The Blood of Olympus
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O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Vênus em Dom Dez 18, 2016 1:12 pm





O DUENDE VERDE ESTÁ A SOLTA

O papai Noel foi sequestrado, nada pode explicar seu desaparecimento repentino, e nem o treno estar abandonado no meio do acampamento, com uma dúzia de renas afoitas. O natal foi comprometido, e cabe a você caro semideuses nos ajudar a encontra-lo. O Duende verde é invejoso, um carinha malvado que todo ano tenta se livrar do papai Noel, e é claro que novamente ele está por trás de tudo isso. Ah como odiamos esse duende. Temos até a meia noite para cumprir todas as pistas deixadas pelo duende verde, e resgatar o papai Noel. Será que conseguimos?

1. O primeiro pedido do duende verde foi deixado em um pequeno bilhete sobre seu treno, e é uma coisa como dito anteriormente um tanto bizarra. O duende quer que vocês se vistam com as roupas que estão nos pacotes no assento da frente, peguem uma rena e a puxem para o canto, e então a paquerem até conquista-la, por fim, cantem para as renas uma música linda de natal. Elas não parecem muito contentes com o sumiço do papai Noel.
Obs¹: As renas falam, são mágicas, elas também voam, seus chifres são feitos de ouro.
Obs²: A roupa é a mesma desse link -> https://i.imgur.com/sHJ5jj1.jpg
Obs³: As renas estão muito irritadas.

Regras:

• Mínimo de 10 linhas por postagens, e é um número relativamente pequeno.

• Cada postagem que o semideus deixar de fazer dentro do evento, serão -10 pontos em sua barra de comportamento dentro do fórum. Com isso, se ele deixar de realizar todas as 5 postagens, estará totalizando um total de 50 pontos a menos em sua barra, e será banido do chatbox.

• Prazo de postagem: 19/12/2016 até as 16:00 da tarde

• Mais informações serão postadas assim que o evento tiver inicio.

• Para se inscrever basta preencher a ficha nesse mesmo tópico, e postar abaixo.

• Boa sorte a todos e divirtam-se.

• Premiação: Valendo itens únicos, xps, dracmas, e etc.

• Observação: O prêmio varia de acordo com o desempenho individual de cada campista.



Vênus, love's lady
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Skylar Liech Kroessoff em Dom Dez 18, 2016 2:52 pm

santa baby,
i wan't a diamond rign and a beautiful lady!
Quando recebeu a noticia que o Papai Noel havia sumido, Skylar correu para fora do chalé, louca para apanhar um ou outro presente que poderia estar jogado perto do trenó. Mas, infelizmente, não tinha nada além de fantasia de duende e um pedido de um tal de Duende Verde.

"Por que eu ainda me meto nessas coisas?" Ela se perguntou, pegando um pacote de roupas que estava na frente do trenó. — Nós vamos receber uma orelha do Noel também? — Reclamou, saindo de perto dos outros para colocar a roupa.

Retirou seu salto preto, em seguida seu vestido. Não retirou seu colar preto, presente de Lauren, ou o que se transformava em arco.  Começou a colocar a fantasia de duende, revirando os olhos a cada segundo. Quando terminou de colocar a roupa, calçou a pantufa e colocou o chapéuzinho.

Jogou o cabelo para trás dos ombros, olhando para as renas ali presentes. Escolheu a mais magra, já que se era pra tomar um coice, pelo menos seria da magrinha, não é mesmo? Aproximou-se lentamente e olhou para os chifres de ouro, abrindo um sorriso sedutor.

— Ai meu deus, dá pra acreditar nesse Noel? Pff. Deixou uma beldade de rena para trás! — Chegou elogiando a rena, que estava olhando para ela com um misto de raiva e curiosidade. — Olha esses chifres! De longe os mais bonitos, por favor, né? — Chegou mais perto, passando a mão na cabeça da rena, tentando acalmá-la.

— Nem eu sei como ele me deixou para trás. — O animal respondeu, incentivando o carinho da semideusa. — Sempre sou a esquecida, as vezes até acho que não sou bonita o suficiente. — A rena disse de um modo falso, porque sabia que era elogiada sempre. Dramática e bonita, igualzinha Skylar.

Ela abriu um sorrisinho e continuou a acariciar a nova amiga. — Qual seu nome, amorzinho? — Indagou docemente, tirando a mão da rena e a colocando na cintura. — Ai, é Jingles, mona, mas pode me chamar de J. — A morena quase morreu para segurar o riso, mantendo a pose do melhor jeito que pode.

"Ai meu deus, a rena é gay. Socorro." Pensou, com seus olhos enchendo de água, mas piscou e mordeu o lábio, virando o rosto para o lado. — J, sabe o que te animaria? Uma música! Posso cantar... O que você acha? Uma bem bafo. — Jingles apenas assentiu com a cabeça.

Ela deu um passo para trás, pigarreando. — I don't want a lot for Christmas, there is just one thing I need, and I don't care about the presents underneath the Christmas tree... — Começou a cantar a música, estalando os dedos no ritmo da melodia e movimentando sua cintura numa dancinha. Sua voz era melodiosa, mas um pouco desafinada. Sorriu largo para a rena e desviou o olhar e fingiu olhar para alguém que amava, só para emocionar a amiga.

Continuou a cantar até o fim do refrão da música, olhando fixamente para a amiguinha. Cessou a cantoria e deixou os dois braços cairem ao lado de seu corpo. Missão dada é missão cumprida.
BY MITZI


Última edição por Skylar Liech Kroessoff em Dom Dez 18, 2016 9:33 pm, editado 1 vez(es)


Você sabe o que acontece com um ratinho quando é pisado por um Louboutin? Então é melhor ficar quieto antes que descubra.
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Lauren L. Hill em Dom Dez 18, 2016 3:09 pm


tell me pretty liars, merry christmas!
Why is it easier to burn than it is to heal?
Lauren olhava o tempo pela janela, o solo abaixo da escada do chalé completamente tomado de neve, a mais branca que já tinha visto em toda a sua vida, ao menos a entrada não estava sem passagem. Suspirou preguiçosa, indo até o seu armário e pegando uma jaqueta porque apesar de amar frio, sabia que sentir o corpo congelar não era psicológico.

Assim que andou para um lugar mais afastado do chalé de ares, pôde ver um trenó com renas mau humoradas a olhando torto – o que a assustou, querendo ou não – e logo em cima do assento, um bilhete e uma roupa colorida que aparentemente parecia uma fantasia de Duende. Lauren balançou a cabeça negativamente, olhando ao redor para ver se alguém havia deixado aquelas coisas ali e quando constatou que só tinha ela e os olimpianos, riu sozinha. Mais uma vez iria pagar algum tipo de micão.

Leu o bilhete que continha letras um pouco desalinhadas, a mensagem escrita era a seguinte: “Espero que ainda use essa fantasia comigo, e [...] Ass: Duende Lindo”, o bilhete que ainda tinha mais algumas extremamente bizarras, mas que a morena preferiu ignorar, foi deixado de lado novamente no trenó. Suas mãos livres pegando a fantasia e esticando em sua frente para analisá-lo. O dia estava frio e sua indignação de que teria que usar aquilo, era imensurável.

Retirou a jaqueta, pondo-a sobre o trenó, continuou com a camiseta que estava por baixo e preferiu continuar com a calça preta por dar um contraste interessante no visual fantasiado. Percebeu alguns olhares sobre si – mais especificamente das renas – e sentiu-se levemente incomodada. — Olha rapazeada, eu sei que vocês estão bem putos com o sumiço daquele velho lindo, e eu garanto que também estou, mas posso jurar que vamos encontrá-lo, tá? — Suspirou pesado, quando terminou de colocar a fantasia sobre seu torso, amarrando o cinturão preto na cintura fina. Retirou os tênis que tinha nos pés, trocando-os pelas pantufas verdes e vermelhas. — Mas vocês não precisam ficar me encarando como se eu fosse a culpada, afinal se eu fosse culpada não ajudaria a procurar. — Proferiu calma, colocando o chapéu vermelho sobre a cabeça. Ergueu os braços os deixando retos e abriu um pouco as pernas, observando a fantasia. “Céus, estou ridícula… mas daria uma boa fantasia com a Sky...” um sorriso de canto e malicioso surgiu no canto dos lábios finos ao pensar consigo mesma, mas o sorriso sumiu assim que subiu o olhar para as renas que a olhavam confusa.

— Cara, eu realmente estou começando a me sentir desconfortável. — Elas grunhiram assim que a prole de Ares terminou de falar. — Se vocês pudessem falar seria muito menos constrangedor pra mim, sabiam? — Perguntou retoricamente ao sentar-se no trenó, virada para elas. Uma delas se aproximou dando uma chifrada na perna de Lauren, o que a fez gemer de dor baixinho e colocar a mão sobre a panturrilha que tinha sido atingida, uma dorzinha latejante no local a incomodando, mas nada sério. — Ei! Estou aqui por vocês e me fazem isso? Calm down, bitches. — Proferiu alto gesticulando com as mãos. Curvou seu corpo um pouco para a frente, seus cotovelos apoiados nas coxas e seus dedos entrelaçados um no outro enquanto pensava no que poderia fazer e uma pequena aflição do que poderia vir a seguir.

— Não é a primeira vez que isso acontece, porquê não tomaram o rumo de vocês e foram atrás do Velhote? — Perguntou meio grossa, a sobrancelha arqueada como se estivesse curiosa e esperasse uma resposta óbvia. — AH, bom, okay… e essa caixinha, hm? — Pegou o objeto em mãos a abrindo, indignada que não tinha nada virou-a de ponta cabeça e ficou chacoalhando na esperança que caísse algo. — Parece que não estamos com sorte. — Comprimiu os lábios fechando a pequena caixa e dando de ombros ao olhar as renas, vendo que apesar do seu pequeno e preguiçoso esforço ainda sim estava tentando ajudá-las, era nítido a gratidão e o afeto que começavam a sentir por Lauren.

— Me diga vocês, gostam de cantadas? Eu posso tentar umas, sabe… talvez me mandaram aqui para seduzir vocês. — Piscou tentando sensual, enquanto pensava nas cantadas. — Eu trabalhei em obras, então tenho umas boas, vamos lá… — Se ajeitou no trenó enquanto olhava para cada uma das renas. Apontou para uma em específica e logo a imagem de Skylar veio em sua mente, por algum motivo. “Espero que ela não saiba disso ou vai me zoar pra sempre...”, pensou e riu logo em seguida, proferindo a primeira cantada, os chifres de ouro mais limpo chamando sua atenção. — Gostei de você, mona, você não é pescoço mas mexeu com a minha cabeça! — Disse e gargalhou jogando a cabeça para trás, recuperando a postura. Fez uma cara de animada, surpresa e bateu duas palmas em excitação. — Tenho mais uma boa! Se liga gata… Você não usa calcinha, MAS… — Lauren a olhou com os olhos semicerrados em suspense, a rena parecia estar ansiosa para ouvir a resposta e parecia animada e, agora, um pouco descontraída e despreocupada. — Você usa porta-jóias! Sabe, o chifre e tal… — Explicou gesticulando com as mãos enquanto ria, um pouco mais contida dessa vez.

Lauren parou por um tempo pensando em uma música diferenciada para cantar e, usando das coxas e das mãos, começou a fazer uma batida ao ritmo da música que já tinha ouvido uma vez com Mariah Carey e Justin Bieber. — I just want you for my own more than you could ever know, make my wish come true... — Fez uma pausa chacoalhando as mãos e abusou um pouco mais da voz, utilizando das aulas de canto que fez quando mais jovem. — All I want for Christmas is youuuu, ohhh yeah — Continuou ao rir baixinho, observando as renas remexerem os corpos brutos ao ritmo da música e assoviando, dando um ritmo mais alegre além das batidas com as minhas mãos.

As renas pareciam estar gostando de Lauren e da sua companhia animada e alegre, assim como Lauren finalmente havia aceitado o fato de que permaneceria com os belos animais por um bom tempo, então não era novidade que ambos ali teriam que se dedicar para passar um bom e agradável tempo juntos até a próxima dica do Duende retardado que haviam lhes tomado o Papai Noel.


Última edição por Lauren L. Hill em Dom Dez 18, 2016 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Shin Tae Hoon em Dom Dez 18, 2016 4:11 pm





I'm falling...
Ter algumas semanas de sossego seria pedir muito para um mero semideus? Provavelmente sim. O acampamento não parava um minuto sequer, mesmo após o misterioso ataque em diversos pontos do mesmo. O Natal estava chegando e na teoria seria um dos únicos momentos em que os semideuses teriam tempo para descansar. Mas ao que parece, os monstros não tinham família ou provavelmente detestavam presentes. O tal duende que capturou o tão querido Papai Noel parecia ter liberado o seu primeiro pedido e para a surpresa de Shin, o pedido fora pior do que imaginava. – Ele está zoando, certo? – Indagou para as pessoas ao seu redor, que não pareciam estar com uma cara de piadistas. O garoto rangeu os dentes e suspirou para tentar manter a calma. – Papai Noel idiota. Quione deveria cuidar disso...   – Sussurrou ao pegar a fantasia e se vestir lentamente. O fato de ser pálido naturalmente tornava o jovem ainda mais parecido com um elfo, e ainda havia a vantagem de ser frio como a neve.
 
 Ao caminhar para um rena livre, o semideus parecia hesitar por breves segundos, pois a mesma estava um pouco mais agressiva que o comum. Seus olhos buscaram encontrar um jeito de se aproximar sem tomar uma chifrada e o fez depois de um tempo. – Hã... Oi? Acho que te chamar de rena é um insulto, certo? Possui nome? – A rena o olhou com uma certa desconfiança, ainda parecia pronta para atacar a qualquer movimento brusco do rapaz. O tal bilhete dizia que era para conversar com as criaturinhas e a prole de Quione estava torcendo para que ela falasse, pois não queria pagar o mico de conversar com aquele bicho sem necessidade. – Claro que tenho nome, seu idiota. Por acaso te chamam de humano? Acho que não. Me chamo Dexter, o prazer é seu. – Dexter pareceu fazer algo como dar de ombro, mas para uma espécie como a dele, isso pareceu um pouco estranho aos olhos do semideus. Mordiscou o lábio inferior ao analisar a rena que parecia muito determinada a ficar naquela pose de convencida. – Não fique bravinho. Não tenho culpa que o seu dono tenha sido capturado. Estou aqui para te ajudar. – Comentou para a rena em um tom terno, se aproximando lentamente sem que o mesmo perceba. Dexter parecia hesitar novamente, observando a prole de Quione para saber se estava dizendo a verdade.  – Se está dizendo a verdade, por qual motivo hesita em se aproximar? – O jovem asiático parecia ter xingado algo em grego ao ver que a rena era muito mais esperto que imaginava. O semideus respirou fundo e fixou seu olhar na rena com mais determinação, esticando sua mão destra até o mesmo. – Você me pareceu um pouco... estressada. Não quero terminar com um furo na barriga. – Brincou, deixando escapar um sorriso simpático. Shin parecia fechar as pálpebras lentamente, se concentrando ao redor do local e voltando a olhar para Dexter. – Olha, isso te lembra algo? – Sorriu novamente ao ver a neve caindo com delicadeza sobre todos no local. A rena parecia ter ficado encantada, mas ainda não queria dar o braço a torcer. – Certo, certo. Esse truque é muito bom, mas uma neve não vai me conquistar assim... – Disse em um tom que parecia tentar convencer a si próprio.
 
 Shin avançou sua mão lentamente, vendo até onde poderia ir. Mas Dexter parecia estar confiando na prole de Quione aos poucos, pois não se afastava ou atacava o jovem. Os dedos destro do asiático tocaram com cuidado no pelo fofo do animal, aguardando algum tipo de negação antes de começar uma pequena carícia. O semideus sorriu largamente e olhou para os flocos de neve que caíam sem quaisquer preocupação. – Viu?  Não há o que temer. O espírito de natal não é algo que pode ser roubado, mesmo com a captura do Noel. Mas prometo que vamos pegá-lo de volta. – Prometeu, olhando fixamente para a rena, mantendo um tom sério.  Dexter parecia ter seus olhos brilhando, quase que agradecendo em pensamento. – Ah, droga... Ok, eu acredito em você, só não me faça chorar... – Comentou em um tom de raiva e choro ao mesmo tempo. – Ah, humano, não sei o seu nome. E outra coisa... Essa tentativa de fantasia está ridícula. – Disse a rena. O asiático bufou ao ouvir o comentário e maneou a cabeça em concordância. Riu baixo e acariciou a rena mais uma vez antes de retirar sua mão. – Prazer, sou Shin. Ah, me falaram que eu canto bem... Vamos tentar. – Sussurrou na última fala, começando a cantarolar uma das famosas músicas natalinas, Jingle Bell, mas em uma versão com um pouco de rock.  




Merry Christmas


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Isaac Dähl Bouwknech em Dom Dez 18, 2016 4:24 pm

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Última edição por Mephis Chabernaud em Ter Jan 31, 2017 2:50 pm, editado 4 vez(es)
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Adam Ehlert Nordberg em Dom Dez 18, 2016 5:09 pm

date me
it's xmas
Porra, ninguém me avisou que o frio aqui fora estava foda. Saí pela primeira vez naquele dia, era noite, olheiras contornavam sutilmente os meus olhos, e minha expressão facial não era as das mais animadas. Tudo em meu corpo ainda doía, a cada passo que eu dava, era uma descoberta de algum osso que eu mal sabia da sua existência, mas o identificava por causa da dor. Maldita farra que eu fui me meter. Passei a minha mão sobre meu rosto, ainda na frente do chalé de Zeus, o tecido das luvas de frio arranhou levemente minha bochecha. Um infinito branco se estendeu a minha frente, a neve começara a cair algumas horas atrás, enquanto eu ainda estava quase desmaiado em cima da cama. Não era o suficiente para ter uma camada espessa de neve, apenas alguns montinhos brancos aqui e ali, enquanto os flocos caiam a seu ritmo. Segui uma caminhada sem destino pelo acampamento, muitos estavam acomodados em seus próprios chalés, outros estavam vagando pela extensão do território do acampamento como eu. Minha cabeça latejou e eu xinguei em voz baixa, apalpando a testa com uma das mãos e tombando a cabeça para o lado, abrindo a boca em um “O” e murmurando alguma coisa sem nexo.

Já distante da área reservada aos chalés, que eram dispostos numa formação de U, achei um trenó. Enquanto eu estava em um estado meio adormecido e meio acordado, eu escutei alguém comentar sobre o desaparecimento do Papai Noel, mas eu não sabia se era algo sério, ou se era mesmo real e não coisa da minha cabeça. Me aproximei do trenó com um pouco de cuidado, pois havia uma dúzia de renas afoitas e confusas, levemente irritadas. No banco, em que normalmente deveria estar o grande bundão do Papai Noel, estava um bilhete contendo mais informações sobre o que realmente havia acontecido. Um sorriso incrédulo de minha parte brotou no meu rosto, isso só poderia ser brincadeira de mal gosto, não tem condição disso ser verdade. Mas, “só de zoas”, eu entrei na brincadeira. Abri uma caixa previamente referida na carta, nela estava contida uma roupa de assistente do Papai Noel. Uma risada escapou da minha boca, foi mais alta do que eu imaginaria que fosse. — Nem fodendo... — Falei ainda rindo, encarando a roupa destinada para mim. Mordi meu próprio lábio inferior, meneando a cabeça para os lados, ainda se negando a acreditar que aquilo era verídico.

— Certo, vamos lá. — Primeiramente, eu retirei as luvas que protegiam minhas mãos do frio, jogando-as no chão. Depois, minhas mãos encontraram a barra da minha jaqueta de moletom, que foi tirada num puxão para cima, seu destino foi o mesmo das luvas. Percebi que uma das renas estava me encarando, arqueei uma sobrancelha, esboçando um meio sorriso. Abaixo da jaqueta de moletom, estava uma camisa preta de manga longa, ela se adequava perfeitamente a meu corpo, e eu não a tiraria por não atrapalhar na fantasia. Senti o sopro do vento enrijecer meu interior, a ereção de meus pelos acontecia em um efeito dominó da nuca até o final das costas. Me desfiz dos meus sapatos, juntamente da calça que eu trajava. Porra, o frio estava foda. Os membros ínferos do meu corpo em total exposição a baixa temperatura fizeram o meu Malaquias encolher no mínimo 2 centímetros. Sem demoras, me adiantei a vestir a fantasia. A camisa bicolor caiu perfeitamente em meu torso, a calça também não ficou de fora. Ela era colada. Muito colada. Até demais. Eu estava me sentindo até um super-herói com as nádegas redondas transparecendo seu formato através da peça. Por último, vesti o gorro e coloquei o sapato pontudo.

Peguei o bilhete manuscrito para ler mais uma vez, no intuito de refrescar a minha memória. Minha segunda reação não foi diferente da primeira, meus olhos lacrimejaram na tentativa falha de conter uma risada. Joguei o papel no banco do trenó e caminhei até as renas, decidido a acabar logo com isso. Parei de frente para a que estava me observando trocar a roupa, eu não era perito em expressões faciais desses animais, mas apesar de irritada, a rena parecia demonstrar um leve interesse. Desanexei sua coleira do trenó e a guiei para alguns metros de distância dos seus companheiros pelo cabo, até termos uma certa privacidade.
— Oi gata, vem sempre aqui? — A questionei enquanto admitia uma postura de cocaras. Como resposta, recebi um “Claro que não seu retardado! Já viu uma rena aqui antes? ” EOQ. Dei um salto para trás quando tomei aquela resposta, levei a mão até minha nuca e puxei levemente alguns fios de cabelo que encontrei. Porra, que grossa. — Não, mas posso passar a ver uma todo dia. — Mordi o lábio inferior e tomei proximidade mais uma vez. A rena ficou quieta, esperando alguma atitude vinda de mim. A palma da minha mão destra passou a lhe acariciar o focinho, enquanto meus olhos observavam os seus chifres. — Você é uma rena bem linda, sabia? Certamente tem algum parentesco com Afrodite. — Ri baixinho, enquanto deslizava a mão que estava lhe acariciando o focinho para o queixo da rena, onde passei a lhe estimular com o indicador. — Meu nome é Adam, de Zeus... e o seu? — A criatura mágica emitiu um som semelhante a uma risadinha, e então, me informou como se chamava. — Jujuba é um bom nome... combina com as galhas... são belas, aliás. — Intensifiquei as carícias executadas abaixo do focinho pontudo da rena.


Spoiler:
vitu




agr eu n tenho mas um dia vou botar assinatura ok e serio
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Dez 18, 2016 8:22 pm


Christmas
 ♦ listening fucked up world with xxxx ♦ words: xxx ♦

Natal. Hela odiava o natal. Não tinha lembranças muito boas, em geral. Ainda sim ela estava indo socorrer as renas do Papai Noel. Parecia até começo de piada infame.

A garota deu um suspiro pesado e olhou para o trenó, encontrando o bilhete do tão falado duende verde. - Pelo visto esse cara não é mau humorado só nos filmes. - resmungou consigo mesma. - Ah, não. Todo ano é a mesma coisa. - uma voz estranha soou perto de si. Inicialmente ela pensara ser Keera. Mas o corvo não tinha a voz daquele jeito. - Vocês falam? - ela perguntou para as renas, olhando para o bilhete em sua mão.

- Não. Imagine. Você com toda certeza está alucinando. - Hela coçou os olhos. - Eu não bebi. Suponho que você seja apenas um ser bem mau humorado. Mais mau humorado que eu até. Eu preciso vestir mesmo essa roupa ridícula? - murmurou consigo mesma enquanto mexia nos embrulhos, ouvindo a rena lhe responder. - Só precisa se vestir se quiser o Papai Noel de volta.

Revirando os olhos, Hel colocou a roupa mais idiota que já vira na vida. Não achava pertinente dizer a uma rena que odiava o natal. - Venha... vamos dar uma volta comigo. Quem sabe assim você se acalma... - murmurou enquanto soltava a mesma. A rena não se moveu. - Ah, qual é. Eu não tenho o dia todo. Se você se acalmar pode me contar melhor o que aconteceu com o Papai Noel.

A rena continuou sem se mover. - Você colabora comigo se eu cantar uma música sobre o natal para você? - perguntou um tanto mais gentil. A rena pareceu se interessar. - Vem... vamos para um lugar mais calmo e eu cantarei para você. - acariciou a cabeça com um sorriso gentil, podia sentir a rena menos desconfiada.

Com mais alguns carinhos a filha da magia conseguiu levar a criatura para mais distante de onde o trenó se encontrava. Estavam no Anfiteatro onde era mais isolado e ela acabou por pensar no que cantaria. Conhecia uma música de um grupo relativamente famoso da Coréia, mas algo lhe dizia que seria melhor cantar uma versão em inglês. Deu um pigarro baixo, limpando a garganta.

Hela não tinha uma voz única e diferente. Era bem harmoniosa, porém também era bastante comum. - Dear Santa... - começou lentamente. - Could you please lend me your ear? I got a wish list for you to hear It hasn’t been my kind of year... what about us? Heartache’s been my middle name I never wanna feel this way again So I’m asking for a change. - a garota parou por um momento, vendo que a rena a olhava de modo que ela deveria continuar.

What about us?
I think this is gonna be
A christmas worth remembering
The best you’ll ever see

Ela começou a estalar os dedos, batendo a ponta do pé no ritmo em que deveria cantar.

I’m looking out through the window
Footsteps somewhere in the snow
It is still as fun
Just like when I was young
Memories from years ago
This man he won’t ever fail me
I know he’s making his round
Reindeers are rushing
Their way through the night
Santa he won’t let me down

Continuou a cantar calmamente, batendo palmas animadamente. Sorriu para a rena ao que acabou, vendo a mesma bufar levemente. - Você não gostou dessa? Posso cantar uma mais clássica se preferir. - deu de ombros, simplista. - Você pode me ajudar a encontrar o Papai Noel? - a rena lhe questionou. - Bem... eu posso tentar. Mas é melhor nós voltarmos e você conversar com seus companheiros, sim? Posso cantar algo para eles também. - ajeitou o gorro na cabeça, respirando fundo.
Caminhou de volta para o trenó ao lado da rena enquanto cantava "We Wish You A Merry Christmas". Algo lhe dizia que aquele seria o mais longo e louco natal de sua vida.

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Hela A. Deverich
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Robin A. Deverich em Dom Dez 18, 2016 9:48 pm


Merry Christmas
hhuh, what this ? I dont know - word ? XXX - Who? XXX

Ela não poderia mentir para si mesma. Robin estava abaixada sobre a frente do chalé a qual morava enquanto passava a ponta dos dedos finos e magros sobre a neve incrivelmente branca. Ela não pode evitar um sorriso estranho e alegre. Nada se comparava com aquilo, nem mesmo diante dos natais a qual passara em família, isso incluía apena ela e sua irmã, com pizza bastante gordurosa e uma coca cola. Por fim, suspirou pesadamente antes de levantar-se e ir de encontro ao seu pequeno caminho nenhum pouco secreto que iria de encontro ao local onde era servido os alimentos, porém algo a espantou.

Robin piscou algumas vezes de forma apressada, levando uma das suas mãos a sua pequena toquinha felpuda, e a outra em seu coração. Ali, a sua frente, havia renas incrivelmente bonitas e um trenó tão decorada quanto a arvore de natal do acampamento –a qual ela achou exageradamente brilhante e bonito – e então, com passos lentos, parou em frente a uma das renas, levando um grande susto ao sentir apenas um sopro com cheiro estranho sobre a sua cara. – Mas o que... – resmungou, ouvindo uma estranha risada de deboche, a qual ela tinha plena certeza que não havia saído de sua garganta. – Quem está ai? – perguntou em uma tonalidade alta, olhando em volta para ver se achava o portador dá risada. – Estou à sua frente, ou não conseguiu visualizar o meu traseiro de rena? – Robin levantou as sobrancelhas. Era a primeira vez que havia visto renas falantes, e principalmente, uma mais mau humorada que sua irmã ao ter que levantar cedo em pleno domingo.

- O que aconteceu? – Estava curiosa, de fato. O que um trenó enorme com renas estava fazendo em plena floresta. – Descubra por si mesmo. – Ela ouviu um estranho som vindo da garganta de uma delas, dando de ombros em seguida Ela definitivamente estava começando a ficar sem paciência. Caminhou até o trenó subindo sobre o mesmo, sentindo agitações dos animais a sua frente, e por fim, notando um pequeno bilhete que quase voara para longe com todo aquele movimento. Robin a pegou, amassando-o sem querer, antes de curiosamente abri-lo e começar a ler. Era notório a sua cara de espanto, principalmente ao levantar a cabeça e notar o pacote a sua frente. O Abriu ligeiro, antes de soltar uma gargalhada alta. – É melhor você vestir, ou não teremos o Senhor Noel de volta. – Robin bufou, descendo do trenó e andando para atrás de uma arvore, vestindo a fantasia que ela particularmente achou bonitinha, e colocando a sua dentro da caixa a qual a anterior estava.

- Tcharam. – Pulou em frente as renas, abrindo um sorriso largo. Ela realmente estava achando divertido estar daquela forma. Principalmente porque apenas animais estranhos e falantes estavam ali. – Quer conhecer a floresta? – perguntou sem se importar com a resposta dela, a soltando das cordas do trenó e começando a puxa-la, mesmo que a cada passo que dava, não movia-se de lugar. – Vamos, qual é... você precisa colabora senhor chifrudo. – Puxou com mais força, parando ao vira-lo para ele, olhando-o de forma surpresa antes dele mover-se de lugar, puxando Robin consigo. A garota apressou os passos, guiando a rena que andava ao seu lado suspirando de forma irritada, e aquilo a deixou extremamente pensativa. Bem, ele era um animal, e em sua concepção, deveriam ser felizes. Notou então que estavam na beira do lago, e a rena parou, olhando para o lugar enquanto Robin parava em sua frente, colocando as mãos na cintura de forma inusitada. – Vou fazer um pequeno show, que na verdade, eu adorava fazer para a minha irmã. – Deu de ombros, caminhando com dificuldade sobre a areia, e se pondo um pouco mais distante dela. - 1+1  igual a gwiyomi, 2+2 igual a gwiyomi. – Cantarolou, colocando os dedos sobre o rosto ao representar cada pedaço da música, sendo este a coreografia passada em sua infância. - 3+3 igual a gwiyomi, Gwigwi gwiyomi gwigwi gwiyomi – Robin ouviu apenas a rena bufar, virando-se para ir embora. – Hey, espera. – Gritou, a vendo virar-se de volta para ela. – Não estou afim de vê-la passar-se de ridícula, senhorita. – Ela não queria dizer, mas lá no seu fundo se sentiu ofendida. – Tudo bem, posso escolher outra. – Deu de ombros, fechando os olhos brevemente antes de lembrar-se da música que seu pai cantava.

- This is a miracle in December, i think my love will endlessly continue, i stop time (Oh! now I will), and go back to you (go back to you). – Cantarolou, não se importando caso alguém ouvisse, porém Robin estava decidida entreter a rena, e se esforçou para mostrar-lhe o dom a qual apenas uma pessoa sabia que ela possuía. - I open your page (Oh! Again today), in my book of memories, oh, i am there inside, oh. – A tonalidade de sua voz havia se tornado mais alta, e ela finalmente havia se tocado que desde o momento a qual chegara no acampamento, aquela era a primeira vez que cantava-lhe de coração. - Inside that winter, i try to find you, who I can’t see. I try to hear you, who I can't hear… - Sua mão posava-lhe sobre seu peito, seus olhos estavam fechados com força, e mesmo assim, podia sentir que o olhar da rena estava sobre o ela. – This is... a miracle in december! – Continuou de forma calma, e quando seus lábios se fecharam ao fim de sua pequena performance, ela abriu os olhos, notando o animal falante lhe observar.

Robin se sentiu diferente, esperando então que o animal pelo menos desse a sua opinião, porém ele não fez. – O que achou? – perguntou dando o fim ao silêncio, ouvindo apenas as patas dele se movendo sobre a neve, parando extremamente próximo a ela. – Me ajude a achar o Papai Noel, e lhe darei a minha resposta como pagamento.– A garota estranhamente se animou, levantando a mão com seu punho fechado. – Feito!. –

Caminhou de volta ao lado da rena, olhando-a preocupada, mesmo que cantarola-se a música novamente, ela esperava que pudesse ajuda-la, porém não imaginava que fosse ter que cantar para todas as outras renas mau humoradas e falantes. Aquele definitivamente, seria um natal nada comum.
 


— I am still in ruin
Nobody knows who i am.!


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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Andrew Merlyn em Dom Dez 18, 2016 11:10 pm

Suspirei fundo por um instante, analisando a situação — Se fôssemos uma série de televisão, isso seria chamado de "O especial de natal do Acampamento Meio-Sangue". — coloquei, mantendo meu tradicional senso de humor e fazendo alguns campistas gargalharem, ao tempo que outros olhavam para mim, me repreendendo visualmente pela piada em má hora.

A neve caía forte, enchendo o solo esverdeado dos estábulos com o mais puro branco de Natal. O frio então, estava cortante, tamanho que era necessário que os semideuses estivessem agasalhados a observar toda a situação. Claro que mesmo por sobre casaco e bastante tecido, meu bracelete divino inda repousava em meu antebraço. Bem, tudo pareceu bem utópico por algum momento, mas até onde eu sabia, a vida naquele lugar era magicamente estranha e nada poderia ser desconsiderado. O que nos fora passado foi que o Papai Noel havia sido sequestrado por um tal de Duende Verde e que se não atendêssemos suas exigências, ele daria cabo do bom velhinho até meia-noite. Presas ao trenó, as renas dialogavam irritadas, ao tempo em que os campistas pensavam no que fazer.

— Eu não tenho coragem de fazer o que ele pediu, me parece bem ridículo. — comentou um dos semi-divinos, analisando a situação, após já ter sido lido o primeiro bilhete com as exigências.

Caminhei até um dos sacos, ao assento da frente, enquanto retirava uma pequena roupa natalina de lá — Vou salvar o bom velhinho, só espero que ele me recompense no próximo Natal, minha Ferrari já está desbotada. — brinquei, demonstrando uma falsa confiança e fazendo os ouvintes rirem timidamente. Admito que após vestir a fantasia, me senti realmente estúpido. Entretanto, eu jamais havia negado um desafio a mim mesmo e não seria naquele momento que eu faria. Trajado com aquela veste, o bilhete que eu já havia lido anteriormente, dizia para paquerar as azedas renas, sendo assim, não me restou muito o que fazer.

Assim que me aproximava de uma delas, pude senti-la bufar — Não pode escolher outra para seu joguinho? Realmente não estou afim de conversa. — bradou em uma voz feminina, assim que percebeu minha chegada até ela.

— Já levei esse tipo de cortada na balada, mas não imaginava que levaria de alguém com chifres. — brinquei, fazendo ela segurar o riso por um momento, ao tempo que puxava-a pela rédea até um local mais reservado — Sou Merlyn, filho de Apolo, qual seu nome? — indaguei.

— Me chamo Melanie, mas já falei que não desejo conversar. — resmungou a animal.

— Já falei que sou insistente? Claro, eu não insistiria se você não fosse a mais bela rena do lugar. — dei resposta, fazendo Melanie me fitar por um instante.

— Você não é muito bom conquistador, certo? — questionou a fêmea.

— Ao menos compenso isso com um belo sorriso. — disse, sorrindo largamente e fazendo a rena bufar em uma risada por um momento.

— Sim, você tem um belo sorriso para um humano. — elogiou Melanie.

— Isto porque você ainda não me viu cantar. — coloquei, já vendo que a quadrúpede já estava fora de seu estresse inicial.

— Então você poderia cantar para mim. — pediu a fêmea.

— Se o destino é uma canção, meu companheiro é um violão. — pus, fazendo meu bracelete brilhar e transformar-se em um violão dourado — Esta é uma música que você jamais ouviu. É de minha própria autoria. — adicionei, dedilhando o violão — Jingle bells, jingle bells, jingle all the way. Oh, what fun it is to rideIn a one horse open sleigh. — iniciei a bela sinfonia, já conhecida em todo mundo, fazendo Melanie gargalhar com a ironia, mas ao mesmo tempo desfrutar de toda minha habilidade musical. Apesar de poder ser letal aos inimigos, a "arma" naquele momento não tinha nenhum objetivo e por isto ninguém que a escutasse seria lesado.

Fosse o que tivesse de acontecer, no fim de tudo aquela primeira atividade fora bastante divertida.

Itens:
*  Instrumentos Divinos: Um bracelete em forma de nota musical que se transforma, à desejo do portador, em qualquer instrumento musical. A música produzida pela arma é letal aos inimigos, causando-lhes dano. Mas essa música não afeta quem o portador não quiser que seja afetado
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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

Mensagem por Donl McMacoy em Seg Dez 19, 2016 12:59 am




Merry Christmas




'O Nosso bonde vai te dar tanta porrada doende verde, pouca ideia nessa fita, raptou o papai noelo dono da boca, vai é morrer, vai levar PIPOCO.
Andava pelo acampamento, quando muitas luzes e conversas rolando acabam por chamar atenção, me guiando até as vozes. Sobre passos lentos e cuidadosos estava simplesmente curioso com o que estava acontecendo ali, barulhos de sinos chegavam a entrar dentro de minha mente me deixando em uma espécie de hipnose. Mesclando-se com o barulho dos sinos estava também um belo instrumento de corda, que despertava ainda mais minha curiosidade.

Após poucos minutos andando pela floresta, me deparava de frente com um grande trenó, assim como muitos campistas que estavam a conversas com renas, então resolvo verificar o trenó que curiosamente tinha um bilhete e uma espécie de embrulho em um de seus bancos, deixando o bilhete no assento tiraria a roupa com que estava, ficando semi nu, e vestiria a roupa do embrulho apenas para experimentar-la, curiosamente - apesar de um pouco justa - a roupa era do meu tamanho e me lembrava o natal, o que eu realmente adorava. Deixava a camisa entre aberta deixando a amostra meus músculos do torço, lendo logo em seguida o que parecia ser um bilhete: '' Sou eu o doende verde, se quiser ter o veio de volta, conquista essas renas malucão''. Agora tinha os fatos que comprovavam o que realmente haveria acontecido ali: O Papai Noel haveria sido sequestrado, particularmente nunca acreditei naquela história, que agora provava ser verdadeira.

Teria de obedecer as ordens do doende para ajudar o velho noel a se libertar do carcere, chegava até uma rena que estava desesperada com o sumiço de seu dono dizendo: - Calma, calma, nós vamos libertar o noel do carcere, precisa de um ombro amigo? - começava o xaveco com a clássica ''quer um lugar para chorar?'' apesar disto, a rena era mágica e respondia chorando: - Maldito doende, papai noel foi raptado! Humano, preciso de ajuda, poderia me ajudar?- costumava a ver doendes apenas quando utilizava substâncias ilícitas, então conhecia a fisionomia de um, pelo menos o que seriam ao meu ver. A rena estava tão desesperada que um xaveco básico seria suficiente para lhe conquistar, e após aquelas palavras haveria demonstrado estar fraca psicologicamente, e também, fácil para se convencer, de toda forma diria: - Prometo dar uma surra naquele doende, mas, agora só consigo pensar nessa sua beleza, mesmo sendo humano e você uma rena, sinto-me atraído grandiosamente por você - ao aproximar meus lábios de sua boca peluda e seu foucinho avermelhado.

Estávamos perto de nos beijar, a rena precisava apenas transformar toda aquele choro em amor, logicamente não queria fazer aquilo mas eram ordens expressas do doende, e com uma espada ''de mestre'' desviava minha boca antes de nossos lábios se juntarem dizendo: - Não suporto lhe beijar sem que o doente tenha pagado pelo que fez, algum dia voltarei para ter-la em meus braços, e quem sabe, poder verdadeiramente te amar. - Provavelmente teria puxado, nem que por um momento a atenção da rena, mas a minha estava em outro alguém, várias e várias lindas garotas estavam com as mesmas roupas que eu apertadas da mesma forma, deixando destaque para suas belas curvas, o que despertava meus sonhos mais loucos. Teria de conhecer no mínimo uma para poder acalmar-me. - Vamos cantar? Ajuda a aliviar a tensão - diria, e a rena respondia afirmamente, então começávamos a cantar como um lindo dueto: Silent night, holy night; All is calm, all is bright; Round yon Virgin Mother and Child; Holy Infant so tender and mild; Sleep in heavenly peace; Sleep in heavenly peace ... Ao terminar o cântico andaria com minha ''amiga'' rena ao lado por perto do trenó,
 






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Re: O EVENTO - O Duende verde está a solta!

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