes, uma estrela no topo... que tal?

- Que tal? Que tal? Você é estúpida? Vai me cortar e levar para sua casa também? - a planta pareceu querer ficar agressiva e Hela se afastou um pouco, tropeçando na neve e nos próprios pés antes de cair de bunda no chão e deixar a caixa com enfeites cair, vendo os mesmos se espalharem pela neve. - Voltem aqui! - começou a junta-los apressadamente, notando que era uma tarefa difícil após três deles morderem seus dedos e vários outros proferirem ofensas a sua pessoa.

- Olha só! Eu também não estou nada feliz com isso se vocês querem saber. Mas aquele velhinho gordo e idiota foi sequestrado e se eu não fizer tudo que aquele duende retardado me pediu, vocês nunca mais vão ter nenhuma utilidade, entenderam? E antes que você, senhor pinheiro, diga que faz fotossíntese, eu não ligo! Eu não sou filha de Deméter pra ficar perdendo meu tempo com plantas! - disse um tanto irritada. - O papai noel foi sequestrado? - Hela passou a mão pela face, grunhindo baixo com a pergunta do pinheiro. - Bem, foi. Sei que não é exatamente legal da minha parte esse surto. Mas eu preciso de almas caridosas, senhor pinheiro. Preciso que me deixe colocar em você essas... coisinhas. - olhou para a caixa como se desejasse incinerar cada um dos enfeites quando eles protestaram. - Vocês podem cantar canções de natais juntos, o que acha?

O pinheiro, após muito pensar, acabou aceitando a proposta fazendo a prole da deusa tríplice sorrir um tanto animada. Tomando cuidado para não ser mordida outra vez, a garota pegou as bolinhas uma a uma e começou a decorar a base do pinheiro.

Colocava-as intercalando as cores, tamanhos, tipos e tentando fazer com que toda aquela árvore recebesse enfeites de cima a baixo.  Quando terminou até o local que alcançava, ela se viu olhando ao redor para o que poderia ajuda-la a alcançar o topo.

Os malditos objetos ainda estavam irritados e em nada facilitavam seu trabalho. A garota respirava fundo. Uma. Duas. Três vezes. Queria quebrar aquelas coisas. Incinerar, se possível.

Novamente, buscou calma em seu mais profundo, optando por - no fim - desligar suas emoções. Não tardou muito a ter uma ideia do que faria para alcançar o topo da árvore.

Imaginou que asas negras e sombrias cresciam em suas costas e, então, ela se colocou a batê-las na expectativa de voar. Seus pés, pouco a pouco, começaram a deixar o solo, se abaixou para pegar a caixa enquanto ainda estava a uma altitude razoável e passou a cantarolar uma música clássica de natal na qual já estava pensando havia muito tempo.

Não demorou para que a árvore começasse a acompanha-la na cantoria e os enfeites acompanharem a esta segunda em uma espécie de coral bizarro.

Quando deu por si, apenas a estrela estava na caixa, solitária, esperando para ser colocada em seu devido lugar. De maneira cuidadosa, Hela a segurou, procurando uma forma de colocar aquela "criaturinha" bem no topo de modo que não caísse.

Após algumas tentativas e mais algumas mordidas, a estrela estava em seu devido lugar e Hela se viu pousando no chão suavemente. Aquele coral maluco já estava em sua terceira música quando a garota de Hécate sentiu-se à vontade.

Seu trabalho estava feito, quanto a isso ninguém poderia negar.

Poderes e Habilidades:
Poderes dos Necromantes:
Poderes ativos:
> Nível 5, Asa Sombria – Um par de asas, feitas de escuridão, aparecem em suas costas. Não servem de escudo, pois a asa não é sólida. Você pode solidificar as asas com seu poder Umbracinese ( Final ).

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Lauren L. Hill em Seg Dez 19, 2016 8:00 pm


tell me pretty liars, christmas!
Why is it easier to burn than it is to heal?
Que engraçado, na semana do natal e esse Duende Verde retardado brincando conosco. “O que mais faltava de tão louco pra ver, depois das renas mágicas e falantes?” Lauren perguntou a si mesma assim que pegou mais um bilhete do Duende e leu. Ah claro, pinheiros enormes e falantes que provavelmente a espancariam caso não gostassem da prole de Ares e demônio de Nyx. Simples, é claro. Nada louco, não. Balançou a cabeça negativamente sem acreditar no que estava prestes a acontecer e pegou a caixa de enfeites a amarrando inclinada no seu torso, andando ao redor e sendo atingida por um pinheiro provocadoramente. — Ei! Calma aí… opa, é você mesmo que eu vou escolher. — Lauren murmurou e começou a escalá-lo.

Sabia que geralmente as pessoas começavam pelos enfeites mais simples e depois, por último mas não mesmo importantes, colocava a estrela. — Não vai me deixar por último? — Ouviu uma voz grossa de dentro da caixa e arqueou a sobrancelha. — Desculpe? — Parou de escalar, sendo alfinetada pelo pinheiro. Céus, uma estrela falante e um pinheiro que não ia parar de me encher o saco. — É a primeira pessoa que não me deixa por último. — Comentou novamente com uma voz animada. — É, eu não vou te deixar por último porque não quero subir de novo e eu não escalaria pra derrubar todo o meu trabalho por conta de uma estrela. — Continuou a escalar cuidadosamente o pinheiro, esquivando-se de uns galhos ou outro, algumas pequenas coisas que iriam a machucar.

— Sabe, estou aqui levando vários “tapas” de um pinheiro e conversando com enfeites de natal pra salvar um velhote e divertir um Duende. Cômico, a que ponto que eu cheguei… — Suspirou finalmente ao chegar ao topo, colocando a estrela e colocando alguns enfeites nos galhos e nas plantas de cima, encaixando uns enfeites coloridos, outros que representavam o Papai Noel. Lauren sentiu um baque contra sua cabeça e passou a mão nos cabelos, vendo sobre as mãos alguns flocos de neve indicando que acabara de ser acertada por uma bola de neve. — Quem foi, hein?! — Perguntou gritando e olhando pra baixo percebendo alguns enfeites no chão rindo da sua cara.

Bufou, continuando a enfeitar a árvore e descendo a cada etapa concluída, ouvindo alguns ruídos e murmúrios embaixo de si e a caixa se mexendo freneticamente. — Parem! Ou eu vou perder o equilíbrio e amassar vocês! — Brigou com os enfeites, acrescentando um último detalhe em mais alguns galhos da árvore, acrescentou também alguns pisca-piscas coloridos para não ficar sem graça e finalmente desceu mais um pouco, concluindo o penúltimo nível da árvore. Estava fazendo tudo animadamente, sem reclamar porque sabia que se o fizesse, o “trabalho” iria durar muito mais e seria totalmente entediante.

Observou as arvores ao seu redor e sorriu, a sua não ficava muito atrás já que estava fazendo um trabalho detalhado, a caixa voltou a se remexer e ela os pegou em mãos ameaçando-os amassá-los e estragar. — Cara, como vocês são chatos… — Lauren intercalou alguns dos enfeites e fez aquilo repetidamente várias vezes, preenchendo todo a circunferência do pinheiro sem deixar um centímetro sequer faltar. — Jinglle bells, jingle bells, jingle all the way… — Lauren começou a cantarolar ao terminar o pinheiro e todo os enfeites assoviaram no ritmo da música a acompanhando, o clima ficando descontraído.

Lauren desceu do pinheiro admirando seu trabalho, os pisca-piscas fazendo seu trabalho em cores intercaladas e coloridas, dando brilho à árvore. Não podia negar que tudo o que tinha feito estava belo e, sem dúvidas, sensacional. Sorriu, voltando ao trenó e sentando no mesmo enquanto observava os outros terminarem o mesmo objetivo.







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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Peter C. Gallagher em Ter Dez 20, 2016 3:40 am



Christmas Mission

Havia uma única certeza em minha mente: Duende Verde era a alcunha de algum deus entediado que resolvera divertir-se às custas de nós semideuses no dia do feriado pagão-cristão mais famosa do ocidente, talvez uma forma de tirar chacota das tradições de seus adversários divinais. Primeiro, as renas que haviam surgido inesperadamente no meio do Acampamento e agora os pinheiros dotados de fala e consciência que se espalhavam pelo território que supostamente era mágico e impenetrável – segunda certeza daquele dia de Natal: impenetráveis era mera hipérbole para descrever as fronteiras do Acampamento Meio-Sangue, afinal, ele já havia sido mais invadido que a Rússia. A pergunta que pairava no ar era como aquelas criaturas conseguiram atravessar nossas supostas poderosas barreiras mágicas sem auxílio divino.

Como eu já havia passado pela humilhação de me vestir como duende e paquerar um ruminante, decidira continuar com aqueles joguinhos unicamente por tédio. A primeira etapa do desafio fora fácil de concluir. Não era uma tarefa árdua convencer alguém – ou, naquele caso, algo – a ceder às minhas vontades, afinal, não bastando meu tom místico de persuasão, eu ainda exalava diversos tipos diferentes de emoções, muitas delas capazes de dissipar a raiva e facilitar o uso do charme. Foram necessárias apenas curtas palavras para que uma das árvores cedesse ao meu pedido e concordasse de modo alegre que eu a adornasse.

Estava sozinho em minha incumbência, apesar de um ou outro campista que passava pelo local algumas vezes. Sem me importar muito com a estranheza de tal fato, eu me mantinha sempre falando, de modo a manter tanto o pinheiro quanto os enfeites natalinos sob controle – dei-me conta de que os objetos também estavam vivos, já que um deles tentou arrancar uma fatia das costas da minha mão quando a coloquei dentro da caixa para retirar uma esfera vermelha. Não seria capaz de negar que era um pouco desagradável manter-me continuamente a usar o Charme para evitar que aquelas bolas se rebelassem e tentassem me atacar.

Obviamente, eu poderia simplesmente desistir daquela bobeira, retornar ao Chalé e passar todo o dia de Natal pondo em dia os episódios das minhas séries favoritas, mas por alguma razão desconhecida, eu me divertia realizando aquelas tarefas, provavelmente era o prazer inigualável de ser desafiado a realizar algo e obter sucesso. Não demorou muito, meu afável e provocante – não apenas no bom sentido – namorado aproximou-se, acompanhando com seu olhar atento cada um dos meus movimentos. Ele mantinha-se, não surpreendentemente, plenamente calado, disparando apenas algum comentário ou observação neutros de tempos em tempos. Meu maior companheiro de conversa era o pinheiro que eu ajudava a enfeitar, que revelou-se um vegetal relativamente simpático quando aplacado seu mau humor.

Tem alguma suspeita de quem possa ter sequestrado o bom velhinho?

O que dizem, é que seria um tal de duende verde, de quem ninguém nunca ouviu falar. Bem, se foi ele, fico feliz. Melhor o Duende Verde que o Krampus. – Retorqui, sentindo um calafrio detestável só de imaginar a face horrenda do companheiro mau do Papai Noel.

Será que vai demorar muito para você terminar aí? Eu estou ficando um pouco entediado.

”Imagina como eu estou me sentindo, então”, pensei

Não, só falta o toque final. A estrela. – Meus lábios se estenderam em um sorriso contente ao me dar conta de que já estava terminando.

Ajuda? – Vince indagou, já fazendo menção em se aproximar, mas eu apenas balancei a cabeça, enquanto em ajoelhava ao lado da caixa, aproximando meus dedos da grande estrela amarela.

Meu grito ficou preso na garganta quando eu puxei violentamente a mão de dentro do recipiente após sentir uma dor aguda começar pela extremidade da minha falange e estender-se com velocidade. O filho de Apolo andou em minha direção com tamanha velocidade que me surpreendi ao vê-lo parado ao meu lado, segurando minha mão.

Caramba! A estrela me mordeu! – Realizei a conclusão óbvia, com um tom tanto doloroso como divertido na voz.

O moreno diante de mim estalou a língua contra o céu da boca e balançou negativamente a cabeça, erguendo-se de imediato.

Vai precisar de um curativo, está sangrando demais. – Ele disparou, naquele seu tom grave e técnico de filho do deus da cura, ao mesmo tempo que deixava subentendido que esperava que o acompanhasse a enfermaria.

Está tudo bem, Le Fay, não arrancou meu dedo, só cortou. Dói um pouco, mas vai passar. – Meu enamorado parceiro cruzou os braços frente ao peito e exibiu para mim aquele seu olhar que dizia “Você precisa ser sempre tão teimoso?”. Eu apenas ri de sua seriedade e desferi um tapa contra sua panturrilha – Não seja tão paternal. Estou bem, já falei. – Ele não desfez a carranca e eu exibi uma expressão de enfado, mas não retorqui, afinal, precisava terminar meu afazer. – Ora, ora, estrelinha, você deveria saber que isso que você fez foi completamente despropositado. Afinal, eu não te colocarei no topo do pinheiro? No lugar que todos sabemos que merece, acima de todos os outros adornos? – Os enfeites já pendurados nos galhos começaram a se mover, aparentemente contrariados, mas eu mudei o timbre da minha voz para algo irado e repreensivo e disparei um “Aquietem-se, já!” que mais pareceu um rosnado. – Voltarei a tentar te pegar e farei o grande favor de te colocar no seu devido local. Sei que você não me atacará, afinal, sabe que só estou tentando te fazer bem.

Dito tal, eu segurei o objeto com ambas as mãos, percebendo que ela permanecera imóvel e estendi os braços para alcançar o topo do pinheiro, depositando ali a grande estrela dourada. Afastei-me após arrumar um ou outro adereço colorido e observei com um sorriso orgulhoso meu trabalho concluído. Le Fay aproximou-se devagar, tomando minha mão direita, a que havia sido machucada, nas suas e olhando em meu rosto após observar uma segunda vez o estado do ferimento.

Quase perder um dedo só por causa de um desafio bobo desses. – Ele comentou, com certo desagrado e eu segurei seu queixo, depositando um beijo carinhoso eu seu rosto antes de dar-lhe um sorriso cínico.

Não foi você que queria que eu participasse desse jogo? Pois agora estou gostando, aguente. – Levei meu indicador a boca, sorvendo o sangue nele e afastei-me da minha obra de arte vanguardista com o moreno ao meu lado.


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Oliver Ehlert Nordberg em Ter Dez 20, 2016 6:28 am

remember, remember
all we fight for
A
magia da festividade próxima, o nascimento do filho de Deus na religião cristã – O Natal -, era a única resposta, além de a mais plausível, para o que acontecia sob o manto do acampamento. Magia de modo irônico por ver a figura representativa, comercialmente, do Natal, o velho Papai Noel, foi rapto por uma força completamente inversa aquilo que a ocasião sempre prezou. Duende Verde não era uma criatura comum, nem mesmo ao vasto conhecimento do semideus de Hades sobre criaturas mágicas, ela tinha a capacidade de conseguir simplesmente estragar uma data comemorativa com tanta facilidade. Como não se bastasse apenas atiçar a fúria dos animais que guiam o bom velhinho durante a sua travessia por todas as casas, não precisava fazer algo semelhante às bolas de enfeite das árvores de natal. — Paspalho. — Comentou uma esfera, esta que mirava diretamente a face do humano, com uma expressão irritadiça, o que era perceptível através do enrugar da sua testa. Mas essas coisas não têm pele, nem ao menos músculos, para que possam enrugar. Oliver já nem estava mais surpreso, a casualidade perante o contexto. Exibiu suas celhas curvadas no instante seguinte ao adjetivo vir à tona. — E aí? — O cumprimentou novamente, como, aparentemente, o outro havia feito anteriormente.  

Encararam-se por certa parcela temporal, o rapaz com os olhos no conjunto de diversas bolas, estes que eram recolhidos perto um do outro por conta da caixa onde estavam, e as bolas com os olhos nele. Então, quando o maior rolou a visão até outro canto, mas acerca de si, reparou noutra instrução. Essa, por sua vez, mandava-o pegar cada uma delas – as esferas – e coloca-las no pinheiro de Natal, só que ainda teria de procurar pela árvore correta. Não seria tão difícil de encontrar tal, afinal, de acordo com uma informação extra, o pinheiro é falante. — Todas as coisas hoje pretendem ganhar vida e ficar falando? — Indagou para si em tom furtivo de sua voz, contudo, suficientemente alto para que os pertos ouvissem. Suspirou. — Só me falta aparecer a Branca de Neve, cantando com os seus animaizinhos. — Entre mais suspiros de insatisfação, deu sequência ao comentário. Mirou para si mesmo, vestido com aquela roupa ridícula. — Você parece um idiota com essa roupa. — Indicou a intervenção ao pensamento alheio um dos globos, soltando um riso, em conjunto aos outros, seguidamente. O homem somente revirou os olhos, concordando com a imposição da frase. — Não precisa me dizer o óbvio. — Dando de ombros, revidou as palavras. E elas persistiram no riso.

Carregou a caixa dos enfeites natalinos entre as falanges. — Vamos logo. Não tenho o dia inteiro. — Enquanto elas imediatamente resmungaram, debatendo-se no espaço volumétrico da forma quadricular, ele falou. — Vamos então, ridículo. — Replicaram elas, ao mesmo tempo em que bufavam gases comprimidos. O garoto de cabelo moreno ascendeu e descendeu seus ombros, dando-lhes. Emitiu um sopro entre o espaçamento pequeno dos beiços, simbolizando um sinal para que ficassem em silêncio. — Fiquem quietos! — Praguejou a ordenação, que logo foi obedecida, mesmo que ostentassem um olhar torto para ele. A audição procurava pelo o som que antes havia escutado. Ouviu novamente. — Por ali. — Instruiu a direção com as pupilas, fazendo dela seu rumo no segundo seguinte. Conforme os passos o conduziram para mais próximo, conseguia absorver as palavras expostas ao ar. Alguém conversava consigo mesma. — Não acredito. Que novidade. — Ironizou ao se depara à frente do pinheiro natalino. A planta era maior do que ele, com acerca de 2m de altura. Além do mais, falava. — Tá olhando o quê, cara? — Franzindo as rugas do tronco, onde era o seu rosto, questionou. — Nada não. Só vou te enfeitar.

— E aí, Steve. — Um das pelotas bradou, contente em ver o conhecido. A árvore o mirou a fim de reconhecê-lo. — Brandon? — Era velho, tentava se lembrar sobre quem era, mas era falho. — Que Brandon o quê, idiota? É o Jonas. — Corrigiu o enfeite, remexendo-se na caixa no colo de Oliver. — Foi mal, cara. Estou velho. — Oliver revirou mais uma vez os olhos. — Que lindo o reencontro, mas tenho uma coisa para fazer. — Pegou a bola falante entre os dedos, erguendo o braço para alcançar os galhos para por ele ali. Não era o bastante para isso. Pensou. E pensou de novo. — Já sei. — Imagine, neste momento, uma lâmpada acendendo-se acima do topo do crânio do semideus. Usufruindo de seus dons como um necromante, servente do deus Érebo, moldou as sombras no formato de membros alados – asas – em seu dorso. Imergiu no ar, com os pés suspensos. O voo deixou o serviço bem mais rápido, e simples, pondo os enfeites no pinheiro. Enquanto isso, essas grunhiam de ira. — Ei! — Exclamou em meio a um berro de dor, já que havia tido presas caninas das dentárias presas ao punho. Sacudiu o membro para que o responsável, a famosa estrela do topo do pinheiro. — Que isso, velho? — Semicerrou as vistas. — Sh aí. — Pegou o enfeite pelas costas, onde não poderia mordê-lo, e subiu mais. Colocou no ponto mais alto da árvore.

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Skylar Liech Kroessoff em Ter Dez 20, 2016 11:03 am

santa baby,
i wan't a diamond rign and a beautiful lady!
"Oh, I won't ask for much this Christmas
I won't even wish for snow
And I'm just gonna keep on waiting
Underneath the mistletoe"


Conversava animadamente com a sua amiga rena quando viu as pessoas voltando para o trenó. Rolou os olhos e fez um último carinho na cabeça de Jingles, se afastando com um sorriso no rosto. Skylar ama o natal. É a sua época preferida do ano. Talvez porque seu pai e madrasta não gostassem, já que o patriarca conhecera Afrodite na virada do ano, e ela lhe deu uma filha pouco tempo depois, sumindo e o deixando com a paixão avassaladora. Já sua madrasta perdeu todos os filhos que teve ou tentou ter em dezembro, o que o torna um mês de luto para ela. Mas não para a morena.

Fez sua caminhada rápida de volta ao trenó, pegando sua caixa com cuidado. — All I want for Christmas... — Começou a cantarolar, colocando a caixa de baixo do braço. Olhou em volta, achando um pinheiro que a olhava com um pouco de raiva. "É esse mesmo." Foi até ele, fazendo um certo tipo de dancinha enquanto andava. Botou sua caixinha no chão e olhou para ele. — Olha, amiguinho, eu não estou animada de passar o natal aqui, fazendo favores para o duende, então, se você puder, pelo amor de deus, me ajudar um pouquinho e me deixar decorá-lo, tudo vai ficar bem! — Fez seu discurso e logo colocou um biquinho nos lábios, fazendo por favor com as mãos.

Nesse momento a árvore lhe deu uma galhada que acertou a sua bunda. — V*DIA. EU TE MATO, PINHEIRO DE MERDA! — Soltou um grito que provavelmente deixaria todos surdos e se concentrou, criando raízes que prenderam a árvore no chão. Não eram tão fortes, mas fariam o trabalho por enquanto. Abriu a caixa e fez uma cara de brava para os enfeites. — É melhor todo mundo calar a boca. Se eu ouvir UM PIO eu jogo todas no chão, menos a estrela, e decoro a árvore com flores. Me entenderam? — Todos concordaram silenciosamente, menos uma reninha, que soltou um 'pio'. Pegou a estrela e a colocou no chão, enterrando-a com neve. — Vai ficar ai. Ninguém mandou me desafiar, piranha. — Pisou em cima e respirou fundo.

Procurou a estrela pela caixa, começando a escalar a planta tarada com ela na mão. Teve essa ideia ao ver Lauren fazer o mesmo. Se ela estivesse errada, se foderiam juntas.  Colou a estrela lá em cima, fazendo um 'joinha' com a mão para ela. Desceu, pegando algumas bolas para colocá-las.

— Podem falar agora. Me contem o que está no coração de vocês. Mas uma por vez. — Pediu em um tom doce, que fez a bolinha em sua mão começar. — Você tem cara de piranha. — Arqueou a sobrancelha direita e assentiu com a cabeça, colocando-a perto da estrela. — Eu sei. — Continuou com as bolas até que elas acabassem, tirando um pisca-pisca da caixa. Terminou seu trabalho e desfez as raízes, se sentando no chão, longe do pinheiro. Fez uma bola de neve com a mão e a arremessou na namorada, começando a gargalhar.

PODERES:
DE AFRODITE:
1- Grito Maléfico – O filho de Afrodite pode dar um grito alto e estridente que deixa o inimigo tonto, fraco e enjoado.

2- Domínio das Rosas - As rosas, além de lembrarem atitudes românticas, representam por vezes a deusa Afrodite. Com esse poder, você pode criar rosas e manipulá-las, podendo fazer as pétalas e os espinhos como armas. As pétalas sob seu domínio que forem usadas contra seu inimigo o ferirão como se fossem lâminas muito afiadas, ou podem apenas atrapalhar sua visão. Você também pode fazer com que os espinhos cresçam até, aproximadamente, a cintura do adversário, envolvendo-o para deixa-lo preso e ferindo-o.
BY MITZI
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Blake "Sirius" Falkenrath em Ter Dez 20, 2016 11:07 am

Invasion

Depois de passar muita vergonha fazendo um strip-tease e dançando para a rena por nada, recebemos mais um bilhete com mais uma prova para que o duende devolvesse o velhote.

Abri o bilhete rapidamente e não parecia pior, na verdade, nada seria pior que ficar quase seminu para uma criatura que não um humano. O papel dizia que teríamos que enfeitar uma árvore de natal, o que não parecia nada complicado, apenas talvez chato e cansativo, nunca fui muito dessas coisas. Como meu pai é do exército e passava muito tempo fora, não tínhamos tempo para essas festividades.

Agarrei a caixa de enfeites no trenó abandonado e fui para o bosque das árvores natalinas. Quando botei os pés na floresta, arregalei os olhos ao ver as árvores falando e reclamando sobre não estarem enfeitadas.

– Hoooooooly... – Segui meu caminho até um lugar com menos plantas, não iria ficar confortável “vestindo” uma delas enquanto conversava com as outras. – É você mesmo. – Disse quando encontrei um carvalho solitário.

– Ei babaca. – Procurei de onde vinha a voz. – Ô otário, na caixa, jumento. – Olhei para os lados outra vez, só para então descer os olhos para a caixa de enfeite. – Demorou pra perceber, hein, babaca. – Mais uma vez fiquei perdido com tudo aquilo. – Vai ficar aí babando ou vai trabalhar. – Apenas passei a mão por cima da caixa, deixando um vento gélido congelar todos os objetos ali dentro.

– Bem melhor. - Peguei a primeira bolinha vermelha e abri as asas douradas que havia conquistado derrotando um pequeno monstro rubro. - Com licença. - Agarrei a caixa e segurei com a mão esquerda enquanto a direita pegava os enfeites e os colocava na árvore, a qual parecia tímida demais para fazer qualquer coisa contra, talvez estivesse até gostando.

Como me movia muito rápido, não tive problemas com o tempo, aquelas asas eram uma mão na roda. Não demorou para que faltasse um único detalhe na grande árvore de natal, a sua estrela no topo, a qual também havia sido congelada, porém com o passar do tempo voltaria o normal.


– Pronto... – Pousei. – Agora está linda como deveria. – Abri um largo sorriso comemorando o feito do momento, mas ainda preocupado com o que viria.





OBS::
Ultra XP Pack [D$ 35.000] – Por 1 mês OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. Até 27/12/2016.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Andrew Merlyn em Ter Dez 20, 2016 11:29 am

Com certeza o Duende Verde estava a se divertir com aquela situação. Fazer semideuses de bobos não era uma ideia muito inteligente, mas por hora, não podíamos fazer nada, senão obedecer. A segunda tarefa não seria menos constrangedora que a primeira. Deveríamos procurar uma das várias árvores natalinas espalhadas pelo lugar e decorá-las com os enfeites da ocasião, a questão é que tanto o vegetal quanto os objetos falavam e agiam de uma forma pouco cooperativa. Porém eu não estava afim de fracassar, estava em meu gene aceitar um bom desafio. Claro, meu bom humor transformava aqueles exercícios um tanto quanto divertidos.

— É lógico que você não é um grande caçador de pinheiros, já deveríamos ter achado um. — murmurou uma bolinha vermelha, dentro da caixa de enfeites que eu havia pego no trenó do Noel. Meu bracelete já havia retornado ao estado normal, desde que deixei Melanie perto das outras, anteriormente.

— Eu não sou bom nem em achar minhas cuecas. — brinquei, esperando que as decorações sorrissem, mas falhei miseravelmente. Ao longe, pude ver um pinheiro que se remexia no canto — Ora, ora, parece que achamos nosso alvo. — murmurei.

Tratei de ir me aproximando furtivamente da árvore, que assim que me avistou, tomou uma postura defensiva — Auto lá, tome cuidado, garoto. — advertiu o vegetal.

— Calma lá, amiguinho. Estou aqui para lhe deixar mais feliz. — comentei, amostrando ao pinheiro a caixa com os enfeites.

— E por que eu deixaria você fazer isso? — indagou o pinheiro.

— Bem, você é um pinheiro, estamos no Natal, tenho enfeites de Natal. Deduzo que uma coisa leva a outra. — dei resposta, fazendo alguns enfeites se revirarem na caixa.

— Essa é sua resposta? Cara, você é um imbecil. — resmungou baixo novamente a pelota vermelha.

— Acho que você está certo, acabo ficando sem graça sem enfeites, durante essa época. — colocou a árvore, me dando permissão de enfeitá-la.

— E ainda deu certo? Realmente achamos um pinheiro idiota. — retrucou a pequena esfera mal-humorada.

Não demorou muito para que eu colocasse a decoração sobre os galhos e folhas do pinheiro, mesmo que os enfeites não colaborassem tanto. Faltando por fim, a estrela dourada. Me apoiei nas pontas dos pés e ergui os braços o mais alto que pude, com o pinheiro a se curvar para facilitar a colocação. Assim que estava a encaixá-la, a maldita estrela tratou de me dar uma mordida, antes que eu pudesse fixá-la sobre o topo, o que não impediu minha ação. No fim, o pinheiro estava enfeitado e era hora de saber qual seria a próxima exigência do Duende Verde.

Itens:
*  Instrumentos Divinos: Um bracelete em forma de nota musical que se transforma, à desejo do portador, em qualquer instrumento musical. A música produzida pela arma é letal aos inimigos, causando-lhes dano. Mas essa música não afeta quem o portador não quiser que seja afetado
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Donl McMacoy em Ter Dez 20, 2016 1:24 pm




Merry Christmas




'O Nosso bonde vai te dar tanta porrada doende verde, pouca ideia nessa fita, raptou o papai noelo dono da boca, vai é morrer, vai levar PIPOCO.
Conseguia-mos concluir a primeira tarefa, e ai arvores começavam a se mover em nossa volta, assim como dentro do trenó haviam bolas falantes que gritavam, estas eram de diferentes cores e tamanhos e tinham dentes grandes, que estes faziam questão de - quando aproximava a mão - tentar me morder, era provável que assim que tentasse colocar-las na arvore mágica essas realizariam o ato, tinha quase a altura da mesma então não seria necessário subir ou me apoiar em nada. A única questão era como pegar aqueles enfeites sem que se defendessem, era simples, pegava uma pedra consideravelmente grande e colocando uma força anormal em meu braço, explodiria a pedra apenas com a força de meus músculos, dizendo logo em seguida: - O próximo é quem me morder - todos os enfeites ficavam quetos e sem pronunciar nada conseguia colocar, um por um, na arvore que se divertia a cada enfeite pendurado, na realidade talvez fosse bom, ter alguém passando a mão em seu corpo ...

De toda forma, continuaria colocando, enfeite por enfeite, bola por bola no pinheiro perto de mim, ainda com a rena em meu lado, estava completamente seduzida e provavelmente teria segunda e terceiras intenções, e provavelmente a arvore também, teria sorte de seduzir aqueles animais e coisas mágicas, mas infelizmente, não tinha a mesma sorte com as garotas do local.
 






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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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