The Blood of Olympus
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Algol de Perseu

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Sab Maio 21, 2016 7:36 pm

O membro 'Phobos' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Sab Maio 21, 2016 7:40 pm


Batalha nº 1

Algol se sentia mais fraco e mais dolorido a cada instante que passava embaixo do semideus, e precisava fazer alguma coisa. Apesar da dor imensa que sentia na costela e a falta de ar que não passava por sua traqueia comprimida, ele tentou jogar o corpo num golpe parecido com jiu-jitsu, e esse foi seu erro. Combate marcial não era uma boa ideia contra um filho de Ares, e este o evitou facilmente apenas mudando o equilíbrio do corpo. Além disso, a adaga sendo torcida fazia o sangue fluir pra fora do corpo do Cavaleiro como um rio, e o fato de Nero bater sua cabeça com violência no chão fez com que Algol começasse a perder os sentidos. Sangue saía da boca do Cavaleiro, enquanto este colocava as duas mãos contra o pulso do semideus num claro sinal de desespero por ar.

Algol de Perseu

HP - 110/300
MP - 300/300

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Nero Khan

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Seg Maio 23, 2016 9:37 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."


  Podia sentir o sangue quente dele jorrando para fora do seu corpo, tingindo a minha mão de vermelho. Enquanto isso, minha outra mão continuava comprimindo a sua garganta,  impedindo que o Cavaleiro conseguisse puxar algum fôlego.
  Ele tentou se libertar com um movimento corpo-a-corpo, que quase me pegou de surpresa. Sinceramente, não esperava que fosse tão idiota ao ponto de tentar um movimento físico, não estando imobilizado e quase sem forças pela falta de oxigenação no sangue nos músculos. Felizmente, para mim, é claro, meu corpo estava preparado para esse tipo de coisa, e bastou um simples movimento para trocar meu eixo gravitacional de lugar e impedir que ele escapasse.
  A raiva que eu estava sentindo de Algol era tanta que não conseguia nem me divertir com aquela cena. Aplicava cada vez mais força contra a sua traquéia, quase até o ponto de quebrá-la, além de ter batido a sua cabeça contra o chão a fim de minar o resto de força que lhe restava. O Cavaleiro estava definhando, e logo estaria inconsciente ou morto.
  Mas... Sentia que havia algo errado.

  Algol, apesar de tudo, tinha se mostrado um guerreiro formidável, como já era de se esperar. Ele era, afinal, um dos grandes Cavaleiros de Prata. Guerreiros assim não merecem esse tipo de morte, sufocado contra o chão frio e ensanguentado.  
  Bem, por toda a sua arrogância, prepotência e egocentrismo, talvez ele até merecesse uma morte humilhante assim. O Cavaleiro não hesitaria em me matar esmagado, como se eu fosse um inseto. Até tentou fazer isso algumas vezes. Mas eu não era igual a ele. Eu ainda tinha um pouquinho de honra e respeito com meus adversários.
  E, principalmente, eu não queria sucumbir ao desejo de sangue.

   - Nero Khan - sussurrei para ele. - Guarde bem esse nome. Quero que se lembre dele. Lembre-se do verme que te derrotou.
  Então puxei a adaga de dentro dele, fazendo escorrer ainda mais sangue da ferida agora aberta, e, com a mão fechada em um punho ensanguentado, tentaria desferir um soco contra o seu rosto. Com a minha força avançada mais o peso da adaga e mais o fato de ele já estar quase inconsciente, eu esperava que, na melhor das hipóteses, eu conseguisse nocaltea-lo. Sinceramente, torcia para que isso funcionasse. Apesar da raiva e do ódio que sentia, uma parte de mim não queria matá-lo.
   Se não fosse o caso, já que eu não sou tão otimista assim, eu simplesmente arrancaria o seu elmo e me afastaria dele, caminhando de costas. Então, enquanto ele se recuperava, eu procuraria uma estátua que ainda estivesse em pé e colocaria o elmo do cavaleiro nela, em um simples gesto de zombaria. Em seguida me viraria para ele, soltaria a adaga na chão e aguardaria.
  Alheio aos ferimentos dele, eu não subestimaria o Cavaleiro. Meus olhos estariam atentos a qualquer movimento que ele fizesse, e meu corpo ficaria pronto para reagir a qualquer sinal de ameaça. Seja se esquivando ou contra-atacando, e dessa vez contaria unicamente com o taijutsu.




Equipamentos:
• Faca de Bronze

• Moeda das Armas -De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente

• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Dom Maio 29, 2016 9:00 pm


Batalha nº 1

O Cavaleiro tentará tirar as mãos do garoto usando da força que lhe resta, sem saída para fazer mais nada.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Dom Maio 29, 2016 9:00 pm

O membro 'Phobos' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Dom Maio 29, 2016 9:06 pm


Batalha nº 1

Apesar de estar quase perdendo os sentidos, o Cavaleiro ainda queria lutar. Não podia ser derrotado outra vez por alguém mais fraco que ele, e recusava-se a morrer daquela forma. As mãos de Algol apertaram com mais violência o pulso do garoto que esmagava sua traqueia, e a dor da adaga fez com que ele soltasse um berro de dor. A força que ele fazia para tirar as mãos do garoto de seu pescoço não foram necessárias, pois ele já recuava. Antes que pudesse se defender, um soco brutal foi desferido contra seu rosto. Isso combinado com toda a força de Nero e o fato de sua cabeça estar contra a parede, fizeram com que seu nariz ficasse num angulo estranho e amassado, completamente quebrado, enquanto o Cavaleiro de Perseu ficava desacordado no chão, sem sentidos.
No entanto, Nero não sentiu nada diferente enquanto se levantava. O Cavaleiro se encontrava sangrando, criando uma poça de sangue que saia do buraco feito pela adaga, respirava quase imperceptivelmente, mas nada acontecia... Aquele combate não estava acabado ainda. Ele ainda estava vivo e, por dentro, se encontrava disposto a lutar se pudesse.

Algol de Perseu

HP - 75/300
MP - 300/300

Golpe Acertou, sem dano causado (3 nos dados)

Nero Khan

HP - 81/135
MP - 135/135

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Ter Maio 31, 2016 8:01 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."


   Meu coração estava a mil. Meu cérebro havia autorizado a liberação de tanta adrenalina no meu corpo que seria o bastante para matar um ser humano adulto normal - ou um búfalo.
   Não me importei em tentar acalmar a respiração. Para algumas pessoas, a maioria, se acalmar é essencial em uma luta para manter o foco. Concentração para eles é fundamental. Todavia, acabei por descobrir que a raiva é uma emoção positiva e não negativa, e que se canalizada para a direção certa serve como o melhor dos combustíveis. Manter seu corpo em alerta, com os músculos rígidos e o sangue fervendo é dez vezes mais eficaz do que se acalmar e perder a força. Afinal, a adrenalina liberada, principalmente em grandes quantidades, tem um efeito fulminante sobre o corpo - te deixa mais forte, mais rápido, melhora seus sentidos e te deixa apto a dar uma pronta-resposta.
   Por que as pessoas são loucas para querer perder isso?

   Algol não se mexia. Ainda estava vivo, podia ver que respirava, embora lentamente, mas não se mexia. Olhei para as minhas mãos, que estavam manchadas com o sangue dele, em principal a direita. O sangue de um Cavaleiro de Prata não se difere em nada do sangue de um semideus, ou mesmo de um humano. Não era dourado como o icor dos deuses. Era um sangue mundano. Será que eu superestimei demais ele?
   Não, definitivamente não. Algol fazia jus ao seu nome, que em tradução literal significava "demônio". Então eu me subestimei? Acho que também não. Não me sinto mais forte do que quando entrei aqui, apenas mais... Confiante. Não confiante do tipo "Ah, vou lá matar o Minotauro, volto às 03h00", não. Confiante do tipo não me considerar mais inferior aos outros apenas pela minha fraqueza. Eu provei isso aqui, para mim mesmo. Eu tentei muito, e fui o mais longe que pude. Se isso não bastar, independente de como a luta termine, será o bastante para mim.
   Nunca mais fugir, nunca mais ficar com medo, nunca mais abandonar alguém. Se não posso soltar raios cósmicos pela boca, um bom soco na jugular resolve.

   Me abaixei e recolhi novamente a adaga. Cara, isso vai ser doido, em todos os sentidos. Caminhei até Algol, que continuava desacordado, e o fitei por alguns instantes, analisando a sua armadura, com um cuidado especial em uma parte dela. Me agachei ao lado do seu escudo, tomando cuidado para não olhar para a face dele, tentando descobrir como estava preso. Em seguida (essa é a parte doida) eu iria até o seu outro braço e tentaria golpear a sua mão com a adaga, para que a lâmina atravessasse a sua mão e se finca-se no chão, prendendo ela ali. O bronze celestial era um metal afiado o suficiente para isso, e combinado a minha força muscular, a força de aceleração do golpe e a força gravitacional - pois pretendia cair sobre um joelho na hora do golpe, para intensifica-lo -, esperava que funcionasse.
   Feito isso, e já prevendo a reação de choque do Cavaleiro ao ser despertado pela dor, eu daria a volta nele novamente - pelo lado de cima, evitando as pernas - agarrando o seu braço do escudo e o forçando contra o chão. Em seguida, tentaria soltar o escudo do seu braço, para assim me apossar dele.
   Esse movimento tinha, tipo, um milhão de chances de dar errado, eu sei. Mas estava contando com a sorte e com a minha habilidade de me defender e contra-atacar alguma possível ofensiva dele.


 




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• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

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1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Dom Jun 05, 2016 1:26 pm


Batalha nº 1

Algol está desacordado e não tem ação disponível.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Dom Jun 05, 2016 1:26 pm

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Dom Jun 05, 2016 1:31 pm


Batalha nº 1

Um plano maluco, mas que lentamente dava certo. Nero percebeu, ao analisar o modo que o escudo estava preso, que uma espécie de correia subia até uma parte da manopla de Algol, onde estava preso. Se ele conseguisse tirar a manopla, tiraria junto o escudo. Seu próximo ataque foi devastador, e sua adaga penetrou fundo na carne do Cavaleiro, depois fez um barulho de metal contra a pedra ao atravessar o chão de concreto. Algol acordou com um berro, levantando a mão livre enquanto tentava respirar fundo, a chance que Nero precisava. Quando a mão livre dele se levantou, o semideus segurou seu braço e com um puxão monumental tirou a manopla de Algol junto com o escudo. O outro nem notou no momento, desesperado para arrancar a adaga que prendia sua mão.

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Re: Algol de Perseu

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