The Blood of Olympus
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Algol de Perseu

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Ter Abr 26, 2016 11:36 pm

O membro 'Phobos' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'Cosmo' : 10


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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Ter Abr 26, 2016 11:42 pm


Batalha nº 1

O deboche do garoto só serviu para aumentar ainda mais a raiva que queimava dentro do Cavaleiro. Sem conseguir falar mais nada por todo o ódio, e apenas pensando em destruir aquele verme que ousava se opor a ele, Algol se preparou para destrui-lo usando o seu escudo. Pegou impulso, e foi aí que algo peculiar aconteceu. Ele sentiu a perna ser travada. Olhando para trás, um guerreiro com um buraco enorme no peito deu um sorriso doentio na sua direção, segurando sua perna. Enquanto se perguntava o que estava acontecendo, outro soldado ainda pulou sobre seu corpo. Um por um, no todo quatro soldados começaram a se aglomerar, atacando com a espada e com os punhos o Cavaleiro de Perseu. Enquanto ele gritava e tentava se desvencilhar dos zumbis, Nero se aproximou e Algol apenas viu o brilho da adaga passar perigosamente perto do seu olho esquerdo, antes de perder a visão do olho com um berro de dor. O próprio filho de Ares não se tocou do que aconteceu no momento. Ele tinha cegado um dos olhos do seu inimigo.
Mas o plano não fora perfeito. Em pânico, Algol queimou todo o seu cosmo de repente. Uma explosão de energia tão forte que pareceu uma explosão, lançando zumbis, Nero e estátuas para longe com um sonoro boom de luz prateada. Nero colidiu em cheio com uma parede e caiu, meio desacordado, meio acordado, ouvindo os gritos de dor do Cavaleiro. Um dos seus soldados estendeu a mão, uma mão pálida e cheia de veias, morta. - Levante-se, soldado. Temos uma guerra a vencer.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Seg Maio 02, 2016 9:14 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."
 
 
  Ok, eu confesso, não esperava por isso. Sério, foi bizarro até para mim. Como diabos eu poderia esperar que soldados zumbis surgissem de só os deuses sabem onde e pulassem em cima do Cavaleiro? E pior (não, melhor), meu golpe com a adaga atingiu um dos olhos de Algol. Meu cérebro registrou o momento como se ele passasse em câmera lenta, gravando com riqueza de detalhes a expressão de confusão e surpresa no rosto do Cavaleiro enquanto o mesmo tentava se soltar dos zumbis, e por fim a lâmina da adaga passando, deixando um rastro bronzeado e vermelho. O seu grito de dor foi tão inesperado, pois eu não planejava exatamente acertar o olho dele, que perdi a concentração por alguns instantes. O problema é que em uma batalha um segundo e um século não fazem diferença, e esse tempo bastou para que Algol, talvez movido mais pelo desespero do que pela razão, resolvesse imitar o Bomberman e criasse uma explosão com a sua energia, lançando a mim e aos meus mais novos amiguinhos para longe.
  Acabei colidindo com a parede oposta e, pela segunda vez hoje, senti que estava perdendo a consciência, começando pela visão periférica que ia se anuviando.

  Você já caiu de uma árvore alta, bateu a cabeça, foi vítima de uma explosão de cosmos ou simplesmente teve pressão baixa? Nessas ocasiões você perde a maior parte dos seus sentidos, começando pela audição e pelo senso de equilíbrio. Depois, sua visão começa a falhar e você não consegue mais mover os membros, toda a sua capacidade motora é reduzida para simples e lentos movimentos com a cabeça e as pálpebras. O engraçado é que a sua mente continua funcionando, porém sem conseguir registrar o que acontece à sua volta. No lugar disso, apenas para dizer que fez alguma coisa, seu cérebro transfere a sua consciência para alguma lembrança aleatória durante a transição entre estar acordado e inconsciente. E, com dezesseis anos de lembranças acumuladas, pela que ele escolheu acabei descobrindo que o meu cérebro é um grande de um filho da put*.

  O carro deslizava a 60 km/h na pista, percorrendo as estradas de Long Island em direção a algum lugar que eu ainda não sabia o nome. Tinha acabado de completar dezesseis anos e minha mãe havia decidido fazer uma viagem de carro para comemorar. É sério. De Detroit à Long Island, em Nova York, de carro. É isso que a minha mãe chama de comemoração. Para piorar, ela tinha voltado a falar do meu pai, e não havia nada que me irritasse mais. Não, não era só porque o filho da mãe tinha nos abandonado antes de eu nascer. Era porque a minha mãe era louca. Não o tempo todo, só quando começava a falar sobre ele. Por quê? Porque ela colocou na cabeça uma idéia absurda. Sabe quem é ele? Vai lá, advinha. Não, cara, não é o Batman e nem Napoleão Bonaparte. É Ares, o deus da guerra da Grécia Antiga. Minha mãe é ex-fuzileira naval, serviu no Iraque por alguns anos e voltou de lá grávida. Desde que eu nasci ela sustenta a história que ele é um deus e por isso não podia ficar conosco. Na infância eu cheguei mesmo a acreditar nela, como qualquer criança acredita em Coelho da Páscoa ou Papai Noel, mas à medida que fui crescendo e ela continuava repetindo a mesma história... Bem, você já deve imaginar.
  Eu já estava com dor de cabeça e cansado da viagem, sem contar o meu gênio irritadiço, e provavelmente por isso não consegui ignorar ela por muito tempo. Eu gritei, mandei que ela ficasse quieta e calasse a boca, não exatamente nessa ordem. Eu estava com tanta raiva que naquele momento não fui capaz de processar a mágoa no rosto dela, que mais tarde me causaria insônia por semanas, ou talvez não tenha conseguido registrar o momento porque um segundo depois o mundo saiu dos trilhos.
  Uma mulher-galinha colidiu contra o parabrisa do carro, o volante virou, o carro girou pela pista e bateu em uma árvore na encosta de uma colina. Tudo isso aconteceu em um milésimo de segundo e em uma hora ao mesmo tempo, ou foi o que pareceu. Por algum milagre divino eu sobrevivi ileso - bem, quase - e consegui sair do carro tossindo. Foi então que lembrei que minha mãe estava lá dentro no outro banco, mas antes de conseguir voltar aquela coisa, que depois me disseram ser uma harpia, atacou novamente me jogando para longe.
  O que aconteceu depois? O momento de maior arrependimento e vergonha da minha vida. Eu fugi. Corri. Eu estava com medo, não sabia o que fazer. Acabei chegando no Acampamento, e quando voltei para onde o carro estava ela havia sumido.
  Você não tem idéia de como eu fiquei depois disso. E para piorar tudo que ela me contava era verdade. Culpa, remorso, vergonha, arrependimento, raiva... Raiva de tudo. De mim, da harpia, do meu pai. Foi essa raiva que queimou o medo dentro de mim, e depois queimou as cinzas. Eu peguei tudo isso e usei como combustível para me mover, queimando tudo como um motor queima a gasolina. Mesmo depois de descobrir que não tinha poderes como meus meio-irmãos. Para que poderes? Nunca precisei de nenhum. Eu tinha um objetivo, e eu iria cumpri-lo. Ou morrer tentando.

  Despertei do meu transe de cinco segundos ouvindo os gritos de Algol, mas eles se misturavam com outras vozes e ruídos. As coisas demoraram para se centralizar, mas por fim distingui uma figura parada à minha frente com a mão estendida. Era um daqueles soldados zumbis, ele disse alguma coisa e eu segurei em sua mão para me levantar. Cara, isso foi nojento. A mão dele era morta, fria e viscosa. Mas pelo menos ele estava me dando uma mãozinha (Ba dum tss).
  Balancei a cabeça para clarear a visão. O que diabos foi aquele flashback? O Cavaleiro de Perseu estava a poucos metros na minha frente, gritando de dor e aparentemente vulnerável, essa era a minha chance de atacar. De predador à presa. Talvez eu estivesse me tornando muito sádico, mas ver ele, até pouco tempo atrás soberbo e arrogante, ser reduzido a isso era até cômico.
  Cômico? Meus deuses, eu realmente devo estar com muita raiva dele. Era deplorável. Algol, o Cavaleiro de Prata da Constelação de Perseu agora estava apavorado, com medo. Medo. O medo não é também filho de Ares? Phobos e Deimos, os deuses do medo e do pavor, eram meus irmãos. De alguma forma, talvez por ter alguma ligação genética com eles ou sei lá, eu sabia como usar isso ao meu favor.
  Por vários anos todos tiveram medo de Algol. Chegou a hora da vingança.

  Os soldados zumbis estavam ao redor da sala, apenas aguardando. O sadismo não é uma das características dos filhos de Ares? Pois bem, chegou o momento de ser sádico.
   - Guerreiros! - Gritei para todos os quatro, apontando a adaga para o Cavaleiro. - Vamos ensinar para esse verme o que o destino reserva para quem desafia o Deus da Guerra!
  Não, eu ainda não gosto do meu pai. Mas como os soldados são dele, não faria mal nenhum bajular um pouco. Do nada, toda a sala foi preenchida por um único grito, repetido várias vezes em vozes mortas que seguiram a minha e que ecoavam pelas paredes:
   - HURRA!
   - HURRA!
   - HURRA!
  Esse era o grito de guerra usado pelo exército russo e britânico, derivado da língua turca. Significa "Matar!". Por um momento até eu senti um frio na espinha, até lembrar que era eu que estava no controle ali. Os zumbis avançaram contra Algol, a maioria vindo do outro lado. Mesmo se o Cavaleiro se recuperasse o suficiente para tentar se defender ele ainda estaria franqueado, com inimigos de todos os lados. Eu não queria subestima-lo ao ponto de julgar que já estava derrotado, mas estava contando que ele se descuidasse e deixasse a guarda baixa para mim. O meu plano era me lançar na direção dele, correndo como um javali em fúria e tentar acertar um soco em seu rosto com força o suficiente para joga-lo no chão. Se desse certo, eu giraria a adaga em minha outra mão para que a ponta voltasse a ficar virada para baixo e então saltaria sobre ele, tentando fincar a lâmina entre a abertura das placas da sua armadura.
  Se isso não desse certo e ele se defendesse de alguma forma do meu soco, eu continuaria com o plano de uma forma um pouco semelhante, porém agora tentando acertar ele com a adaga por baixo da guarda ainda em pé.
  Tudo isso, é claro, com quatro guerreiros zumbis o cercando.



Equipamentos:
• Faca de Bronze

• Moeda das Armas -De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente

• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

6 – Grito de Guerra- Um bom guerreiro sempre é respeitado pelos demais, sendo muitas vezes escolhido como líder ou ao menos serve como inspiração aos demais. Ao esbravejar um grito de incentivo em meio ao campo de batalha, o filho de Ares é capaz de fazer com que todos os inimigos percam sua coragem por algum momento, exitando em atacar. O grito ainda faz com que seus aliados fiquem mais motivados e encorajados, de modo que poderes referentes ao medo são anulados durante a rodada posterior.

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Ter Maio 03, 2016 6:00 pm


Batalha nº 1

Algol irá usar do seu cosmo em explosão para contra-atacar o ataque do garoto com golpes rápidos e destruidores do seu punho.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Ter Maio 03, 2016 6:00 pm

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Ter Maio 03, 2016 6:05 pm


Batalha nº 1

Algol estava terrivelmente ferido, e não conseguia enxergar com seu olho direito. O fato da cegueira parcial fazia com que ele visse o quão perto aquele semideus insolente estava de o derrotar. Ele precisava lutar contra ele com todas as suas forças. E ele começaria a fazer isso imediatamente.
Assim que ouviu o grito dos soldados, esperou que eles se aproximassem o suficiente e então com um grito explodiu seu cosmo outra vez, fazendo com que os soldados fossem jogados ao chão. Nero veio sozinho rapidamente, buscando acertar um soco contra Algo, que rapidamente se desviou do golpe com um soco intensamente forte contra a barriga do filho de Ares. Quando este se dobrou pela perda de fôlego, o Cavaleiro agarrou sua traqueia com uma mão e o ergueu do chão, esmagando seu pescoço e fechando suas vias aéreas, sorrindo enquanto olhava o semideus com seu olho sangrento. - Morra, seu verme... - Sussurrou, aplicando ainda mais pressão contra o pescoço dele.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Nero Khan em Qua Maio 04, 2016 10:18 pm


"Não me procure, se sou invisível ao seu olhar..."
 
 
  Certo, digamos que ele não estava assim tão indefeso como eu imaginava.
  Esse é exatamente o erro que eu estava tentando evitar durante toda a luta, subestimar o meu adversário. Nesse caso foi de uma maneira diferente, eu não subestimei a força ou as habilidades dele, e sim o seu estado. Erroneamente julguei que ele estivesse muito debilitado pelo ferimento, que não teria condições de reagir rápido o suficiente para se defender.
  É,  errei feio.

  Estou começando a ter a impressão que venho perdendo muito os sentidos hoje. É sério, quando o soco do Cavaleiro atingiu o meu estômago todo o meu fôlego e equilíbrio saíram pela minha boca, e também acho que o meu rim foi parar no lugar do coração e o coração no estômago. Sem contar que, dessa vez por puro azar, mordi alguma parte interna da minha boca e rapidamente senti o gosto de sangue. E as coisas não melhoram nem um pouco quando senti a mão dele se fechar ao redor do meu pescoço, apertando minha garganta e impedindo que eu recuperasse meu fôlego.
  Porém, preciso te perguntar uma coisa. Sabe qual é a melhor parte de ser um filho do deus das guerras brutais, dos massacres e carnificinas? Não se trata de ter todo o conhecimento marcial gravado em sua mente desde o seu nascimento ou saber a diferença entre um montante e uma espada longa. A melhor parte é que mesmo tendo o seu pescoço esmagado pela força de um Cavaleiro de Prata, você consegue olhar para o olho - ou o que sobrou dele - ensanguentado dele e rir. Rir histericamente. Tá bom, eu não tenho fôlego para fazer isso por fora, mas por dentro eu estou rindo.
  Agora você deve estar se perguntando, por que diabos eu estaria rindo disso? Simples. Nada, absolutamente nada, no mundo inteiro, é mais hilariante do que a possibilidade iminente da sua morte. Não, é sério. Não estou me referindo a aquele medinho que você sente de entrar em um avião por receio que ele vá cair, ou de andar pela rua e ser assassinado em um assalto. Eu falo da possibilidade real de que você vá morrer, a certeza de que seus últimos segundos de vida estão escapando por entre seus dedos. Do momento em que você olha bem nos olhos da morte. E ri.
  Mesmo com meus músculos do rosto contraídos pelo aperto no pescoço ainda fui capaz de dar um sorriso com o canto dos lábios, e o fôlego que me restava foi o suficiente para sussurrar uma única frase arranhada:
- V-você pri-primeiro...
Então cuspi o sangue em minha boca no seu rosto.
  O que vinha a seguir só teria dois resultados: ou eu conseguiria me soltar, ou quebraria sozinho o meu pescoço.

  Em uma situação dessas uma pessoa comum provavelmente se debateria até ser sufocada, porém comigo não seria assim. Ahn... Eu espero. Tomara.
  Bem, o fato de ele estar me segurando acima do chão deixava a maior parte do meu corpo livre e perigosamente próximo à ele, o que seria vantajoso para mim. O que eu pretendia fazer era desferir um golpe horizontal com a adaga, não na mão que me prendia, mas sim contra o lado ainda bom do seu rosto, visando atingir o seu outro olho. Eu sabia que haviam grandes chances de ele segurar esse ataque com a sua mão livre e eu estava pronto para tentar um movimento mais complexo, que se consistia em segurar no seu antebraço referente a mão que me prendia e usar da elásticidade e flexibilidade do meu corpo para dobrar a coluna, flexionando as pernas para então estende-las novamente, em um chute duplo contra o peitoral ou rosto de Algol. Essa última tentativa não tinha como intenção realmente feri-lo, mas apenas me libertar do seu aperto.
 



Equipamentos:
• Faca de Bronze

• Moeda das Armas -De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente

• Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

• Boost [Escudo circular, baseado no modelo espartano. Possui um metro de raio, feito de bronze celestial e com peso considerável, de modo que seu uso dificulta movimentos ágeis e velozes. É levemente curvado, para facilitar o seu uso em manobras defensivas, e carrega a letra grega Ômega maiúscula em seu centro. Seu brilho é extremo, tendo sempre o aspecto de recém-polida. Uma vez a cada dois turnos de combate, o escudo possui a habilidade de absorver completamente um ataque bloqueado por ele, anulando todo o dano que seria causado ao usuário. No turno seguinte, o ataque absorvido é convertido em força física para o semideus, de modo que seu próximo ataque terá dano dobrado.] (Esperando atualização)

Habilidades:

Passivas

1 – Combate Não-Armado: Nos combates de uma guerra, muitas vezes o combatente acaba sendo desarmado, acabando sua munição ou perdendo sua arma, o obrigando a utilizar apenas seus punhos para sobreviver. Sendo peritos em combates desarmados, os filhos de Ares sabem técnicas marciais de todas as artes marciais existentes, mesmo que nunca tenha feito uma aula se quer. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elásticidade.

5 - Regeneração Gradual I: Ferimentos não são algo que pode incomodar um verdadeiro guerreiro. Os filhos de Ares ao estarem em combate, sentem uma benção natural em torno de seu corpo, de modo que seus ferimentos aos poucos são regenerados e sua vida recuperada. Nesse nível é recuperado apenas 2 HP por turno que o semideus estiver em combate.

6 - Ignorando a dor I: A dor é um estado psicológico e biológico, tida como uma auto defesa do corpo humano. Contudo, os filhos de Ares possuem a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem coma luxação ou dedo quebrado. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus.

1 - Espirito Ancestral - A violência percorre o seio da humanidade desde o seu inicio, e antes disto em todos os seres vivos. Sendo essa a mais primitiva razão da realização de guerras, como filho de Ares você possui os instintos da própria violência em seu corpo, sendo que sempre luta com objetivo de ferir seu oponente. Essa agressividade natural acaba fazendo com que todos os golpes físicos da prole do deus da guerra, causem 50% a mais de dano do que golpes elaborados por outros semideuses.

 2 – Espírito de Guerra: Ares é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.

2 - Velocidade atlética: Um bom combatente sempre está preparado físicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra evam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem 50% mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.

3 - Força I: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro,que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar até cinquenta quilos e desferir poderosos golpes desarmados capazes de causar danos internos sobre o corpo de monstros e humanos.

3 – Deboche: Guerras não são travas apenas pelo uso de força bruta, mas também utilizando estratégias para enfraquecer o psicológico dos inimigos, como aconteceu a Napoleão Bonaparte e o exército Nazista ao tentarem invadir a Rússia. Assim como o deus da guerra, os filhos do deus sabem utilizar bem de palavras sarcásticas para debochar de seus adversários, fazendo com que eles fiquem fúriosos. Oponentes vítimas de deboche, passam a lutar "ás cegas", golpeando o filho de Ares sem utilizar estratégias ou pensar, ficando mais vulneráveis e deixando seus pontos fracos desprotegidos.

4 - Arma em Punhos - As proles de Ares aprendem desde cedo a importância de suas armas, não as deixando ou arriscando perde-las, não importa o que aconteça. Nenhum golpe pode tirar uma arma das mãos de um filho de Ares durante o combate, estes vão segurar suas armas com força e elas apenas irão poder serem removidas caso o semideus não esteja as segurando, ou caso morra.

4 – Sexto sentido - Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (sons, cheiro e etc), esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.

7 - Aprendizado rápido: Em meio a uma batalha, Ares precisa de reinventar seu modo de lutar as vezes, para que não seja surpreendido e consiga derrotar os mais diversos oponentes. Os filhos do deus da guerra possuem uma mente aguçada, capaz de aprenderem rápidamente os movimentos efetuados para o desferimento de um golpe. Ao verem um oponente ou aliado efetuar um golpe físico (Apenas golpes que não sejam mágicos ou elementares), o semideus conseguirá copiar o mesmo movimento com perfeição, seja ele executado apenas com armas ou por utilização de poderes ativos.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Sex Maio 06, 2016 6:06 pm


Batalha nº 1

Algol irá colocar ainda mais força contra o aperto no pescoço do semideus, tentando finalizá-lo de uma vez.

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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Athena em Sex Maio 06, 2016 6:06 pm

O membro 'Phobos' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'Cosmo' : 7


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Re: Algol de Perseu

Mensagem por Phobos em Sex Maio 06, 2016 6:10 pm


Batalha nº 1

Nero sentia seus sentidos acabando um por um enquanto Algol ria de forma doentia na sua frente, aplicando ainda mais pressão contra a sua garganta. Ele teria morrido ali se não tivesse decidido contra-atacar de forma inteligente. A cusparada pegou o Cavaleiro de surpresa por um tempo, mas ele já era muito esperto para saber que um golpe viria logo após a distração. A adaga do garoto foi parada no meio do caminho. - Ora, mas que truque... - Antes que pudesse terminar, o Cavaleiro foi atingido em cheio no peito pelos pés de Nero, soltando o garoto do aperto mortal. Algol cambaleou para trás alguns metros, tonto pela perda de ar, enquanto Nero caiu de costas no chão com um baque que o fez ver estrelas por alguns segundos.

Algol de Perseu

HP - 190/300
MP - 300/300

Golpe Acertou, 10 de dano (7 nos dados)

Nero Khan

HP - 93/135
MP - 135/135

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Re: Algol de Perseu

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