The Blood of Olympus
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Algol de Perseu

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Ter Maio 10, 2016 10:09 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."
 
 
 
Naquele momento tudo que eu conseguia pensar era que não podia morrer. Não ali, não agora. Eu tinha que viver para cumprir a minha promessa. E foi esse pensamento que me deu forças para reagir mesmo quando o ar em meus pulmões havia se esgotado.
  O chute, ou empurrão, depende do seu ponto de vista, pegou Algol de surpresa depois dele ter segurado o meu primeiro golpe com a adaga, o atingindo em cheio no peitoral e o jogando para trás. A parte ruim, porém, foi que eu esqueci de planejar o que aconteceria depois disso, e acabei mais uma vez indo de encontro ao chão, com um baque que quase me fez perder os sentidos... de novo. É sério, vou acabar batendo o recorde de maior número de vezes inconsciente em uma única batalha.
  Fechei os olhos e respirei fundo, tanto para recuperar o fôlego quanto para me concentrar. Com um pouco de concentração e foco eu era capaz de ignorar toda a dor física, me deixando livre para prosseguir com a luta sem incômodos. Porém estava cada vez mais difícil fazer isso, depois de ser atingido e arremessado tantas vezes meu corpo já estava ficando esgotado.

  Eu sou mesmo um grande idiota. Talvez o maior idiota que já caminhou pela Terra. Cheguei mesmo a achar que poderia derrotar o Cavaleiro? Que eu seria capaz de sair vitorioso de um combate desses? Caralho, Algol é dez vezes mais forte que eu, e pelo menos cem vezes mais rápido. Ele é o Cavaleiro de Prata da Constelação de Perseu,  faz parte da sub-elite dos Cavaleiros de Athena, quase invencível. E eu, eu sou apenas um meio-sangue que nem ao menos é capaz de usar seus poderes.  
  Eu treinei. Treinei todos os dias. Do amanhecer ao anoitecer, da alvorada ao ocaso. Exercitei minhas habilidades em praticamente todas as artes marciais que eu conhecia, fosse Kung Fu, Judô, Taekwondo, Tae Chi ou Karate. Acreditei que tudo isso serviria de alguma coisa, que através do trabalho duro eu poderia compensar a falta de dons.
  Agora, quando me virei no chão e cuspi um punhado de sangue, percebi que tudo isso foi inútil. Eu nasci com um defeito de fábrica, como um pisca-pisca que não ascende, eu nunca poderia ser igual aos outros, nunca poderia cumprir o meu objetivo. Um semideus sem a parte do deus. Eu não queria chorar, mas uma lágrima solitária desceu pelo meu olho esquerdo, se misturando a poeira em meu rosto. Não era de dor, pelo menos não física. Era por saber que não iria cumprir a minha promessa, não iria encontrá-la.
  Fechei as mãos. Ainda podia sentir o punho da adaga na mão direita. Chega a ser irônico, que agora que eu já havia aceitado a derrota nada era mais certo do que a luta. Lembro de uma cena no filme dos 300, onde um dos soldados diz que não havia maior glória para um espartano do que morrer em combate. Você não era o patrono dos espartanos, pai? Eles não eram os seus preferidos? Será que se eu morrer em combate você terá orgulho de mim? Vai ficar com remorso por ter me negado os seus poderes, me condenando a morte? Vai? Fiquei em pé, com um pouco de esforço na hora de me equilibrar. Meus olhos estavam fixos no Cavaleiro, que certamente logo faria o papel de meu carrasco. Eu vou morrer, mas não vou facilitar as coisas para ele. De certa forma eu estava feliz, tinha até um meio sorriso no rosto, mas era uma felicidade melancólica e conformista. Não há maneira melhor de morrer do que essa.
   - Me desculpe, mãe - falei para o vento. - Mas vou ter que te abandonar de novo.
  Então, me lancei na direção de Algol.

  Taijutsu e kenjutsu. É tudo que eu posso fazer agora. Acabaram os truques e artimanhas, meu corpo e minha adaga era tudo que me restava. Podia deixar a dor de lado por enquanto, ela, como nas outras vezes, só iria aparecer durante a noite quando a adrenalina passasse, mas eu não vou estar aqui para senti-la. Algol, por outro lado... mesmo que ele me mate, farei questão que não saia inteiro dessa luta. O arrogante passou muito tempo brincando de ser intocável, e meu legado aqui será deixar gravado na memória dele como é sentir dor. Para mim morrer não era problema mais. Eu não tinha amigos, nem um cachorro para alimentar, e minha mãe provavelmente também já estava morta. Talvez eu a reencontra-se do outro lado, assim poderia pedir o seu perdão.
   Mas e você, Algol, pensei. Está pronto para morrer?
  Meu plano, se é que eu tinha um plano, era usar a força de aceleração para saltar sobre ele e tentar atingir um soco contra o seu peitoral, mesmo esse estando protegido pela armadura. Lembra do lance de ignorar a dor? Então. Nem sei se isso é taekwondo, kung fu, ou sei lá mais o que, de repente todos os estilos se fundiram em minha cabeça. Só sei que não pararia aí. Se ele bloqueasse ou desviasse desse golpe, ou mesmo que o atingisse, eu, assim que tocasse os pés no chão, avançaria novamente contra ele e tentaria corta-lo diagonalmente com a adaga de baixo para cima, mirando em seu rosto desprotegido. Mais uma vez, funcionando ou não, eu tentaria desferir uma joelhada contra o seu estômago e então um novo soco contra o seu rosto, de baixo para cima mirando em seu queixo.


Equipamentos:
• Faca de Bronze

• Moeda das Armas -De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente

• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Qua Maio 11, 2016 7:35 pm


Batalha nº 1

Algol irá tentar acertar um potente soco contra o peito do garoto usando de toda a sua força.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Qua Maio 11, 2016 7:35 pm

O membro 'Phobos' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Qua Maio 11, 2016 7:41 pm


Batalha nº 1

Era como a cena final de um filme de guerra, onde o protagonista e o vilão se enfrentavam pela última vez. Algol se levantava lentamente de um lado, enquanto Nero fazia o mesmo do outro, ambos muito machucados. Depois de alguns segundos, ambos se encaravam outra vez. Um grito antecedeu o golpe de ambos. E Nero provavelmente conseguiria fazer um grande estrago, mas a grande velocidade de Algol fez com que o Cavaleiro o atingisse primeiro. Um soco que mais parecia uma bala de canhão batendo direto contra o seu peito, tirando todo o seu ar outra vez, jogando-o no chão novamente. O semideus cuspiu sangue imediatamente, completamente ciente da força absurda do golpe que tinha recebido e da dor que se espalhava pelo seu peito. Algol se ajoelhou ao seu lado, um sorriso cínico no rosto enquanto olhava o garoto. - Está pronto para morrer, semideus?

Algol de Perseu

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MP - 300/300

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Qua Maio 11, 2016 9:49 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."
 
 
  Que eu estava fodido eu já sabia, mas agora eu estou fodido, com sangramento interno, costelas quebrados, uma caixa torácica dizimada, um pulmão nos testículos e meu rim está nadando em sangue.
  Velocidade é igual a força, mas nesse caso era velocidade mais a força de um rinoceronte mais a força de aceleração, e o resultado de tudo isso era um grande bang, com um bum e uma série de clacks. Se não entendeu, eu explico: eu levei um soco que mais parecia um tiro de RPG bem no meio do peito, que me jogou vários metros para trás novamente de encontro com o meu velho amigo de muitas batalhas, o chão.
  Quase me engasguei com o meu próprio sangue, já que não tive tempo nem para me virar de bruços para cuspir, e comecei a sentir uma forte ardência no peito que indicava um dano interno. Tossi algumas vezes, o que só serviu para fazer espirrar sangue pelo meu rosto, e comecei a sentir que tudo estava rodando...

   Covarde
   Cala a boca
   Covarde
   Eu quero dormir
   Covarde
   QUER CALAR A PORRA DESSA BOCA?
   Eu sou a sua consciência, não tenho boca
   Eu vou te dar um tiro
   Você não tem uma arma
   Então vou te bater
   Rá! Não tem mais força nem para se mexer, covarde
   O que quer que eu faça? Não tenho a menor chance
   Admita, você quer perder
   Oi?
   Se você morrer, vai estar livre da sua missão. Sabe que vai ser mais fácil assim, por isso quer morrer
   Uma ova!
   Covarde
   Eu não sou covarde, caralho!
   Então lute
   Eu não posso...
   Claro que pode
   Como?
   Levante-se
   Não consigo
   Vai chorar, nenem?
   É sério, eu vou te matar
   Duvido
   Quer ver?
   Não vai me matar se estiver morto
   Se eu morrer você morre junto
   Deveras, mas não terá sido você que me matará
   Como eu posso ter uma consciência que fala "deveras"?
   Cala a boca
   Rá
   Vai lutar ou não?
   O que sugere que eu faça?
   MATE ESSE FILHO DA PUT*!


  Recobrei os sentidos como se tivesse levado um novo soco, e não me pergunte o que diabos foi aquilo. Algol estava acima de mim, sorrindo tolamente enquanto me encarava com aquele rosto coberto pelo sangue do olho. Eu estava fodido, mas tinha mudado um pouco o meu plano. Posso até morrer, mas vou levar o Cavaleiro junto.
  Nesse segundo, eu, Nero Khan, único herdeiro da família Khan, por decreto cerebral, estou proibindo o meu corpo de morrer antes de matar esse desgraçado.
  Sorri, encarando o Cavaleiro.
   - Claro,  - falei, fazendo com que espirrasse um pouco de sangue no rosto dele - mas primeiro as damas.
  Agora, parte 01: distração.
  Já mencionei que meu cérebro bola esses planos de ataque em uma velocidade absurda, não é? Pois então, a primeira parte desse plano se consistia em uma pequena distração. Fora o deboche, que já tinha provado ser capaz de irritar o Cavaleiro mesmo sendo dos mais simples, eu estenderia uma das mãos e agarraria na parte superior do peitoral da sua armadura, para então puxar o seu corpo contra o meu. Esse movimento serviria tanto para trazer ele mais para perto quanto para desviar a sua atenção, pois pelo que eu sei sobre o nosso sistema de defesa o cérebro reage sempre à primeira demonstração de ameaça.
  Em seguida, parte 02: ataque:
  Feita a parte um, eu usaria a adaga - que parecia estar colada na minha mão, put* que pariu, essa coisa não cai nunca - para tentar atingir um golpe contra as suas costelas por entre as placas da sua armadura. Feito isso, ou não, a partir desse ponto tanto faz, eu usaria a mão que o segurava para empurra-lo para o lado e rolar por cima dele, logo após usando essa mesma mão para pressionar o sua traquéia enquanto fazia pressão sobre o seu peitoral com o joelho, privando-o do ar.
  Eu tenho consciência que bastava ele querer e poderia me atirar para longe,  mas estava contando que um ataque rápido e eficiente seria o suficiente para demina-lo.




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• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Qui Maio 12, 2016 6:06 pm


Batalha nº 1

Algol irá desferir outro potente soco contra o peito do semideus, o esmagando contra o chão.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Qui Maio 12, 2016 6:06 pm

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Qui Maio 12, 2016 6:09 pm


Batalha nº 1

As ações de Nero foram tão inesperadas que pegou Algol completamente de surpresa. Ao ser puxado para baixo, sua posição era desfavorável, fazendo-o se desequilibrar. Como consequencia, a adaga de Nero perfurou completamente a carne do Cavaleiro, profundamente, até o punho da arma, espirrando sangue na mão de Nero enquanto seu inimigo caia no chão ao seu lado. O semideus não perdeu tempo e subiu encima do oponente, estrangulando-o. Algol sentia tanta dor pela adaga nas suas costelas que não conseguia se concentrar, além de não conseguir reunir tanta força por estar ferido internamente.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Seg Maio 16, 2016 2:32 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."


  Meus dedos se fechavam em volta do pescoço de Algol, estrangulando-o como ele fez comigo pouco tempo atrás, enquanto a minha outra mão era manchada com o seu sangue. Estando em cima dele eu também pressionava o seu peitoral com o meu peso posto sobre o joelho, o que dificultava ainda mais para que ele conseguisse respirar.
  Torci a adaga, para que assim tanto a ferida quando a dor que ele sentia fossem intensificadas, e aproximei o meu rosto um pouco mais do dele para poder sussurrar:
   - Incrível, não é? Mesmo um Cavaleiro de Prata também pode sangrar.
  Não havia muito o que eu fazer naquele momento além de permanecer naquilo, apertado a sua garganta até que o Cavaleiro fosse subjugado pela falta de ar. Até ele estava sujeito às necessidades básicas dos organismos vivos, não é? Uma hora ou outra seus músculos perderiam a força pela privação de oxigênio e então o seu coração pararia de bater, e esse processo seria acelerado pelos espasmos de dor provocados pelo ferimento nas costelas. E, se não chegasse a isso, ao menos a perda constante de sangue o enfraqueceria.

  Acabei descobrindo que por séculos os filhos de Ares tiveram a mesma Divação: sádicos, sanguinários, briguentos, impiedosos e, às vezes, loucos. Eu, sinceramente, não queria acabar desse jeito. Não queria me tornar uma fera sanguinária.
  Mas não há como fugir da sua natureza, não é? Um javali selvagem sempre será um javali selvagem. Um filho de Ares sempre será um filho de Ares.
  E acabei descobrindo que eu gostava disso. Algol havia me ferido, e agora era a minha vez de dar o troco. Não esperava conseguir matá-lo sufocado, não realmente. Guerreiros como ele não tem mortes assim.

  A qualquer momento ele iria recuperar o controle e tentar se libertar, e eu estaria pronto para reagir nesse momento. Com a sua força física provavelmente muito reduzida pela falta de oxigênio e perda de sangue, o mais provável é que ele apela-se para o seu cosmos como fez das outras vezes. E qual seria a minha vantagem? Simples: ele já fez isso duas vezes. Isso quer dizer que o ataque está gravado no meu cérebro e eu saberia como prever ele vindo, como fiz anteriormente com a sua velocidade. O único probleminha estava no fato de não haver exatamente algo que eu possa fazer para me proteger de uma explosão dessas. Então o meu plano era meio suicida, havendo apenas um milésimo de segundo para evitar a explosão - isso se o que eu planejei realmente funcionasse para evitar alguma coisa.
  Com uma das mãos em seu pescoço eu, em um movimento rápido e pondo toda a força disponível naquele braço, ergueria a sua cabeça e a bateria de novo contra o chão, torcendo para que isso bastasse para desnortealo.

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• Faca de Bronze

• Moeda das Armas -De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente

• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

Ativos
N/A



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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Sab Maio 21, 2016 7:36 pm


Batalha nº 1

Algol tentará tirar o corpo do semideus de cima de si usando da própria força.

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Re: Algol de Perseu

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