The Blood of Olympus
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Festa de Halloween

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Festa de Halloween

Mensagem por Vênus em Dom Out 23, 2016 11:38 pm

F R E E D O M

Hal.low.een
s.m.

Dia das Bruxas. Festa que ocorre oficialmente no dia 31 de outubro, presente em alguns países de cultura anglo-americana, em que crianças saem fantasiadas à noite em busca de "doces ou travessuras"; festa das bruxas.

*

Muitos dizem que a noite de Halloween é sobre terror. Sobre pedir doces, sobre se fantasiar.
Bom, nem todos pensam dessa maneira; neste caso, uma filha de Afrodite e uma filha de Hades. Violett Beauregard-Diehl e Ariel Sehn Kahlfels pensam o contrário! Pensam na noite de Halloween como uma noite de liberdade – algo que impulsionou-as na realização de uma festa. Rezam as lendas de que na noite de Halloween os mortos se libertam, e por quê não os vivos? Liberdade para ser quem quiser, agir como quiser. É uma noite sobre liberdade.

Fosse por fofoca, por bilhetinhos secretos ou até mesmo mensagens de íris; os detalhes básicos da festa eram precisos. Na meia-noite do dia 31 de Outubro, todos aqueles que desejassem comparecer a festa deveriam abandonar seus chalés e seguir ao perímetro florestal, onde haverá uma trilha de rastros em luz neon nos troncos das árvores indicando a localização exata do festejo.  Não há uma exigência no traje para o evento, TODOS devem ir da maneira que se sentirem melhor, a liberdade era patente até no quesito do vestuário; fantasiados, seminus, glamourosos, será bem-vindo de qualquer maneira.

Outro detalhe que todos estavam cientes era o de consentimento aos desafios da noite. Haveria uma regra clara de que a partir do momento em que se aceita ser "tatuada" com um emblema na entrada da festa você estará disposto ao joguinho que acompanha tal emblema.

E o último detalhe, mas não menos importante, é simples e direto: O que acontece na floresta fica na floresta!

***

Ambientação & Explicações:


— O ambiente é perfeitamente arquitetado para o evento, sendo ele devidamente afastado para manter uma privacidade aos festeiros, porém seguro de perigos. O terreno fora muito bem selecionado com um espaço devidamente amplo, as árvores encontram-se bem localizadas e servem de sustento para os holofotes de luzes coloridas que acompanham o ambiente da festa acordo com seus estágios; Haverão TRÊS ESTÁGIOS na festa, algo que harmoniza com o jogo do emblema. O primeiro estágio trata-se de libertação. De início, toda o lugar se encontrará em um tom esverdeado, harmonizando com as árvores longas que cercam a área, com os vagalumes que perambulam em seu habitat natural, até com o gramado baixo que cobre o terreno. Nesse primeiro momento tudo trata-se de envolver-se com a festa, de se permitir, de esquecer tudo. As bebidas dispostas são muito mais energéticas, a música tem o intuito de fazer qualquer perder a noção de todo o mundo exterior. A névoa que cobre o ambiente é tão densa e une as luzes verdes, fazendo-o entrar em um universo de luminoso verdor.

+ Para anunciar a mudança de estágio haverá a batida do tambor de neon, que serve também para anunciar as fases do jogo do emblema. O tambor tocará TRÊS VEZES, essas três vezes representam os três estágios da festa e do jogo. O jogo do emblema trata-se de um desafio para envolvimento geral na festa; se você desejar, antes da sua entrada na festa haverá um semideus responsável por marcar sua pele com uma tatuagem adesiva feita a base de tinta neon com um emblema. Os emblemas são estes ( http://imgur.com/9lJrY1R ) e cada um deixará explicito no seu post caso queira qual emblema escolheu.

A cada batida do tambor, um ou dois emblemas serão sorteados e as pessoas que tiverem estes emblemas deverão perder uma peça de roupa obrigatoriamente!

— Após a primeira batida do tambor, e o jogo ter sido realizado haverá um pequeno blackout até que o segundo estágio se inicia: o estágio do desejo. Tudo é vermelho! As luzes, a fumaça, até os convidados. Cada minima coisa parece salientar os instintos mais libidinosos, seja as bebidas exóticas agora oferecidas ou as músicas insinuantes. O jogo de luz brinca com a sua mente, você vê e não vê... ou pensa que viu?

Mas, o principal é que você não tem que pensar ou analisar, tem que sentir. Sentir os corpos, sentir a música, sentir seus desejos aflorarem e se permitir. Mantenha os segredos sobre o véu rubro que a floresta se torna.

+ Haverá uma nova batida do tambor, um novo sorteio do jogo e o terceiro estágio se iniciará após isto.

Extâse, é o último estágio! Não se surpreenda se alguma bebida lhe proporcionar uma reação divergente – isso para aqueles que ainda estiverem em sua perfeita sanidade. Holofotes de cor branca iluminam todo o ambiente em um efeito piscante ou fixo, uma claridade que mexe com seus sentidos. {...}

+ A divisão da localidade é simples, todo o perímetro é cercado por tecidos que dançam com o vento e indicam o limite da vesta. Dentro dos limites há um canto em que estarão dispostas mesas com comidas e bebidas, assim como um responsável pelos drinques. Haverá as caixas de som e equipamentos para o DJ da festa e em pontos estratégicos haverão tendas perfeitamente arquitetadas para aqueles que desejarem privacidade.  




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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Bella-Aubrée Winnemann em Ter Nov 01, 2016 3:32 pm



i slay
you slay?
slay trick or you get eliminated
O incessante tiquetaquear do relógio de cabeceira de algum semideus no chalé de Afrodite completamente isolado arrancou os pensamentos que enchiam minha mente, me trouxe a realidade e era como se eu estivesse acabado de acordar de um longo devaneio.

Em minhas mãos encontrava-se uma folha de papel, no alto desta uma delicada grafia marcava a folha, onde se lia: "Programação para a festa de Halloween de Violett Beauregard-Diehl". Corri meus olhos para a lista que seguia mais abaixo, estudando as enumerados incumbências criadas por Heather, meu meio-irmão alienado.

❝ Garantir uma fantasia que mescle o clima do Halloween com um toque afrodisíaco natural!
Feito.

"Maquiagem e cabelo impecável, feitos pelos melhores esteticistas do acampamento, os próprios meio-irmãos!"
Feito.

"Não surtar ou pensar em desistir da festa, mas acreditar que será muito divertida e proveitosa!"
50% feito...

Mais uma dezena de tarefas preenchiam a folha de papel, estas bastante banais como limpeza de pele, sono de beleza, banho com sais minerais e outros mimos que Heather acreditava ser necessário para mim naquelas horas antecedentes a festa. — Tão bobo. — Sussurrei, em um meio sorriso de graça.

Despercebidamente, pousei meu olhar no longo espelho embutido a um tripé adjacente a entrada do lavabo do chalé; pondo-me a fitar as realizações de minha "pequena" lista refletida ante a mim. Meus traços faciais já naturalmente delicados pareciam mais refinados com a maquiagem que encobria minha pele. Olhos devidamente delineados, os côncavos ainda mantendo o toque suave da maquiagem de cor contrastante a minha pele alva. Somente os lábios se destacavam ali, exibindo um tom rubro lustroso e atrativo – haviam feito um bom trabalho, eu tinha que admitir. Seguidamente, o alvo de minha atenção foram os fios alourados perfeitamente lisos, em um corte muito reto até o meio de minhas costas. Nenhum fio parecia fora do lugar no trançado feito, o penteado era adornado por pequenas e negras jóias que muito harmonizavam com uma coroa negra que se mantinha firme no alto de minha cabeça.

Majestosa, obscuramente majestosa.

Somente a fantasia restava, estirada sobre minha cama perfeitamente coberta por um lençol de cetim negro. A fantasia e um relógio que era refletido no espelho, anunciando a última hora e meia que antecedia o início da festa. Logo o chalé estaria cheio de filhos de Afrodite, caprichando-se em últimos retoques antes de partirem para a celebração do dia das bruxas, e eu já não poderia estar mais ali; precisava estar na floresta.


Meia-noite.

E algo grandioso estava a espreita na escuridão da floresta do acampamento meio-sangue. Por todo o lugar que meus olhos arriscassem olhar o tom de verde era dominante; fosse por culpa das luzes dos holofotes bem instaladas nas árvores e hastes próximas ou pelos vagalumes que voavam pelo ambiente por ora habitado por três figuras. O DJ da festa, que parecia bastante excitado por detrás dos equipamentos eletrônicos cedidos pelo chalé de Hermes. Uma dama enegrecida que se esticava em uma árvore próxima da entrada festa, com toda aquela instigante aura tenebrosa lhe envolvendo, como se ela fosse a personificação do que era o Halloween, da forma mais atrativa possível – Ariel.

E havia eu, posicionada acima de uma caixa de som esticada sobre o chão gramado, com uma mão pousando na cintura – e ali mesmo, do dorso de minha mão, se encontrava um pequeno desenho que contrastava a minha pele alva com o tom de neon, fazendo brilhar o desenho de um aglomerado de pássaros que voavam e logo abaixo as cinco letras que formaram a palavra proud –, os olhos fixos no caminho único que guiava qualquer um da entrada da floresta até ali, aguardando ao primeiro olhar alheio que pousaria naquela capa rendada negra, que parecia dançar com o sopro da brisa florestal e que encobria parcialmente ao luxurioso bodysuit, legitimo da Balmain – acompanhado por um par de botas negras aveludadas que cobria até alguns centímetros acima do meus joelhos, dispondo a visão alheia porções generosas da pele de minhas coxas.

— Gostosura ou travessura, huh!


______________



Última edição por Violett Beauregard-Diehl em Qua Nov 02, 2016 12:02 am, editado 1 vez(es)


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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Ter Nov 01, 2016 11:57 pm


then we're free, it's a thin line
A veste havia caído perfeitamente bem na semideusa, que por um momento, parecia ter um lampejo de consciência de sua própria beleza. O vestido negro grudava em cada curva, nos seios, e o short de cintura alta por dentro com tecido esvoaçante bailando com a brisa tranquila lhe davam um ar muito mais jovial e potente do que as costumeiras jaquetas, calças e coturnos, diferenciando-a naquela noite. Um casaco de pele encobria até um pouco a dos seios – também na cor negra – forjando um look moderno, sexy e – com o casaco de pele – simularia um projétil de guerreira sanguinária das épocas retrógradas. É claro que não havia seleto aquela peça sozinha, uma grande ajuda fora necessária e praticamente um dia de pesquisa foi perdido para que encontrasse a melhor peça para usar, e lá estava, de senhora da morte. O salto negro parecia dispensável, visto a altura vantajosa da semideusa que não tinha nenhuma intenção de fazer algum cosplay de um jogador de basquete qualquer. Então, optou por uma bota de cano curto e com um salto de 5cm para não fazer um efeito muito extravagante, ordenhando o último acessório para finalizar ali: O batom vermelho sangue. Os cabelos já recaíam sobre os ombros, as pontas moldadas em ondas corpulentas e volumosas, exaltando o tom acobreado das madeixas longas, mas não estariam disponíveis por toda a noite, ou ao menos, não no início dela. — Okay, você está ainda mais alta. — A voz por trás da morena oprimia um tom seguro, como se ela tivesse lhe observado antes de realmente se aproximar. — Avisaram que precisava de mim. No que posso ajuda-la, Ariel? — Summer encontrava-se um pouco ao lado da meia-irmã, e não mais que dois segundos depois, o mini elmo estava sendo estendido para ela. — Pode colocar? — Questionou a mais alta, flexionando um pouco os joelhos para poder ser alcançada. Summer assentiu, e sem dificuldades orquestrou o elmo em torno dos ombros magros dela, recuando um passo para completar o gesto ao concentrar o capuz na cabeça da mais velha. — Prontinho. — E antes que Ariel pudesse agradecê-la, a menina não estava mais ali, fazendo-lhe negar com a cabeça para com o sumiço repentino. Deveria estar indo arrumar sua fantasia, já que ainda não era a hora combinada para a chegada dos campistas ao local designado para aquela noite. Junto de Violett, tinha preparado uma noite completamente festiva, e esperava que os demais semideuses aproveitassem, pois não era todo dia que a Casa Grande liberava um evento como aquele. As surpresas compensariam o tempo passado sem nenhum tipo de acontecimento marcante ou revelador para algumas pessoas e o sorriso que demonstrava em apenas pensar no que aconteceria, chegava a dar calafrios em qualquer um que se atrevesse a olhá-la naquele momento. O elmo estava ali para servir como uma capa, mas a sua utilidade original era bem mais precisa: causava uma sensação de terror em quem estivesse próximo, caso desejasse e isso lhe agradava tão quanto o último item da fantasia. Ao virar-se para sair do chalé, tomou na mão direita uma foice de cabo grande, em sua altura, finalmente se encaminhando para o destino final: A floresta.

Tudo estava em seu devido lugar, e era maravilhoso a sensação de que realmente estavam tendo uma festa. É claro que a da praia havia sido boa, coisas ótimas haviam acontecido, mas nada que se comparasse com o planejamento daquela noite. A tatuagem do sol com o dizer “sin” em neon – assim como o desenho do sol – transpareciam um pouco perante o elmo, enquanto a segunda anfitriã se apossava de seu lugar ao lado da primeira. Violett. Os olhos azuis da mentalista alcançaram o corpo da jovem filha de Afrodite, e uma sobrancelha fora arqueada de imediato. Era certeza de que ela estaria vestida para matar, e não brincaria em serviço, mas também não estava muito atrás. Sua aura sensual e atrativa era natural, então não havia se dado o trabalho de ignorar a forma em que praticamente a devorava com os olhos, demorando alguns segundos para finalmente cair em si e desviar a vista para outro ponto. Fora preciso apenas um gesto de cabeça para que cada uma ocupasse o seu lugar, e tão logo estava por cima de um galho de uma árvore alta, um pequeno microfone móvel embutido na parte traseira interna em sua roupa, assim como Violett tinha um, e ambos estavam conectados ao sistema de som disponível pelas proles de Hermes. Antes, tinha um dever a cumprir, então evocou as sombras e desapareceu por alguns segundos.

Ao reaparecer, encontrava-se logo atrás da figura vestida como Stitch dentro da barraca familiar para ela, o que lhe fizera abrir um pequeno sorriso. Ariel não tinha deixado que a caçadora lhe visse, então tatuou a borboleta em seu pulso sem que a morena visse, passando os braços ao redor de sua cintura. Na mesma quantidade de tempo que se teletransportou para lá, refez para retornar, deixando Manu em um ponto mais populoso e ainda sem mostrar-se a ela. — Em breve estarei aqui. — Beijou-lhe o pescoço, desaparecendo outra vez. Novamente, estava em cima da árvore, sem a mínima desconfiança de que os semideuses que chegavam lhe vissem, ou ao menos, vissem Violett, em cima de uma das caixas de som. O som de tambores invisíveis a olho nu adornavam todo o ambiente, assim como refletores brincavam com a iluminação da floresta, acompanhando o ritmo das batidas enquanto a playlist seleta para aquela noite não tinha o seu início. Início esse que se dera quando a floresta estava extremamente populosa. Estava um tanto que nervosa, não sabia o que Manu acharia daquela roupa, mas tinha uma vontade gritante de apertá-la em um abraço apertado ao te-la visto com uma fantasia infantil, o que certamente havia sido uma surpresa e tanto. As quatro batidas mais fortes eram o sinal de que começariam a festa daquele ponto, então se posicionou, bem no momento em que um refletor apontava na direção de Violett, que estava mais próxima da multidão. Logo depois, o outro referenciava sua posição, atraindo os olhares para os dois lados consecutivamente. — Bem vindos a noite de Halloween. — Sua voz soara primeiro, tenebrosa e morna, com o leve tom rouco de sempre. — Neste ano, temos um propósito diferente. Celebraremos de um jeito único, considerando alguns fatores surpresas, vocês experimentaram um pouco do que alguns temem, outros fazem. O primeiro passo para aproveitar a noite, é respeitar os passos que impomos, então é esperado que todos tenham escolhido um emblema para tatuar onde quiser. — Pulou para um galho mais baixo, passando a vez para a filha de Afrodite continuar. Ao fim de suas palavras, ergueu a foice, e juntas, decretaram o ato final. Uma queda de iluminação completa, retornando dez segundos depois bem quando o DJ começava a tocar a playlist, com as luzes piscando em combinação das batidas iniciais de Thriller/heads will roll. Os olhos da semideusa encontraram a figura que mais lhe chamava atenção naquela noite, mas por um momento, haviam desviado para o lado, encontrando duas peças. Hell e James haviam realmente cumprido com o combinado, e teve de afastar o microfone dos lábios, desligando-o logo em seguida. A gargalhada escapou, e se teletransportar até os amigos tinha sido automático. — Claro que não faltaria o Safari em nossa festa! — Comentou, ficando no meio de ambos, abraçando cada um com um braço. — Volto em breve, garotos. — Despediu-se brevemente, indicando Manu com o queixo, aproximando-se sem mais delongas até parar de frente a semideusa. Tirou o capuz, revelando a maquiagem mais forte, indiciando os traços de mulher que havia desenvolvido, inclinando um pouco o rosto para o lado. — Boa noite. — Abriu um pequeno sorriso, aproximando-se um pouco mais enquanto os corpos chacoalhavam ao redor das semideusas.



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So we'll piss off the neighbours in the place that feels the tears, the place to lose your fears. Yeah, reckless behavior. A place that is so pure, so dirty and raw, be in the bed all day, bed all day, bed all day. Fucking you, and fighting on, It's our paradise and it's our war zone
♔ kahlfels
it's a thriller night





Última edição por Ariel Sehn Kahlfels em Sab Nov 05, 2016 10:17 am, editado 1 vez(es)














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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Lauren L. Hill em Qui Nov 03, 2016 12:03 am


I drink too much and that's an issue
We ain't ever getting older

Zeus que pariu. Eu queria tanto que me mandassem um pergaminho pra encontrar a minha animação que estava perdida nas últimas semanas, com tantos treinos e aulas mal sobrava tempo pra mim, meu psicológico acabado. Encarava o papel de convite da festa de Halloween que segurava em mãos, tal que aconteceria na floresta, enquanto escutava o relógio passar o ponteiro pelos segundos e minutos acompanhando minha indecisão de ir ou não.

Bufei olhando pro meu guarda-roupa. Eu não tinha nenhuma fantasia, poderia no máximo ir de uma capitã morta. E com isso decidi, finalmente, comparecer porque com certeza se não comparecesse Ariel ficaria reclamando no meu ouvido por semanas. Minha única esperança era não ter Phil enchendo meu saco novamente com papo de orgia.

Me levantei, na maior dificuldade do mundo e comecei a me arrumar. Coloquei uma jaqueta de veludo bege com uma regata preta por baixo, simples. Uma calça rasgada nas coxas e um tênis esportivo qualquer preto que vi primeiro. Fiz alguns machucados pelo rosto, arrumei meu cabelo e coloquei o chapéu de capitã da marinha que tinha guardado de uma passeio pelos mares, o sujando com ketchup como se fosse sangue.

Não precisava fazer muito, minha cara de morta natural já era bem visível. Antes de sair, peguei uma mini garrafa de vodca que guardava na bolsa, a tomei em apenas um gole: precisava melhorar os ânimos ou não me perdoaria de chegar desanimada na floresta.

[...] Meus passos eram rápidos, estava com pressa e me permiti acompanhar o fluxo. Era visível que tinha fantasias muito melhores que as minhas, algumas extravagantes, sensuais. A veste não era o problema naquela noite, a única coisa proibida seria não se permitir a diversão. Isso eu consegui guardar do bilhetinho. - Zeus, é a voz da Ariel… - comentei baixo, depois de ser tatuada no pulso quando finalmente adentrei na festa.

Esperei a mesma passar seu olhar pelo espaço e quando ela fixou seus olhos em mim por segundos, apenas acenei de longe com a cabeça para ela e continuei parada. Óbvio que próxima do local de bebidas. A tatuagem no pulso era neon e alguns detalhes do lugar também, o clima já estava relativamente sensual, as luzes baixas e esverdeadas em harmonia quando a voz da minha melhor amiga deu lugar a música.

Extasiada enquanto observava todo o espaço, levei um susto quando um louco que já parecia bêbado gritou em meu ouvido “Doces ou travessuras?” e eu apenas o olhei com uma cara de “Que merda é essa?”, o único doce que esperava comer naquela noite era no meio das pernas de alguém e fazer c e r t a s travessuras. Por um momento me senti perdida naquele lugar, até pegar uma outra garrafa de vodca, dessa vez maior e começar a tomar no gargalo.

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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Qui Nov 03, 2016 4:20 pm




Ajeitei a gravata borboleta sobre a camisa branca, apenas para ver como ficaria o designer no fim da noite, mas a cabei colocando-a no bolso traseiro do short negro. Puxei para cima as alças que prenderiam o short e engatei sobre a camisa. Aquela não era exatamente uma roupa de festa, mas algo para completar uma fantasia um de louca, a minha fantasia de louca. Eu tranquilamente a tinha chamado de roupa de baixo. Era um conjunto que consistia basicamente em uma camisa branca, e um shortinho curto, preto, para completar o Look ainda tinha colocado a gravatinha vermelha, mas aquilo estava longe de ser minha fantasia.

Saltei de meias até a cama, e puxei o vestido felpudo. O tecido arranhava minha pele de uma maneira confortável e gostosa, me deixava com vontade de dormir o inverno inteiro, mas eu sabia que aquilo também me deixaria com calor, muito calor aliais. Não me importei, o coloquei por sobre as pernas e usei um feitiço qualquer para poder fecha-lo, sem ajuda a gente se vira como dá, e se ficar torto é paciência. Joguei-me na cama em algum momento, acho que a preguiça tomou conta do meu corpo, e o meu maior desejo agora são costeletas de porco.

Confesso que só ia nessa festa pela comida, mas claro, se rolar algo mais posso acabar me esbaldando, não sou de negar certas coisas, muito menos diversão, mesmo quando estou com preguiça. Saltei da cama novamente puxando as botas para perto, e calcei-as sem meia mesmo, eram confortáveis demais para precisarem de um completo, e felpudas, o que deixavam meus pés parecendo plumas. Penteei os cabelos lisos rapidamente, e puxei a touca de urso por sobre eles, cobrindo meu rosto. A maquiagem era leve, nada que pudesse destoar meu rosto, ou me destacar na multidão, era algo “de boa”, normal e tranquilo. Por fim vesti as luvas de patinha, puxei o casaco e rumei para fora do chalé de Circe.

Rumei para a floresta o mais rápido que conseguia. Em minha linguagem isso quer dizer que me arrastei da melhor forma possível, e que levei mais tempo para chegar na clareira do que qualquer outro campista presente. Eu não estava com pressa, e estava levemente preguiçosa, em dias em que estou mais preguiçosa, nem ouso sair do chalé. Não consegui atingir a entrada logo de cara, meu braço foi detido por um dos filhos de Apolo, que de forma petulante me segurou no lugar. – Precisa aplicar uma tatuagem primeiro, meu docinho, só escolher – E me deu uma cartela. Revirei os olhos para aquele menino patético, e até pensei em transforma-lo em porquinho da índia e usá-lo de chaveiro enquanto dançava, mas confesso que fui boazinha.

Passei os olhos pelas figuras, e acabei optando por uma que lembrava meu pentagrama de feitiços, tal imagem era denominada como “Sin”. – Onde vai querer aplicar? – Ele perguntou novamente, e teve a ousadia de estourar uma goma de mascar perto do meu rosto. Ergui a perna sobre a cadeira, e exibi a coxa, puxando de leve o vestido para cima. – Aqui, docinho.. – Respondi ironicamente, enquanto indicava uma parte qualquer da perna, nem tão acima da coxa, e não tão próxima ao joelho. Foi questão de minutos, e logo minha pele brilhava em tons de neon brilhante, enquanto eu partia para dentro da clareira.

Misturei-me aos corpos agitados em meio a pista de dança. E segui dançando entre os convidados mais loucos, pois no fundo me identificava com eles. Por fim alcancei a mesa de bebidas, peguei a primeira que encontrei pela frente, e entornei goela baixo, apenas para me esquentar no clima da festa. Pousei o copo sobre a mesa e olhei ao redor. A menina encontrava-se de pé a poucos metros de distância, eu não a conhecia de fato, nunca tinha falado com ela, apenas breves encontros a vista no acampamento, na arena de treinamentos e em outros locais. É impossível se conhecer todos os campistas em um lugar como aquele, existem semideuses saindo do tártaro, mas alguns poucos se destacavam.

Mesmo sendo completas desconhecidas, resolvi que chegaria nela, simples assim e sem qualquer tipo de desavença. Quando se tem parafusos a menos a coisa funciona de maneira muito mais pratica. Andei a passos rápidos até a garota, e a peguei pelo pulso a fazendo girar, puxei-a para pista de dança no mesmo momento, os corpos agitados em meio à multidão. Usei uma das pernas para separar as dela. E ao som de “Cuckoo” remexi os quadris, colocando as mãos na cintura dela e a fazendo rebolar até o chão. Quando voltei a subir, com o corpo mais próximo da garota, aproximei a boca do ouvido da mesma, sussurrando. – Eu serei sua travessura essa noite – Mordisquei o local, e me afastei, dando uma piscadela sutil a ela antes de voltar a dançar.




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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Sex Nov 04, 2016 10:04 pm



Vamos fingir que sabemos amar, e quem sabe um dia poderemos aprender
Se eu sou uma espada, eu sou uma espada feita de vidro, e eu sinto que estou começando a estilhaçar

Manu não era capaz de reconhecer a si mesma. O reflexo no espelho refletia a silhueta feminina de uma garota estonteante, cujo os cachos escuros emolduravam um rosto delicado, e os olhos verdes encontravam-se brilhantes. A maquiagem era leve, e o vestido deixava as coxas grossas expostas ao frio da noite. Saltos delicados vestiam-lhe os pés, com tiras de prata que prendiam até as panturrilhas, um pouco abaixo dos joelhos. – Pressione a presilha quando retirar o pijama, a tiara de líder deve completar muito bem sua fantasia – Manu assentiu, as palavras da filha de Afrodite ecoando na tenda improvisada das caçadoras de Artémis, cuja localização encontrava-se temporariamente na floresta do acampamento meio sangue.

Bella posicionou-se atrás do corpo da caçadora, e ajeitou-lhe o cinto prateado. – Nem parece a mesma destrambelhada – Murmurou a garota, fazendo um sorriso envergonhado surgir nos lábios da prole de Poseidon. – Tem certeza que isso dará certo? Me sinto tão exposta, e bem, aquilo é completamente infantil – Manu sussurrou, apontando a fantasia fofa sobre a cama, e fazendo uma careta ao constatar que em breve a estaria vestindo. – Sim vai dar certo, ninguém começa uma boa festa servindo o prato principal, primeiro colocamos uma entrada, depois o tempero e em fim a obra prima, aliais, a mesma que você agora está encarando no espelho – Bella completou, abrindo um sorriso divertido para a caçadora. A tenente limitou-se a revirar os olhos, e ri baixinho.

A filha de Poseidon caminhou até a cama, testando os saltos ainda baixos, e puxou o pijama para si. – Acho que precisarei de ajuda quanto a isso, e espero que não amasse – A garota murmurou, com uma careta presente nos lábios. Minutos mais tarde viu-se completamente distinta, com uma fantasia infantil por cima da roupa de festa, e com os cabelos presos por dentro de um capuz com carinha, de forma que não mostrasse completamente a face. Por fim a garota calçou as pantufas de garra, e com a ajuda de Bella, puxou o zíper do pijama. – Que graça! – A garota riu, e em troca recebeu um tapa da mais velha. – Ela deve estar chegando, anda, vai se arrumar, eu vou ficar esperando – Manu sorriu, agradecendo a ajuda ao se despedir da garota.

Manu aguardou pela chegada da morena nos momentos que se sucederam a confusão de maquiagem, e vestimenta, mas esses foram poucos, e nada aproveitados. Não ajudou ela a se acalmar de alguma maneira, já que dessa forma aquela era a primeira festa a qual ia por livre e espontânea vontade – a praia não estava contando para ela, já que escapara logo no início e não voltara por um longo tempo – mas, o que a deixava mais ansiosa, era o fato de passar mais tempo com Ariel, e em público pela primeira vez. Seu coração martelou no peito ao ter a figura da garota parada as suas costas, e a impedindo de vê-la. Fora um pensamento bobo, mas que a atrairá, e Manu esperava não ter sido pega em flagrante daquela maneira.

Ariel agira rápido, e logo uma borboleta brilhava sobre o pulso da caçadora, uma tatuagem preta a luz do lugar, mas que ganhava tons nítidos e brilhantes quando misturados a noite. Curiosa, a garota se deixou ser levada pelas sombras, e quando deu por si já estava em meio à multidão, cercada por campistas que nem conhecia. - Não vá. – Manu não teve tempo de responder Ariel, pois a garota logo se embreava pela festa, a impedindo de encontrá-la em meio a tantas outras pessoas. Os odores se confundiam, mesmo que o cheiro de Ariel para ela fosse único, e por mais que tentasse aguçar o olhar, não conseguia encontra-la, pois não tinha tido a oportunidade de vê-la. As fantasias ali presentes, cobriam boa parte dos corpos, impedindo a ela de reconhecer qualquer um dos presentes, o que também se tornara um problema.

Manu não teve que procura-la por muito tempo, e seus passos foram detidos na pista de dança, enquanto o olhar se voltava para cima, de onde a voz da filha de Hades acabara de se fazer presente. Em meio a escuridão Manu era capaz de identificar apenas as vestes prestas, o rosto, assim como o corpo de Ariel encontravam-se ocultos, de forma que Manu não conseguia vislumbra-la bem. A morena estava curiosa, tinha que confessar que todo aquele suspense a estava atiçando mais do que devia, e por isso, de alguma maneira, se sentia ainda mais ansiosa. E então ela voltou a desaparecer, assim como a voz que antes ocupava um ponto importante da festa, destacando-se da multidão.

Os olhos da caçadora voltaram a vasculhar os campistas, em busca da única figura que lhe importava, e distraiu-se por um momento, agitada demais com as músicas, com as pessoas, e com a bagunça que se encontrava ao redor. E estranhamente, também se sentia atraída, com uma insana vontade de se mover, e com uma borboleta piscando no pulso. A garota se virou rapidamente, e deu de cara com aquela a quem procurava. A voz de Ariel a arrepiou por completo, mas não fora nada disso que a fizera parar logo a sua frente com cara de tacho, e o olhar perdido entre as feições da garota.

Foi a diferença nos traços que a fizeram estacar daquela maneira, foi o olhar firme, e as feições que agora representavam uma mulher completamente atraente, foi a forma como ela moveu o corpo para mais perto, e abriu aquele sorriso. Manu sentiu as bochechas pegarem fogo pelo contato, mas quando deu por si, já se inclinava como ela para mais perto, de forma que não restasse qualquer espaço entre Ariel e ela. Sua mão alcançou o rosto da garota, e a trouxe para perto fazendo seus narizes se roçarem. A cena deveria ser cômica, um ursinho Stich colada a uma filha das trevas completamente sexy, mas Manu não se importou com isso enquanto sorria para ela, pois as coisas naquele momento, pareciam estar exatamente no lugar de frente. Onde o peito aquecia, e alma aquietava-se, mas as borboletas continuavam voando soltas por seu  estomago, até chegar ao coração.

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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Sab Nov 05, 2016 10:44 am


then we're free, it's a thin line
O corpo completamente oculto por trás do elmo causava as expressões que Ariel esperava notar, o que por si só já era algo de grande satisfação. Porém, nada iria se comparar ao fato de estar ali, em meio ao acampamento praticamente todo enquanto estaria acompanhada da moça mais bonita daquela lugar. Afrodite que lhe desse um tempo, pois nem mesmo a deusa da beleza havia tido a magnificência de decalcar alguém tão linda quanto Emmanuelle. Tinha fechado os olhos no momento em que obtivera o rosto acariciado pelo toque delicado, aproximando-se um pouco mais por conta do apertado, corpos dançando e trombando vez ou outra com uma delas. Sem muito a pensar, encostou os lábios aos dela, apertando os dedos no pijama de Stitch, e o pensar causava-lhe um beijo bem no momento do selinho. — Quem diria, senhorita fofura? — Brincou, dedilhando os lábios dela com a ponta do polegar, mostrando que o braço estava descoberto abaixo do elmo, em uma pista misteriosa do que havia ali por baixo. Esticou a foice para trás, prendendo-a em um pequeno apetrecho que havia pedido para Violett embutir no elmo e facilitar a própria vida, para estar com as mãos livres em alguns momentos. Ariel não era muito de dançar, mas estava começando a achar que ficar parada era algo que, definitivamente, não aconteceria por mais de alguns segundos. Então, This is my life começou a pulsar das potentes caixas de som ao mesmo instante que uma fumaça esverdeada emergia dos canteiros mais obscuros da floresta e vários vagalumes mecânicos com neon verde voavam de um lado para o outro. Um sorriso malicioso despontou nos lábios avermelhados da maior, que enlaçou a mais baixa pela cintura, puxando-a para uma dança envolvente. Mas, o toque despertara a curiosidade da prole de Hades, que havia sentido "algo mais" por baixo do pijama da tenente, arqueando a sobrancelha ao fitar seu rosto. — Vai me mostrar o que tem ai embaixo? — questionou, colando os lábios no ouvido da morena, afastando um pouco o capuz do pijama para alcançar seu ouvido. Beijou a região, capturando seu lóbulo para sugar lentamente, mordiscando antes de deixá-lo escapar. — Com sede, filha de Poseidon? — trouxe os lábios para próximo dos de Manu, roçando nos dela ligeiramente, voltando a afastar o rosto em uma clara provocação. "Dois drinks condensados, Jordan." Murmurou mentalmente, sabendo que a mensagem havia sido captada.

Ariel olhou ao redor, tendo uma boa visão por estar alguns centímetros mais alta - como sempre, por um acaso - que os demais, podendo vislumbrar algumas presenças achadas em um olhar rápido. Tinha encontrado Lauren em algum lugar, e passou a olhar ao redor na tentativa de achá-la outra vez, e ao conseguir, sorria imensamente. Pandora estava com ela, e pareciam estar próximas de mais para uma conversa amigável. — Hmm, acho que Phill terá de escolher outra vítima. — falou sozinha, soltando uma pequena risada. Foi interrompida por alguns semideuses que a cumprimentavam e parabenizavam pela festa e não podia deixar de notar que pareciam curiosos para olhar o que havia por baixo do elmo. Um pequeno sorriso de canto era a resposta dada a qualquer um que se aproximava, e dado o momento que o fluxo de campistas se amontoavam ao seu redor, esticou o braço um pouco para trás, tomando a mão de Manu na própria. Despediu-se vagamente, puxando-a um pouco mais para frente, onde sombras brincavam ao ritmo da música, deixando um ponto mais escurecido disposto para casais que.... Bem. — Tome. — pescou duas bebidas avermelhadas da mesa logo atrás, degustando do drink preparado por um dos filhos de Dionísio a quem já havia pedido alguns minutos antes. Nada mais era do que batida de morango com uma mínima quantidade de gim para não embebedá-las, uma substância brasileira para dar um gosto doce e cremoso, com uma pulseira neon mergulhada dentro para enfeitar. Na borda das taças, um morango cortado ao meio.


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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Lauren L. Hill em Sab Nov 05, 2016 6:51 pm


I drink too much and that's an issue
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Álcool no organismo. Especificamente: vodca. Era a bebida que mais tinha “poder” sobre meu corpo, não me restava dúvidas de que caso eu a tomasse sem ter comido nada, em poucos minutos estaria me animando e interagindo. Enquanto tomava o líquido no gargalo da garrafa, observei uma garota se aproximar da pista de dança e se envolver no meio da multidão, não precisava de muito para ela se destacar, seus movimentos sensuais pareciam calculados.

Não demorou muito até a mesma se aproximar da mesa e pegar uma bebida qualquer. Foi tempo o suficiente para analisar suas curvas graciosas suavemente marcadas pelo vestido felpudo quando a vi próxima, mas foi questão de um piscar de olhos quando senti a mesma pegar em meu pulso e me puxar para a pista de dança. Realmente, já estava levemente bêbada, meu reflexo passou a ficar lento. Mas podia se dizer, também, que estava um tanto quanto encantada.

Segui seus passos, até nossos corpos começarem a se chocar com outros dançantes por falta de espaço. Não era tão ruim sentir aquele calor, afinal todos estavam ali com o mesmo objetivo. Fiquei a olhando um pouco confusa enquanto dava mais um gole na bebida, sentido uma de suas coxas chocarem-se contra as minhas, suas mãos foram parar em minha cintura me guiando e obrigando a dançar, seguindo o ritmo da música envolvente. Descemos até o chão, seu rosto perto o suficiente me fazendo sentir sua respiração ofegante.

– Eu serei sua travessura essa noite. Sua voz aparentemente aveludada perto do meu ouvido, logo depois dando uma mordida na minha orelha, o que me fez morder os lábios e sorrir brevemente. E por um momento, desejei que ela não parasse mais de falar.

Ouvi “Skin” começar a tocar, dancei lentamente a minha música preferida, acompanhando o ritmo da música, coloquei então minha mão em seu pescoço e reaproximei seu rosto do meu sem parar de dançar. – I got a secret that I wanna show you… Sussurrei cantando em seu ouvido, roçando meus lábios nos seus logo depois de depositar a mão livre na sua cintura apertando suavemente.

Afastei um pouco o rosto só pra dar um longo gole na vodca, apreciando a bebida com os olhos fechados. Algo me dizia que naquela noite, eu teria uma companhia mais agradável do que a bebida, e que dessa vez Ares não estava me pregando mais “uma maldição”.

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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Nov 06, 2016 1:03 pm




Acredito que fiz a escolha certa ao me aproximar daquela garota. A noite seria repleta de diversão, eu garantiria isso com uma simples dança, com passos nada calculados, mas graciosos, e com gestos simples, mas que seriam eficazes. Meu sorriso não vacilou em nenhum momento, e eu continuava a mover os quadris de maneira sutil. Acompanhava os passos mais lentos da dança, com os corpos ao redor se aproximando, com pessoas batendo de um canto a outro, mas com a animação pairando no ambiente.

A companhia era agradável, divertida, e me provocava com gestos discretos, que simulavam que a noite seria longa, e completamente divertida para minha pessoa. Descartei o copo de lado, com a bebida inacabada no fundo, e outra pessoa esbarrou em minhas costas, me fazendo voltar a ficar colada a ela. – A propósito, eu sou Pandora, mas me chame de Panda – Murmurei, com o rosto próximo ao dela. A música alta impedia que eu falasse de longe, pois era impossível escutar alguma coisa com os gritos da multidão se misturando a acústica do lugar.

Puxei-a para um canto mais discreto, sentindo o vestido começar a pinicar pelo calor da pista. As pessoas ali ainda dançavam, mas o espaço já não era assim tão precário, e não me impedia de se mover mais livremente. – Você sabe meu nome, mas ainda não me disse o seu – Sorrio, agora mais tranquila por estar com o corpo livre de esbarrões repentinos, que tendiam a tirar a minha concentração. Movi a cabeça para os lados, seguindo o ritmo da nova música que começara, a qual nem mesmo conhecia o nome, e ri sozinha da minha besteira, voltando a me aproximar dela.

Toquei-lhe a cintura de maneira discreta, e arqueei uma sobrancelha em sua direção. Puxei-a contra meu peito, fazendo nossos corpos se chocarem por um momento, e voltei a dançar com ela, agora com os corpos colados um no outro, acompanhando a batida da música. Há muito tempo que não participava de festas como aquela, e sair da rotina estava me soando mais divertido do que eu esperava que fosse.





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Re: Festa de Halloween

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Nov 06, 2016 6:32 pm



Vamos fingir que sabemos amar, e quem sabe um dia poderemos aprender
Se eu sou uma espada, eu sou uma espada feita de vidro, e eu sinto que estou começando a estilhaçar

A multidão ao redor a deixava um tanto perdida, era difícil assimilar tudo em um único momento, e, portanto, Manu dedicava-se apenas a Ariel. Sentir os lábios da morena sobre os seus, era algo diferente de qualquer outra coisa que Manu já tivesse sentido, ela jamais conseguiria comparar a sensação de ter os lábios da morena recostando-se de leve aos dela, com qualquer outra coisa. Tinha tendência a fazer comparativos desnecessários, mas nunca achara nada para ser comparado as coisas que fazia, sentia, ou compartilhava com Ariel, eram momentos delas, sem nada para complicar. – Talvez Afrodite dissesse – Brincou de volta, mordendo a pontinha do dedo da mais velha, apenas para provoca-la, então se afastou, a encarando de forma breve.

Manu limitou-se a observar seus atos no momento seguinte, fascinada pela beleza da mais velha, pelo mistério que envolvia ambas, e pelo clima da festa, que estranhamente a estava deixando um tanto eufórica. Ao mesmo tempo, sentia a curiosidade sobressair-se ainda mais pela forma discreta com que Ariel se portava, como se estivesse se preparando para algo ainda mais grandioso enquanto a puxava para perto. Seus corpos se moviam com delicadeza e calma, envolvidas uma com a outra enquanto acompanhavam – de forma desajeitada – o ritmo da música que acabara de começar. Manu sentiu-a se aproximar ainda mais, e a pele se arrepiar com a voz da prole de Hades em seu ouvido. Não conseguiu evitar a mordida nos lábios, e nem o suspiro que lhe escapara logo em seguida. – Mais tarde, e no momento certo – Voltou a dizer, a voz saindo um tanto falha pelas provocações da morena.

Algo estava diferente naquela noite, para ambas as garotas. Um clima de mistério e provocações envolvia-as de forma que, mesmo quando se afastavam, os olhares permaneciam atentos, observando-se, provocando-se, e claramente querendo algo mais. Manu não sabia dizer o que era esse algo, apenas se deixava levar pelo desconhecido, certa de que Ariel ainda tinha muito a ensinar a ela, e que tal afirmação era recíproca, porque ao mesmo tempo que aprendia, também virara instrutora da filha de Hades. A situação era do avesso, louca, e completamente divertida, envolvente, gentil, sagaz, e de um jeito bom, deixava ambas estranhamente sorridentes, talvez Manu mais do que Ariel em alguns momentos.

A filha de Poseidon ainda se recordava de sua última experiência com bebidas, e estranhamente esse fato a fez rir baixinho, com as bochechas coradas enquanto encarava Ariel. – Um pouco, mas acho que vou me controlar mais dessa vez, e também não estou tão nervosa – Murmurou de volta, próxima o suficiente para que apenas ela lhe escutasse. Boa parte dos campistas presentes insistia em se manter por perto. Manu não sabia o que os levava a entrosar-se de maneira tão casual, como velhos conhecidos, amigos, ou companheiros de batalha. Até as caçadoras em alguns momentos levavam tempo para se acostumar, as novatas principalmente, era questão de tempo se habituar a algo novo. Mas, ali, em meio ao tumulto, Manu notou que todos vieram em busca do mesmo objetivo, diversão, e portanto, tratavam-se apenas como conhecidos, o que para ela soava bastante curioso.

Ariel puxou-a pela mão em algum momento, e ambas se misturaram no amontoado de pessoas. Manu ficara as costas de Ariel, protegida de olhares curiosos, e trombadas mais bruscas, talvez aquela fosse uma jogada da filha de Hades para mantê-la segura enquanto se movimentavam, ou talvez fosse apenas instinto. Fosse o que fosse, Manu ainda não sabia dizer. Em dado momento, viu-se sendo puxada para frente do corpo de Ariel, de forma que o espaço entre elas encurtasse, e pudessem falar sem ser ouvidas. A multidão tinha se tornado menos densa, e agora uma bebida vermelha jazia sobre a mão fechada da prole de Poseidon. Manu levou a mesma ao nariz, e aspirou o odor de leve sentindo o cheiro conhecido de morango, e algo mais cítrico e forte misturado. Levou a bebida aos lábios e sorveu de leve, sentindo o gosto da bebida descer-lhe pela garganta, adocicado e levemente diferente. – O que é isso? – Perguntou erguendo a taça em direção a Ariel, curiosa para saber do que se tratava o conteúdo.

Olhou ao redor, notando estar em um canto mais escuro, o que a deixava mais confortável também. Os olhos verdes brilhavam entre as luzes escurecidas, mas permaneciam ocultos pelo capuz. Manu tomou Ariel pela mão, e a puxou para um canto ainda mais afastado, longe da mesa de bebidas. Recostou-se sobre uma das arvores e a puxou pela cintura, de forma que a filha de Hades ficasse entre suas pernas, e o próprio corpo ficasse ancorado sobre a arvore confortavelmente. – Confesso que não sei dançar, e quanto a fantasia, vim com esse pijama no intuito de tira-lo, já que eu não pretendia sair daqui como cosplay barato de Eva no paraíso, com apenas folhas cobrindo meus seios – Explicou-se rapidamente, soltando uma risadinha baixa, e envergonhada ao mesmo tempo. – Então de qualquer maneira, você acabar vendo o que tem por baixo – Manu piscou discretamente para ela, e voltou a bebericar o liquido vermelho, sentindo-se mais à vontade.


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Re: Festa de Halloween

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