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Beach Party.

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Re: Beach Party.

Mensagem por Perséfone em Qui Set 29, 2016 5:43 pm

Avaliado.

250 xp +250 Dracma.

(Maldição retirada)


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Re: Beach Party.

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Qui Set 29, 2016 9:40 pm

Know what you doing tonight
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Ao notar a agitação logo atrás, Ariel manteve o olhar na filha de Poseidon, que parecia estar perdendo alguns dos controles do próprio corpo. Em poucos segundos havia sido pressionada contra a árvore, tendo tempo apenas de perceber a diferença na tonalidade das órbitas esverdeadas para um tom mais escuro e nublado, estranhando o comportamento da semideusa. — Ma... — antes que o nome escapulisse dos lábios, com o pescoço exposto para ela, que providenciava o ato de sentir o aroma da pele latina, para logo tocar a ponta das presas - de onde vinham? - contra a tez da prole da morte, fazendo-a retesar o corpo, mas não havia jeito; estava encurralada. Ainda em menos tempo, os corpos pareciam se fundir em cada mínimo espaço não existente entre elas, fazendo com que Ariel procurasse algum lugar para deixar as mãos. Onde elas tinham ido parar? Nos cabelos castanhos e longos da caçadora, exercendo alguns puxões e dedos apertando-se por entre os fios agora desgrenhados. O beijo aconteceu sem que ela esperasse, mas muito antes de se pegar pensando em tal coisa, já o estava retribuindo de forma urgente e intensa, buscando fisgar o fôlego da morena indomável. O contato havia sido duradouro, o beijo tinha sido realmente urgente, mas havia algo de incomum nos gestos da mais baixa, deixando uma Ariel confusa e com uma leve sensação de que havia sido usada. Não sabia dizer se a leve tontura havia sido causada pela grande falta de ar nos pulmões, ou se era porque tinha saciado a vontade de estabelecer um contato maior do que alguns diálogos e caminhadas lado-a-lado com Emmanuelle. Fora isso, estava curiosa para saber o que tinha causado aquele ataque repentino, omitindo para si mesma a curiosidade sobre as presas.

Ao desvencilhar as mãos dos cabelos dela, sentia-se mais "ligada" depois daquele beijo, tendo que controlar os próprios impulsos - sem saber de onde estava tirando forças para tal - e continuar as coisas, já que dificilmente Emmanuelle o faria. — Certo... — pigarreou, ainda muito perto da semideusa, com os olhos tão mais escuros quanto os dela. — Não vou questionar o que foi isso, não parece... Ter sido... Você. — tentou falar algo mais, mas nada saia. Então, num gesto rápido tomou o lugar da caçadora, sendo a quem pressionava seu corpo contra a árvore. As mãos tocavam-lhe pontos do corpo moreno e esguio nos quais não deveria estar acometendo aqueles toques, mas não era como se não quisesse estar fazendo aquilo.  — Eu preciso respirar, ou vou acabar atacando você de volta. — sussurrou contra os lábios avermelhados dela, tomando-os na boca para sugar cada um, afastando-se repentinamente para o bem das duas. Tomava algumas respirações profundas, e acabou se aproximando da garrafa de vinho, sem se interessar em pegar uma das taças, bebendo o conteúdo diretamente do gargalo. Animals pulsava de forma estridente, e apesar de estarem um pouco afastadas do som alto, era como se Ariel sentisse a música pulsar nas próprias veias, tensa, pronta para atacar. Os olhos azuis permaneciam intensos e em um tom tão escuro que chegavam a se confundir com o azul profundo daquela noite, tendo que fechá-los para começar a buscar por concentração.





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Re: Beach Party.

Mensagem por Alivia Mitchell em Qui Set 29, 2016 10:00 pm


entre tapas e beijos
Os fios levemente ondulados e de tom aloirado caíam em forma de cascata nas costas da prole de Hermes. No chalé alguns campistas falavam sobre a festa que estava tendo na praia. A mesma festa na qual Alívia falara para uma novata ir, pois encontraria lá uma menina que falara mal dela. Talvez a loira quisesse apenas ver uma confusão a toa rolar, uma confusão na qual não estivesse diretamente envolvida.
-Vamos lá... - A prole de Hermes falou baixo tentando esconder o sorriso que insistia em surgir em seus lábios finos, ao imaginar da confusão que provavelmente estava tendo na praia.
Alívia vestira um biquíni colorido, tendo o tom marrom e laranja predominante, na parte de cima. E a parte de baixo era negra com as laterais amarronzadas e alaranjadas. E vestiu uma saída de praia branca com desenhos floridos.

O caminho até a praia havia sido tranquilo, mesmo a loira estando com medo de ser atacada por alguma harpia louca e esfomeada. Alívia sentia a areia tocar-lhe os pés, ficando por entre os chinelos e os pés da jovem. O vento acariciava-lhe o rosto e dançava com o cabelo da menina. Esta olhava para as pessoas, procurando pela novata que provavelmente seria reconhecida como filha de Ares, por seu jeito explosivo.
Alívia retirara os chinelos e se curvara, pegando-os apenas utilizando uma das mãos. Após passar por algumas pessoas, avistou mais à frente a ruiva de calça e blusa. Esta estava de frente para Natasha. A prole de Ares tinha no lábio inferior um leve corte, é... A prole de Hermes já perdeu a briga. Alívia passava por entre os campistas que estavam no local e se aproximara das meninas, mas ainda mantendo uma certa distância, caso voltassem a se bater.
-Olá... - A loira falou erguendo a cabeça para fitar a ruiva. Samanta era muito alta perto de Alívia e talvez de qualquer outro campista. Mitchell aproximou-se mais de Samanta forçando um sorriso. - Como está? - Questionou a menina procurando por machucados na face da menina, mas não tinha nada. O olhar da menina passeou pelo local indo de encontro com o de Natasha. A menina mordeu a parte interna da bochecha destra pensando na merda que fizera. Quando essas meninas descobrissem que era tudo mentira de Alívia, esta certamente iria para o mundo dos mortos.
-Então... - A garota falou baixo voltando sua atenção à Samanta. Alívia colocou uma de suas mão no braço da menina e passou a outra mão para a nuca da mesma, acariciando o local com as unhas. Os calcanhares da menina ergueram-se, aproximando o rosto da loira o rosto da ruiva, mas ainda era impossível alcançar os lábios da indefinida. Alívia encarava Samanta nos olhos enquanto puxava-a suavemente pela nuca, rezando para não levar uma cabeçada. A loira ergueu a cabeça, descendo o olhar para os lábios da garota, já estavam próximos o suficiente. Os lábios suavemente corados da maior não exibiam sorriso algum, como já era de se esperar. Alívia roçou seus lábios nos da garota e mordiscou-os suavemente, tirando a mão do braço dela e o levando para a cintura de Samanta, apertando-a de leve. Alívia mordiscou suavemente o lábio inferior da menina, puxando-o para si e sorriu brevemente antes de fechar os olhos, voltando a selar seus lábios aos dela pedindo passagem com a língua. Seus corpos se colaram mais enquanto a língua das duas semideusas dançavam. A prole de Hermes ainda acariciava a nuca de Samanta puxando-a uma pouco mais para si, a garota baixa sorria fraco por entre o beijo enquanto brincava com o piercing que a maior tinha na língua. O beijo quebrou-se com selinhos e Alívia abriu os olhos, erguendo o olhar para os olhos de Samanta, fitando suas íris esverdeadas. Alívia apertou um pouco mais a cintura da ruiva e mordiscou mais uma vez o lábio inferior dela, dando mais um selinho na mesma. A loira retirou a mão da nuca de Samanta e soltou sua cintura, voltando a abaixar os calcanhares.
-Até breve, Samanta. - Falou baixo pegando na mão da maior e depositando um beijo no dorso de sua mão, logo soltando e se afastando da garota.
Um sorriso fraco insistia em ficar nos lábios de Alívia enquanto essa procurava por Lauren, outra prole de Ares. Um pouco mais à frente estava ela. Mitchell passou por entre as pessoas e encarou Lauren, esta estava acompanhada, mas isso não importava. A cria de Hermes pôs-se de frente à Hitler (Lauren) e depositou um selinho nos lábios da menina.
-Ér... Olá. - Disse olhando para a garota que fazia companhia à Lauren e logo se retirou da praia, calçando os chinelos.

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Re: Beach Party.

Mensagem por Samanta Sink em Sex Set 30, 2016 1:34 am

let's play with death, bitches
Estava tudo muito claro em minha mente. Aquele chute acertaria as costelas de Natasha e, logo em seguida, a finalizaria com um poderoso soco. A luta terminaria ali, eu iria voltar pro meu chalé e dormiria como uma criança feliz, por terminar com a semideusa fofoqueira, porém, não foi isso que aconteceu.

Com a destreza de uma verdadeira guerreira a morena se abaixou, evitando meu chute completamente e, antes mesmo de eu voltar à minha posição defensiva, recebi um poderoso soco no queixo, que me fez sair do chão e cair de costas na areia. A cabeça girou umas 4 vezes antes de me dar conta que meu corpo estava sendo preso por roseiras. Sentia os espinhos cortarem minha pele de forma superficial.

- Mas cabeça do que? Você é louca guria... – Parei de me debater e a encarei com o cenho franzido.

- Você... andou falando coisas de mim. – Suspirei, sentindo a tontura começar a passar. – Não é?

Podia ouvir as engrenagens em sua cabeça funcionando, a garota ligando pontos e, aparentemente, chegando a conclusões, até então, desconhecidas a mim. Tivemos todo aquele desenrolar e ninguém parecia ter se importado com o bem estar de Natasha, ou o meu. As roseiras começaram a se desfazer e eu me pus de pé, ainda avariada, sentindo os cortes arderem de leve.

- Malditos filhos de Hermes... vou arrancar a língua deles. – Ela levou a mão à testa, esboçando um sorriso embriagado. Era meio claro, agora, que ela estava sob o efeito de algum entorpecente. – Olha, eu to bêbada demais para isso...

Dei algumas batidinhas nas pernas e na parte de trás das calças, fazendo a areia que não colava em minhas mãos ir de volta para o chão. Mas a maioria dos grãos ainda estavam em minhas costas, cabelos e braços, brigando por espaço com os cortes.

- Você tá bêbada e lutou assim? – Abri a boca, sentindo a mandíbula doer do lado direito, próximo do ouvido. Aparentemente havia machucado ali. – Nossa... Mas o que quis dizer com...

- Olá... como está? – A semideusa que havia me contado sobre o que Natasha andara espalhando sobre mim apareceu ao meu lado, com uma pose bastante sugestiva e um sorriso malicioso. Encantador.

Seus olhos astutos analisaram a morena em minha frente, a qual eu acabara de terminar a luta, e pareceu erguer levemente as sobrancelhas ao notar que possuía um machucado aparente no lábio inferior. A princípio eu não estava entendendo o que ela fazia ali, mas então ela se virou para mim, com aquela postura pouco confiável que apenas filhos de Hermes podiam assumir, e disse com uma voz doce.

- Então... – Naquele momento meus olhos não saíam dos da filha de Hermes.

A sua mão, traquina, subiu pelo meu ombro até a nuca enquanto a outra se posicionava estrategicamente em meu braço, me prendendo de forma confortável àquela armadilha que eu não sabia como reagir, principalmente ao ter a pele arranhada de forma tão convidativa pelas suas unhas. O seu rosto se aproximou do meu e a sua respiração tocava em meu rosto e, quanto a mim, apenas conseguia aguardar o desenrolar daquilo com os lábios entreabertos, sem entender o porquê daquilo estar acontecendo.

Eu não era beijada com muita frequência... pra falar a verdade, nunca ninguém se aproximara tanto de mim quanto aquela filha de Hermes. Alivia Mitchell? Era esse o seu nome? Era o que eu conseguia me lembrar de já tê-lo ouvido ser reproduzido pelas bocas de muitos dos campistas daquele chalé. Era conhecida por roubar os pertences dos semideuses novatos e, agora, pretendia me roubar um beijo.

- O que vai... – Seus lábios roçaram de leve nos meus e senti seus dentes prenderem o meu ínfero e, naquele momento, fechara os olhos, entregando de bom grado o beijo que ela queria.

A sua língua tocou minha pele com suavidade e dei passagem, a recebendo com a minha enquanto provava de sua boca com calma e curiosidade. Meu coração batia acelerado em meus ouvidos. Era uma sensação nova que eu jamais imaginara ser assim, tão reconfortante e tão envolvente. Sentia sua mão em minhas costas, nos fazendo colar os corpos e me prendendo àquele contato, como se eu fosse fugir.

A filha de Hermes se afastou de leve e senti os lábios gelarem, molhados, ao ar da noite. Umedeci-os imediatamente, não resistindo e presenteando a garota com uma pequena lambida final em seus lábios. Alivia se afastou, finalmente, me deixando com a cabeça confusa em relação à minha sexualidade e à situação que acabara de acontecer. Eu estava bugando.

- Até breve, Samanta. – Sua mão pegou a minha e recebi um beijo na parte de trás da palma. Franzi o cenho, sem conseguir fechar os lábios, que intensificavam a respiração pesada.

- Até... – Senti a parte superior do lábio erguer, assim como uma das sobrancelhas. Enquanto ela se afastava olhei para Natasha, que agora eu via como uma companheira de punhos. Havia adquirido um certo respeito pela morena. – O que acabou de acontecer aqui?


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Re: Beach Party.

Mensagem por Poseidon em Sex Set 30, 2016 5:48 pm

"I am the water that no one sees."❝ Lari ❞
O deus observou a garota caminhar para próximo do mar, arqueou uma das sobrancelhas, desconfiado. Sem dúvidas a embriaguez começara a fazer da Gorbatchev sua morada. Então tudo ocorrera rápido demais. Uma silhueta ruiva se aproximou da filha de Ares, nocauteando-a. Os músculos da testa do homem foram contraídos, dera um passo, pronto para afastar a maior da Natasha, quando observou a morena se erguer e avançar na outra semideusa. Travou-se uma pequena briga de garotas. Muitos campistas observavam curiosos, outros estavam bêbados demais para se importar com algo que não fosse mais bebida. O mais curioso era que as duas pareciam estar se divertindo, até que Poseidon compreendia, afinal estava frente a frente a uma filha da Guerra, ou talvez duas.
O homem serviu-se de uma dose de Whisky, deixando que o líquido descesse como água pela garganta. Os olhos não fugiam da luta, pronto para jogar-lhes uma onda e acabar com aquilo, caso ficasse realmente sério. Porém, nenhuma medida drástica fora necessária, logo a briga encerrara quando uma terceira semideusa apareceu e beijou a ruiva. Sim, tudo pode acontecer em uma festa feita por descendentes de Baco. O homem deixou o copo sobre a mesa e caminhou até as duas, que a priori eram adversárias.
- Olá, senhorita. – Cumprimentou a ruiva, antes de virar o corpo da Gorbatchev para frente do seu.  – Deixe-me ver como está isso. – Falou, usando o indicador direito para erguer o rosto da semideusa. Enquanto o esquerdo retirava os fios negros que caíam pelo rosto da menor. Analisou com cautela o machucado, não parecia ser muito sério. O polegar do deus fora envolvido por uma água esverdeada, ele deslizou sutilmente pelo ferimento da jovem e assim que finalizou não havia nem sinal do machucado. Poseidon deixou a íris percorrer cada detalhe do rosto angelical da Gorbatchev dando um pequeno sorriso de alívio. – Então, moças? O que foi isso tudo? – Indagou o deus, encerrando o contato com a jovem.



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Re: Beach Party.

Mensagem por Natasha Gorbatchev em Sab Out 01, 2016 12:12 pm


Beach Party
As coisas aconteciam rápido demais a minha volta, ou talvez eu que estivesse um pouco lenta. A ruiva a minha frente pareceu enfim perceber que havia sido objeto de mais uma das brincadeiras sem graça dos filhos de Hermes, eu ainda tentava parar de rir quando, ela finalmente entendeu a situação o que fez voltar a rir.
Quando finalmente as coisas pareciam se acalmar, a menina a minha frente parecia surpresa pelo fato de eu ter lutado bêbada, mas era um fato que ela havia se saído muito melhor que eu. Então dei de ombros –Não totalmente... –pensei um pouco no quesito bebada, ok, eu estava alterada –Uma garrafa de vinho e uma dose de tequila...-expliquei rindo um pouco e já pensando que eu precisava dar um jeito em minha boca, e no cabelo... Pensava nisso quando a filha de Hermes se aproximou, estreitei os olhos em direção a ela. Ela não tinha noção do perigo. A cena que se desenrolou me deixou sem palavras, olhei aquilo tão surpresa quando a novata, quando a filha de Hermes se virou para ir segurei em seu braço, meu rosto se transformando em uma máscara –Avise aos seus irmãos que é melhor pensar bem antes de citar meu nome de novo.... –um sorriso cruel se pintando em meus lábios –Ou então implorar aos deuses para que o lugar deles no paraíso esteja guardado. –A larguei e pisquei um olho para ela.
Eu estava prestes a me despedir da ruiva e voltar para perto de Pietro, quando a ruiva se virou para mim com uma pergunta. Dei de ombros a olhando, a menina merecia meu respeito –Olha, não faço idéia... mas depois desse beijo –acenei a minha frente –Você devia ir atrás dela antes que ela saia da praia.
Senti a aproximação de alguém e um sorriso acabou por surgir em meus lábios quando vi o semideus que a pouco me fazia companhia cumprimentando Sam e me virando para ele, não sabia se era o álcool ou ele, mas seu toque gentil me fez olhá-lo nos olhos, deixei que ele visse meu rosto, seu toque em minha pele deixando um suave rastro. Era provável que ele não visse tanta coisa, apenas minha boca havia de fato sido ferida, logo meu lábio estaria inchado, mas eu sabia que não seria nada demais. O toque sobre o ferimento me fez fazer uma leve careta, mas logo percebi que não tinha mais nada ali. Como ele havia feito aquilo?
Levei um dedo aos lábios, seria ele um dos curandeiros? Sua voz me tirou do devaneio e então sorri para a menina e depois olhei para ele –Mais uma das brincadeiras idiotas dos Filhos de Hermes. –Revirei os olhos. –E acho que acabei de encontrar alguém com quem vale a pena um treino... –disse com um novo sorriso, dessa vez direcionado aos dois.



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Re: Beach Party.

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Out 02, 2016 5:23 pm



Vamos fingir que sabemos amar, e quem sabe um dia poderemos aprender
Se eu sou uma espada, eu sou uma espada feita de vidro, e eu sinto que estou começando a estilhaçar

Manu podia sentir os lábios formigando, o corpo quente estremecendo de prazer, a querendo mais perto, a puxando, tocando-lhe o corpo de maneira que nunca fizera antes, com nenhuma pessoa. A garota não sabia o que estava fazendo, deixava o instinto guia-la enquanto enroscava a língua a dela, sentindo as mãos macias lhe puxarem os cabelos. Manu não ousou se afastar pelos minutos seguintes, fora tudo muito rápido entre ambas, muito intenso, e quando dera por si já estava com as costas prensadas contra a arvore, e o corpo da morena apertava o seu. Os olhos outrora verde mar se abriram, agora tempestuosos contra os dela, e a vontade de puxa-la novamente, e mergulhar em seus lábios era grande, mas Manu conteve o impulso do próprio corpo. Deixou as mãos pousarem sobre a arvore, no intuito de conter-se, e suspirou ao sentir seus lábios pela segunda vez, mesmo que o contato tenha sido breve. E quando ela se afastou... não foi fácil, não foi fácil para Manu, ela queria puxar a garota de volta, e começar tudo de novo, mas ao mesmo tempo sentia-se confusa, intrigada. A jovem cravou as mãos na arvore até sentir o sangue escorrer. Fechou os olhos e tentou fazer a mente clarear novamente. Nada funcionava.

A filha de Poseidon respirou fundo, e encarou o mar. O mar sempre a ajudava a escapar dos problemas, a clarear os pensamentos, a se sentir calma. – Me desculpe, eu só preciso, eu preciso de uns minutos. – A voz da garota saiu rouca, baixa, mas era o suficiente para a morena lhe ouvir. Manu sentiu o corpo retesar contrariado, mas se afastou, correndo em direção ao mar. Retirou o short no caminho, deixando-o o sobre a areia, e saltou sobre as águas até afundar-se até a cabeça. O gelo do mar a fizera estremecer, e ela não tentou conter a água de encharcar seu corpo, poderia se quisesse, mas sentia que precisava do frio da noite, precisava da água e do mar escuro, precisava acalmar a estranha pulsação crescente pelo corpo. Manu deixou o corpo afundar sobre a água, deixou que batesse na areia do fundo do oceano, com algas e peixes lhe acariciando as pernas desnudas. Fechou os olhos, e recordou-se do que tinha feito dias antes. Maldita Afrodite para ser vingativa, malditos deuses que adoravam brincar com ela, o corpo era dela, mas aparentemente todos gostavam de doma-la, como um animal selvagem ao fugir da jaula.

A garota suspirou, e deixou que os olhos voltassem a se abrir, o corpo ainda formigando, e quente, mas sobre o próprio controle. Seus pensamentos voltaram a ficar claros, e lagrimas escaparam dos olhos da garota, ainda embaixo da água. Era raiva, frustração, medo, e confusão, a mistura dos sentimentos mais estranhos que já sentira na sua curta vida. Manu nunca tinha ficado com alguém, nunca tinha se sentido apaixonada, ou sentido o desejo falar mais alto a ponto de faze-la perder o controle. Gostava de Ariel, sabia que a garota lhe intrigava, mas aquilo era errado, a usara para saciar algo porque Afrodite lhe fizera perder o controle, mexera com sua cabeça, e continuava a apertar seu coração. A garota fungou cravando as unhas contra a coxa, mais sangue jorrou sobre a agua, mas não importava, em poucos minutos todos os ferimentos externos já não existiriam, mas a lembrança do que tinha feito permaneceriam com ela. Ariel devia a estar achando louca, desvairada, maluca, e tudo mais, aquilo era assedio, e Manu sabia bem o que era ter o corpo tocado contra a própria vontade, e o fizera, contra a própria vontade. Recriminou a si mesma por isso.

Manu ergueu o queixo, limpou as lagrimas e parou de se recriminar, do que aquilo adiantaria? Ela tinha deixado uma garota na praia, uma garota que devia estar tão confusa quanto ela, e não era justo continuar ali, por mais tempo, brigando com si mesma internamente. Manu sempre estivera sozinha, permanecera distante e calada, agia como protetora, era guerreira e determinada, mas por que de repente se sentia tão frágil? Como se o mundo tivesse ruído a sua volta, e o mar já não a engolisse, e sim repelisse. Era como se não tivesse para onde voltar, mas quisesse ter um lugar para finalmente se findar. A jovem voltou a superfície, ajeitou os cabelos e deixou os machucados se fecharem, então nadou de volta até a praia. Encharcada e molhada, com o vento tocando a pele e a fazendo arrepiar completamente. Vestiu o short, e o molhou também, então prendeu os cabelos, os trançando com fios de prata presos aos pulsos, e caminhou de volta até a clareira. Seu coração martelava inquieto, e sua mente persistia com a lembrança dos lábios da garota, podia ter feito contra a vontade, mas o pior de tudo, é que ela sabia que tinha gostado, só queria ter feito por si mesma, e não ter sido manipulada como uma boneca dos deuses.

A filha de Poseidon colocou as mãos nos bolsos do short, ergueu o olhar, e caminhou até a garota. Recostou-se sobre a arvore, o corpo ainda pingando de água, e aquilo lhe servia como um bom lembrete para ter controle. – Me desculpa – Começou baixo. Manu tentou sorrir, um sorriso de canto, sem saber exatamente como agir, ou o que fazer. – Eu não sei exatamente o porquê de ter feito isso, não fui eu, na verdade, alguma coisa me acertou e do nada, eu me senti quente... – A garota baixou o olhar, as bochechas corando, enquanto se explicava para ela. – Não estou dizendo que foi ruim, e sim que se fosse para acontecer, preferia que tivesse sido por mim mesma, não queria ter te atacado como uma louca – Manu desviou o olhar, brincando com os dedos das mãos. – Estou muito sem jeito, e sem saber o que fazer, então me perdoe por ter perdido o controle, eu realmente não sei o que aconteceu, mas não estava no meu melhor estado, até as presas apareceram, e isso não acontece com frequência, só quando estou lutando – Manu a encarou, os olhos verdes novamente, sinceros contra ela. Era um pedido mudo, para que entendesse que tudo estava mais confuso para ela, do que era capaz de esclarecer, se ela pudesse ler sua mente, talvez entendesse, mas não podia, então as palavras deveriam bastar para que compreendesse, e ela torcia para sim.

Thanks Panda



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Re: Beach Party.

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Seg Out 03, 2016 6:09 pm

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Entorpecida.

Esta era a forma exata em como a filha de Hades se encontrava após o momento. A mente trabalhava a mil, onde Ariel tinha completa certeza - muito antes de Manu ter dito algo - de que as coisas haviam acontecido por alguma vontade súbita. Provavelmente a morena tinha irritado Afrodite e tinha terminado com algum impulso louco. O problema, era a sensação de estar frustrada por não ter conseguido despertar a morena de outra forma. De uma em que ela tivesse feito por estar interessada como também estava. Negou com a cabeça, puxando uma respiração profunda enquanto observava a lua cheia pendendo no céu negro, pensando. — Tudo bem, ficou visível que alguma coisa aconteceu para que fizesse isso. Não se preocupe — murmurou, distante. Era engraçado imaginar que estaria tão interessada em alguém, e por mais linda e exuberante que Emmanuelle fosse, não estava em seu alcance e precisava admitir isso para si mesma. Parar de tentar pisar em cascas de ovos era a solução, mas começava a se achar tola demais por insistir numa garota indomável. — Vou dar um mergulho. — não era a vontade que tinha no momento, mas era a melhor opção para esfriar a cabeça. Conseguiria estabelecer a si mesma algumas regras, tais como não se manter tão perto da caçadora, o que evitaria constrangimentos para os dois lados. Ariel caminhou apressadamente para a parte de fora das árvores, tendo memorizado exatamente o local por onde tinham ido, agradecendo internamente a Psique pelo dom. Poderia muito bem invadir a mente da morena e explorar o que ela pensava, mas não iria ser uma intrusa por um capricho pessoal. Se livrou do cropped no meio do caminho, ficando com um biquíni preto, e cada passo parecia levá-la para a Ariel fria e vazia de sentimentos que sempre fora. Livrou-se também do short, não se preocupando em olhar para trás.

A semideusa permaneceu no mar, de costas para onde a passagem para onde havia estado a poucos minutos se encontrava. Os olhos estavam fechados, enquanto de pé, sentia a maré movimentar-se de forma tranquila, apesar do horário. A lua não estava tão baixa como costumava exibir-se perante os dias no acampamento, e isso auxiliava na calmaria das águas em um tom quase negro do mar. Não estava se sentindo mais tranquila, ou menos tensa, mas conseguia fazer uma evasiva nos pensamentos e organizá-los de forma para que não confundisse as coisas, o que seria bom para a própria sanidade. Um suspiro baixo foi solto, as mãos baixadas encostadas ao corpo, submersas, enquanto permanecia paralisada, sem saber o que fazer a partir daquele momento. Dar um tempo a líder das caçadoras parecia a melhor coisa a se fazer, e ao decidir-se sem ao menos considerar outras opções, Ariel manteve-se ali.





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Re: Beach Party.

Mensagem por Lauren L. Hill em Seg Out 03, 2016 10:03 pm



beach party

A dança com Calíope estava encantadora, até o momento que consegui ouvir alguns gritos para incentivar uma briga. Olhei ao redor e percebi que um grupinho se formava, quando também havia perdido de vista Ariel e Natasha, até que tal começou a se desfazer, pelo visto estava tão entretida na música que mal percebi toda a muvuca. Foram questão de segundos, nos giros que dei procurando as meninas foi o suficiente pra me fazer ficar um pouco tonta e nesse meio tempo, percebi uma figura conhecida se aproximar e me dar um selinho quando por instinto e por impulso de procurar aonde me apoiar, retribui enlaçando meu braço esquerdo em sua cintura e o outro indo até seu pescoço.

Abri meus olhos novamente, assim que percebi nossos lábios se afastando e consegui enxergar normal novamente. Reconheci Alivia assim eu olhei sua bunda, que agora já estava se distanciando, se retirando da festa. Gargalhei, sozinha, pegando uma garrafa pequena de tequila dessa vez e ingerindo boa parte dela, sentindo descer rasgando pela garganta o que me fez expressar uma carranca. Minhas impulsividades me faziam pensar que eu deveria pensar duas vezes antes de fazê-las.

Observei uma garota de cabelo ruivo de longe, seus cabelos quase como a cor da chama do fogo, sua pele pálida que me chamava a atenção, decidi me aproximar e assim fiz, ainda com a garrafa na mão, até chegar próxima o suficiente da mesma e perceber o quanto estava confusa, ao dizer algo um tanto quanto desnorteada. — Não sei o que aconteceu antes, mas posso mostrar o que vai acontecer a seguir. Se me permitir, é claro. — comentei, com um sorriso simpático no rosto. O álcool já começava a fazer efeito e com ele minhas cantadas grotescas saíam sem que eu pensasse. Apesar de estar levemente alcoolizada, ainda podia manter certa educação e limites.








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Re: Beach Party.

Mensagem por Samanta Sink em Ter Out 04, 2016 12:25 am

let's play with death, bitches
Ainda encarava a filha de Hermes se distanciar quando Natasha, claramente, a ameaçou, mas não somente ela, como todo o seu chalé. Aquele ato me fez observá-la por alguns segundos, com um sorriso orgulhoso no rosto. Aquela semideusa tinha fibra, e isso eu tinha que admitir.

- Olha, não faço ideia... mas depois desse beijo... – Ela apontou para a menina que se afastava, agora, indo falar com uma outra garota. – Você devia ir atrás dela antes que ela saia da praia.

- Por que eu iria atrás dela? Pelo que eu entendi, nós só brigamos por que... – Olhei para ela, talvez entendendo que eu devesse dar uma prensa na menina. – Aaaaaaah... – Sorri maliciosa. – Vou tirar satisfação...

Observei ela se aproximando do rapaz que conversara antes e, quando começava a caminhar para ir atrás de Alivia, acabei esbarrando com outra morena, ligeiramente mais baixa do que Gorbatchev. Seus dedos fechavam, de forma embriagada, o gargalo de uma garrafa de tequila. Sua expressão também parecia levemente alterada e me sorria com certa malícia.

- Não sei o que aconteceu antes, mas posso mostrar o que vai acontecer a seguir. Se me permitir, é claro.

Fiquei algum tempo observando os seus olhos castanhos a me encarar e me perguntava se aquilo estava mesmo sendo real. A alguns segundos uma filha de Hermes me roubara meu primeiro beijo e agora, aquela menina de cabelos castanhos e ondulados, claramente avariada pelo álcool, também tentava “tirar uma casquinha”. Suspirei, passando a mão pelo queixo, ainda o sentindo doer.

- Olha, não me leve a mal. – Passei a língua nos dentes, sentindo o piercing raspar ali e fazer um baixo “Trekrekrek”. – Eu não tô no meu melhor dia. – Peguei a garrafa da sua mão e bebi um gole, sentindo o líquido entrar ardendo pela garganta. Franzi o cenho em uma caretinha. – É... Qual o seu nome? – Devolvi a garrafa. – Nossa, eu nem to a caráter pra essa festa.

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Re: Beach Party.

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