The Blood of Olympus
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Ficha para Escolhidos

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Ficha para Escolhidos

Mensagem por Phobos em Seg Mar 14, 2016 12:25 am


Os Escolhidos das Estrelas
Os Escolhidos das Estrelas são semideuses que foram escolhidos a dedo pelos próprios deuses romanos para proteger a honra e a integridade do Olimpo na Terra. Esses semideuses são a própria "elite", por assim dizer, e mesmo que a lenda de seu poder tenha se tornado um borrão na história, todos os semideuses que olham para a luz dos Escolhidos nunca mais esquecem o esplendor que viram.

Como dito anteriormente, os deuses romanos que escolhem esses semideuses, e sua contra-parte grega não se envolve, por isso apenas semideuses romanos ou semideuses gregos que se destacam são convidados para esse grupo seleto. Para tentar se tornar um Escolhido, poste nesse mesmo tópico a ficha abaixo:

INFORMAÇÕES BÁSICAS

Nome do Semideus:
Progenitor Divino:
Idade:
Nível:
Apelido Desejado (Nome de uma estrela, que não seja um dos deuses):

QUEM É VOCÊ?

Onde os deuses te viram? Nesta parte, copie e cole o link de pelo menos 5 posts seus dentro do Acampamento Romano OU três missões finalizadas (caso seja um semideus grego) OU um evento que participou e já foi finalizado.
Prove seu valor. Aqui, copie e cole o link de pelo menos uma MvP/PvP finalizada que envolva você.

MAPEANDO APTIDÕES E ATITUDES

Cite dois pontos fortes em você.
Cite dois pontos fracos em você.
Porque desejas lutar e até mesmo morrer pelos deuses?

O DESAFIO

Faça uma espécie de narração one-post, onde o seu semideus defende o altar de Júpiter na Terra, localizado numa clareira escondida aos pés do Monte Everest. Os inimigos podem ser criados por você, mas cuidado ao tentar ser um herói perfeito, pode não ser o que os deuses querem. A forma que você se portar nessa luta definirá seu sucesso ou fracasso. Além disso, sinta-se livre para usar os poderes e armas dos Escolhidos até o seu nível (você pode encontrar a descrição dos poderes neste link, e as armas neste outro link).

Boa sorte!



Última edição por Phobos em Qua Jul 20, 2016 11:45 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Ficha para Escolhidos

Mensagem por Derek "Fomalhaut" Froster em Ter Jul 19, 2016 2:45 pm

INFORMAÇÕES BÁSICAS

Nome do Semideus: Derek Froster
Progenitor Divino: Zeus
Idade: 19
Nível: 7 (Nível 8 quando atualizarem)

QUEM É VOCÊ?

Onde os deuses te viram?
Missão 1
Missão 2
Missão 3
Prove seu valor.
MvP


MAPEANDO APTIDÕES E ATITUDES

Cite dois pontos fortes em você.
Perseverança
Bravura

Cite dois pontos fracos em você.
Pavio-curto, explosivo, impulsivo.
Vingativo.

Porque desejas lutar e até mesmo morrer pelos deuses?
Deuses são aqueles que regem o mundo, que honra seria maior do que lutar para defender estes que regram o mundo? Não existe, ainda mais para um filho do deus que manda em tudo.


O DESAFIO


Não sei se era um grande feito ou algo incomum, mas fui o primeiro grego dentre os Escolhidos. Tudo no começo é estranho, e isso não foi diferente, era como ter um cargo importante no governo, você se sente responsável por certas coisas que acontecem.

Ainda me adaptava ao fato de, às vezes, brilhar no escuro, não tenho o total controle sobre as capacidades de ser um escolhido. Sem contar o fato de ainda me acostumar a pensar nos deuses como planetas e estrelas, essa parte é confusa. Tenho uma certa dificuldade com a mistura greco-romana, não vou negar, mas aos poucos vou aprender.

Recém havia entrado para o grupo e já haviam me designado para uma inspeção em um dos templos de Júpiter, também conhecido como Zeus, por nós gregos. O único problema é que o templo não ficava nos Estados Unidos, na verdade, era do outro lado do mundo. Meu destino era a Ásia, mais especificamente, China.

Como eu ia fazer para me comunicar? Não faço ideia. Nunca nem sequer havia sonhado em ir para China, muito menos me interessado em aprender Mandarim. Quando cheguei ao aeroporto internacional JFK, fui informado que seria acompanhado por um filho de Minerva (Acho que é isso) que seria meu tradutor.

A viagem, obviamente, fora longa e cansativa, afinal, são muitas horas de voo. Me perguntava o que pensavam ao verem minhas espadas dentro da mala ou o que viam no lugar delas. Só sei que não tive problemas com bagagens, o que era ótimo, não precisava ser barrado e que as pessoas imaginassem que era um assassino em série.

Ao chegar no desembarque, o filho de “Atena” me identificou de maneira impressionantemente rápida, assustadoramente rápida, eu diria. Seu nome era Jason, tinha cabelos loiros, estatura mediana, as características principais dos filhos da deusa. Tirando os olhos puxados, isso era claramente de onde nasceu.

- Derek? – Perguntou o homem de cabelos dourados. Acenei que sim e me aproximei. – Sou Jason, filho de Minerva, serei seu tradutor.

- Tranquilo e onde a gente encontra o guia? – Perguntei e ele já caminhava para fora.

- Eu serei seu guia e tradutor. – Cerrei os olhos confuso. – É, teve um pequeno erro de comunicação. Eu sou também sou guia, logo, não precisará de tradutor. – Conveniente, seria um saco ter que ficar esperando alguém falar, depois outro traduzir, aí eu falar e ser traduzido.

- Quanto tempo até a monte? – Disse indo atrás do guia, que botava seu primeiro pé na rua.

- Algumas horas e espero que tenha trazido um casaco. Vai tá frio. – Um mero detalhe que esqueci. A única coisa que trazia contra a friagem era uma jaqueta de couro. Apenas dei um sorriso amarelo para ele e entrei em sua camionete.

- Você também é um escolhido? – Perguntei enquanto colocava o cinto de segurança.

- Não, mas sou amigo de Oliver, por isso estou te ajudando. – Acenei com a cabeça, afirmando que havia entendido. – Acredito que não vá precisar das máscaras de oxigênio, não é, filho de Zeus? – Seu sorriso era confiante.

- Exato, Jason. – Me ajeitei no banco, ficando confortável. – Agora, se não se importa, vou dormir que não tô afim de vivenciar outra viagem de horas. – Ele deixou uma risada e escorei minha cabeça na janela, adormecendo em seguida.

Me encontrava em uma sala toda branca. Mármore, era definitivamente mármore. Uma estátua gigante na parede de frente para a porta, um homem de barba e segurava um raio, Zeus/Júpiter, não havia dúvida quanto a isso. A imagem mudou para a mesma sala, só que suja de sangue e um corpo em meus braços, os sujando de escarlate. Um corte amplo na altura do peito, a marca da morte.

Segurava o tronco desfalecido da pessoa com força, me sentindo triste, como se o conhecesse. Subi os olhos para olhar seu rosto e... Era eu. Eu estava morto, em meus próprios braços. Como aquilo era possível?

De súbito, abri os olhos, indo para frente com rápido e sofrendo o solavanco causado pelo cinto. A cria de Minerva me olhou, analisando minhas feições, criando suas próprias teorias sobre o que havia acontecido dentro de minha cabeça.

- Pesadelos? – Com um leve som vocal concordei. – Felizmente, já estamos chegando. Acordou em boa hora. – Cocei os olhos, voltando a focar a vista na estrada cheia de neve à frente.

- E o que eu supostamente tenho que inspecionar? – Não fazia ideia do que eu tinha que fazer.

- Sua primeira inspeção? – O semideus deu uma risada antes de continuar. – Basicamente, você tem que ver se as oferendas estão sendo entregues direito, se o local não foi vandalizado, coisas do gênero. – Não estou reclamando, mas não é mais fácil mandar algum chinês verificar?

- Uma tarefa fácil, porém trabalhosa. – Suspirei pesado. – Pelo menos, vou conhecer o famoso Everest. – A parte sem graça, mas tudo bem.

O carro parou em uma espécie de acostamento. A estrada parava em poucos metros, teríamos de seguir a pé e a neve caía forte. Tá, agora eu entendi o porquê de trazer um casaco. Eu sou um burro, como que não associei Everest com frio? Às vezes, quase sempre, duvidava da minha capacidade mental. Não podia ser normal esse nível de estupidez.

- Temos que seguir a trilha a pé, a partir daqui. – Disse tirando o cinto e saindo do carro.

- Quanto quilômetros até o templo? – Tremia por dentro da jaqueta de couro, sentindo todos meus pelos se arrepiarem.

- Oitocentos metros. – Disse fechando o porta-malas e lançando minhas armas para mim. As arrumei no corpo e com passadas lentas e pesadas, seguia atrás do garoto. A neve afundava debaixo de nossos pés.

O vento açoitava meu rosto, gelando a tudo por onde passava. Tinha pontos que achava que perderia o nariz congelado. Meus pulmões doíam com o ar gelados que passavam por dentro deles, parecia que vinha rasgando tudo lá dentro. Senti algo rachar e quase quebrar debaixo do meu pé, o que fez um barulho relativamente alto.

- Ahn, Jason? – Ele se virou depressa, parecia saber o que estava prestes a acontecer.

- Isso foi o chão? – Engoliu em seco.

- Não, não, foi uma noz. – Sentia que aquilo não seria bom para nenhum de nós dois. – É CLARO QUE FOI O CHÃO! QUE TIPO DE FILHO DE ATENA TU É?! – Aquilo me aqueceu um pouco. Exaltação faz bem para a alma, te garanto isso.

- Minerva. – Juro que esferas elétricas dançavam em volta dos meus dedos. - Calma, eu vou pensar em algo, não se mexe. – Respirei fundo três vezes, sentindo meu interior queimar com o ar frio ou iria cometer uma atrocidade.

- Se eu me mexer isso vai quebrar e desencadear uma merda gigante, não vai? – Eu sabia que sim.

- Sim, então se calma. – Calma? Eu estava quase hipotérmico, podendo cair num lago congelado. Calma não era exatamente o que sentiria em qualquer momento próximo.

- Avança o máximo que der, eu sei o que fazer. – Disse apontando para frente, e sentindo o gelo se rachar mais.

- O que vai fazer? – O chão se abriu mais um pouco.

- VAI LOGO, FILHO DA Diva! NÃO TENHO TEMPO PRA EXPLICAR. – Meus olhos brilhavam de raiva.

Ele se afastava, sempre olhando para trás e quando já havia andado uma distância considerável, usei meu trunfo. Os ventos se agitavam em volta de mim, como um redemoinho, e em seguida me levantavam, tirando meus sapatos do chão. No mesmo instante, a superfície começou a desmoronar e afundar num lago, abaixo.

Com a ajuda dos ventos gélidos do Himalaia, atravessei o caminho despedaçado. O que me fazia pensar: Como iríamos voltar para o carro sem ter um chão para pisar? Nós, não. Ele. Eu posso voar.

- É aqui. – Disse ele coçando a nuca ao ver a enorme fissura. – Pela esquerda. – Entrou num pequeno caminho e eu o segui, ainda nos ares.

Assim que adentrei a curva, avistei algo que parecia um mausoléu branco de mármore. As portas grandes de madeira ornamentada com ouro imperial eram imponentes.  Ao adentrar, a primeira coisa e única coisa que chama atenção é a estátua enorme de Júpiter no lado oposto às portas, além da temperatura agradável.

- Precisava ser desse tamanho? – Olhei o rapaz ao meu lado.

- Os deuses gostam. – Fazia sentido, não reclamaria se recebesse uma estátua de 6 metros de altura.

- Então, parece tudo em ordem. – Disse olhando uma cesta de frutos junto a outros presentes perto dos pés do monumento. – Vim até o outro lado do planeta para ver umas cestas de frutas? – Quem dera. Eu desejaria que fosse apenas frutas e ursos de pelúcias jogados aos pés de meu pai.

ROOOOOOOOWWWWWWWWWRRRRRR

- Acho que é por isso, Derek. – O olhei sem entender nada.

- QUE? FALARAM INSPEÇÃO, NÃO ELIMINAÇÃO. – O chão tremia e sabia que era aquela coisa se aproximando.

- Tem algo atacando o vilarejo que venera seu pai romano e é seu dever como Escolhido defender e ajudar templos dos deuses. – Só podiam me avisar que teria que enfrentar um monstro.

- Defender contra o que, exatamente? – Descobriria em breve.

- Não se sabe ao certo. – As portas se abriram de súbito, e um vendaval entrou na sala.

Com sua perna taurina esticada como se apontasse para nós, um minotauro. Não um simples minotauro. O monstro tinha a pelugem rubra, carregava um montante, a qual empunhava com apenas um braço. A neve embaixo de seus pés derretia e fervia, fazendo com que fumaça subisse.

- Isso é uma espécie nova? – A prole de Minerva negativou com a cabeça, assustado. – E ele deveria estar aqui? UM TOURO DE FOGO NO EVEREST. VAI SE FODER.

- Não sei, Derek. – Seus olhos esbugalhados mostravam que falava a verdade.

ROOOOOOOOWWWWWWWWWRRRRRR

- Vai tu, ô babaca. – Respondi o rugido enquanto sacava a espada negra com runas azuis brilhantes na lâmina.

A pata do monstro foi de encontro ao chão, fazendo o templo inteiro ruir diante de sua força. Tomei a dianteira, com a espada empunhada à frente do corpo, preparado para defender um ataque da lâmina gigantesca que o homem-touro carregava.

Sua lâmina subia rápida na vertical. Coloquei a minha na horizontal e parei seu golpe. O impacto das espadas fez todos meus músculos tremeres e serem forçados até quase a falha. Meus dois braços eram forçados aos limites, as veias quase estouravam enquanto ele usava apenas um braço e... Voei para longe. Minhas costas encontraram a parede mármore. Sua força era muito superior, nem sequer havia usado toda ela e já havia feito aquilo comigo.

O gosto férrico se alastrava pela minha boca. O sangue escorria para o chão, manchando o templo sagrado. Júpiter não iria gostar, mas seria pior se o monstro destruísse o tempo.

- Derek! Uma ajudinha aqui. – A visão ainda estava meio embaçada, porém consegui ver a espada dele se partindo e seu corpo bater contra a estátua.

Com dificuldade, me prostrei de pé. O minotauro marchava até o corpo fraco de Jason, pronto para eliminá-lo. Numa investida rápida, corri até o ser de 3 metros e cravei a espada em sua perna antes de receber um soco no esterno, que provavelmente quebrara algumas costelas.

Tudo parecia girar, cada átomo do meu corpo parecia doer. Provavelmente doíam mesmo. Para alguém que é da elite, não era grande coisa, estava perdendo para um mero monstro. O humanoide soltou seu mugido outra vez e quando percebi sua montante perfurava o peito do meu guia.

- Jason? – Acabei vomitando um pouco de sangue. – JASON! – O animal vinha até mim. Eu tinha que fazer algo, não podia deixar que Jason morresse em vão.

Quando sua espada descia para perfurar meu corpo, asas brancas saíram de minhas costas, fechando meu corpo contra seu golpe. Sua força era tanta que o impacto da ponta contra minha defesa, quebrou parte da lâmina. Pude ouvir seus passos pesados recuando alguns metros.

A dor havia ido embora graças a raiva. Sabia que assim que a adrenalina fosse embora, iria cair inutilizado no chão. Tinha poucos minutos até os efeitos do hormônio irem embora.

As asas saíram da minha frente, revelando meu corpo machucado e a face enfurecida. Minhas írises giravam devagar encarando os olhos vermelhos do monstro.

- Solta a arma. – A voz era calma, mas ainda assim um comando. E assim ele o fez, havia o colocado em um transe.

Segurei com duas mãos o cabo da Wolfsbane, com força. Com passos pesados me aproximei e descrevi um arco em diagonal no tronco vermelho incandescente à frente. O monstro urrou de dor, mas não dei chance para ele reagir, com a espada por baixo do braço, apontando para minhas costas, apoiei a mão esquerda em seu peito. Deixava descargas elétricas passando pela ferida, sentindo seus músculos enrijecerem até seu coração parar de vez e ele tombar.

Estava ofegante, extremamente cansado com a quantidade de energia que usei para mata-lo. As dores vinham lancinantes, em todos meus órgãos e músculos. Caminhar era complicado, porém não podia parar antes de chegar no corpo de Jason.

Os passos eram curtos, lentos e dolorosos, pareciam durar eternidades. Mas finalmente, havia chegado ao seu lado onde as pernas falharam e meus joelhos encontraram o chão duro.

- Jason? – Disse puxando seu corpo para meus braços. – Acorda, seu merda. – O sacudia, agarrando sua camiseta, porém com aquele rombo no peito não havia como ele ter sobrevivido. Aquela cena era como a dos sonhos, só que o corpo não era o meu. Seria os deuses me pregando uma pegadinha? Seriam eles tão cruéis? Ou fora um aviso?

Minha consciência estava instável, hora vinha, hora ia até que finalmente cedi à inconsciência, apagando de vez. Todas as dores sumiam aos poucos, sobrando apenas a tristeza e a melancolia de perder um amigo. O que era agravado pelo fato de ter sido o culpado, não ter sido forte o suficiente, DE NOVO, para salvar alguém.

Os olhos se abriram rápido, os pulmões exigiam ar e assim os dei, tragando o máximo de ar que conseguia. E assim que fiz, me pondo sentado, senti pontadas de dor nas costelas.

- Vai com calma, Froster. – Era Oliver, outro dos Escolhidos. – Tem sorte de ainda estar vivo, sorte de sua regeneração ser absurdamente rápida. – Tirou as costas de seu apoio e se aproximou. – Estava esperando acordar para avisar que irei levar o corpo de Jason para o topo do monte. É lá que que desejava se enterrado.

-  Eu levo o corpo dele, não tenho problemas com altitude. – Esse não era o único motivo. Queria compensar a incapacidade que tive em protege-lo contra o minotauro.

- Não é porque não morreu que pode subir uma montanha. – Escondendo a dor por trás de uma face neutra, me levantei.

- Posso subir melhor que você. – O filho de Febo deu um passo à frente e com seu indicador tocou em uma de minhas costelas e a única coisa que fui capaz de fazer foi me ajoelhar de dor.

- Eu ainda nem comi ambrosia, Oliver. – Cambaleando, me botei de pé outra vez. Entretanto, outra vez o rapaz usou das minhas feridas para me pôr no chão de novo.

- Ambrosia não faz milagre e você não vai se recuperar nos próximos 15 minutos. – Fui levantado pelo colarinho e posto na cama, como se não fosse nada. – Você tem que aprender que existem hierarquias e que não pode fazer tudo, garoto. Você não é um deus. – A respiração pesava, e estava dificultada pela dor.

- A morte dele foi minha culpa. – Olhava seus olhos verdes. – Por minha causa seu amigo morreu, não fui capaz de salvá-lo. – Recebi um soco no nariz, potente e rápido, não tive nem tempo de ver seu punho se aproximando. O sangue escorria até minha boca, manchando os lábios de carmesim.

– A culpa foi nossa, filho de Júpiter. – Ia corrigir, mas digamos que outro soco na cara não seria exatamente agradável. – A culpa foi de todos, ignoramos a possibilidade de uma ameaça real e mandamos um novato. E se o que dizem de ser um Minotauro Rubro seu oponente, as parcas realmente gostam de você. E não éramos só amigos... – A tensão se instaurou na sala, a dor da morte do rapaz cresceu mais em meu peito.

- Como quer que eu me perdoe? Tu não tava naquela sala, não sabe como foi. – Pensei que receberia outro soco, mas tudo o que fez foi tocar com dois dedos minha testa e eu simplesmente apaguei.

Graças aos deuses, não tive nenhum sonho, pesadelo ou premonição. Um sono tranquilo e que me permitiu recuperar minhas energias e um pouco do meu corpo. De alguma forma, acordei de volta no Acampamento Meio-sangue, não fazia de como Oliver fez eu aparecer lá e nesse ponto tinha medo de perguntar.

Estava na enfermaria, que por um milagre, estava “vazia” ou talvez fosse madrugada e todos os levemente feridos tivessem voltado para seus devidos chalés. Ao lado do meu travesseiro tinha um papel dobrado com meu nome escrito nele. A letra era de Oliver.

Seu rito de passagem acabou, Derek. Você é um Escolhido das Estrelas, espero que faça como tal e seja digno de defender os deuses. Perder Jason fora um baque muito forte para mim e é por isso que estou deixando o grupo. Não quero que faça o mesmo, ainda vai fazer grandes feito aí.
Nos cruzaremos de novo, espero que esteja mais forte e não carregue a culpa da morte de Jay. Espero que seja capaz de não apagar por cinco dias com apenas um toque de meus dedos. Boa sorte em sua jornada,
Ollie.

Dobrei o papel de novo, e o guardei no bolso, pensando em tudo que havia ocorrido. Suas palavras falando sobre hierarquia e responsabilidade quanto a mortes ficaram gravadas e ressonavam dentro de minha cabeça. Se ele desejava me impactar, havia conseguido. Iria carregar suas palavras comigo para sempre.






Notas: coisa.





OBS: Prefiro continuar com a cor no nome dos filhos de Zeus.
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Re: Ficha para Escolhidos

Mensagem por Phobos em Qua Jul 20, 2016 11:43 pm


Resultado - Derek Froster
SEMIDEUS ACEITO

Seja bem-vindo, Escolhido!

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Re: Ficha para Escolhidos

Mensagem por Blake "Sirius" Falkenrath em Qui Out 20, 2016 3:54 pm


INFORMAÇÕES BÁSICAS

Nome do Semideus: Blake Eldridge Falkenrath
Progenitor Divino: Quione
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Apelido desejado: Blake E. "Sirius" Falkenrath

QUEM É VOCÊ?

Onde os deuses te viram?

Evento

Prove seu valor.

MvP


MAPEANDO APTIDÕES E ATITUDES

Cite dois pontos fortes em você.

Capacidade de analisar as situações e conhecimentos científicos.
Determinação

Cite dois pontos fracos em você.

Insegurança quanto às habilidades em combate
Empatia por outros, podendo abrir mão de uma missão para salvar alguém.

Porque desejas lutar e até mesmo morrer pelos deuses?

Já não é o que fazemos diariamente? Só que agora teriam recompensas e benefícios únicos.


A new path...
Essa coisa de se tornar um escolhido das estrelas é realmente complicada. Quando isso acontece, muitas tarefas e deveres são atribuídos a você, principalmente quando se é um novato e querem que você conheça TODOS os templos possíveis e, nesse caso, eu diria até impossíveis. Às vezes me perguntava como Derek lidou com tanta informação quando se junto a eles.

O último tempo da lista era na China, mais precisamente no Himalaia, pelo menos não era no topo ou não teria como respirar. Derek tem sorte de ser filho de Zeus e não precisar lidar com esse tipo de problema. Notas sobre o mundo divino: Algumas leis da física podem ser quebradas. Acabei de viajar na velocidade da luz com o outro escolhido, o que supostamente deveria ser IMPOSSÍVEL de todas as maneiras e jeitos, porém, entretanto, todavia isso é uma habilidade extremamente útil não só para combate, mas para locomoção. Iríamos levar semanas ou até meses para completar essa pequena excursão pelos templos romanos, porém tudo o que precisou foram algumas horas (Tudo gasta aprendendo sobre os templos e os olhando).

Acho que a tarefa seria muito mais complicada se eu tivesse que escalar a montanha sem os equipamentos necessários. Eu vou reafirmar porque é muito importante que entendam o quão bom é se locomover na velocidade da luz. Enfim, não demorou (literalmente não demorou, chegamos lá no mesmo instante que saímos) para que chegássemos ao nosso destino.

Todo o templo era feito de mármore branco e brilhante, reluzia as luzes que vinham do sol. E lá no fundo da sala, uma estátua IMENSA de Júpiter, imponente e poderoso segurando seu raio mestre. Em torno do monumento tinham algumas cestas com frutas e pequenos presentes. Oferendas para o deus dos céus.

- Eu acho que eu vou ali e já volto. – Olhei para o rapaz de cabelos negros sem entender o que estava acontecendo.

- Ali onde, Derek? – Quando olhei, ele já não estava mais lá. Pude apenas ouvir sua voz dizendo: “É agora que seu real teste começa, parça.” - Derek?

E numa explosão violenta as portas voaram em direção a estátua de Júpiter e provavelmente a teria quebrado se não fosse pelos fragmentos de gelo que disparei para parar sua investida.

Para melhorar, um monstro com seus 3 metros de altura coberto por pelos brancos. O jeito que se posicionava, o corpo largo e forte, aquela cara feia, o local onde nós estávamos, era óbvio de que monstro estava enfrentando. Não era ninguém mais, ninguém menos que o próprio Yeti ou Abominável homem das neves para os mais novos. só faltava o nunu

Precisava sair dali, combate-lo naquele espaço pequeno era tentar cometer suicídio. O único problema é: O monstro trancava a única passagem para fora. E isso me colocava em uma situação complicada, pois não sabia como faria para lidar com um monstro resistente ao frio e a golpes de gelo, o que basicamente resumia meu arsenal de poderes.

O monstro parecia exercer uma força tremenda à medida que levantava seus braços e imediatamente cobri meu corpo com os cristais de proteção ao mesmo tempo que saltei para frente. Aquele padrão de movimento era estúpido, estava claro que evocava suas habilidades para me atacar.

Assim como previsto enormes estacas de gelo saíram violentamente do chão, irrompendo o ar. Aquele salto havia diminuído a distância entre nós, o que não é uma situação favorável para mim. Com as mãos trêmulas tateei a bainha da espada solar, a desembainhando com dificuldade.

Acham mesmo que ele deixaria eu sacar minha arma?

Como um foguete seu punho veio em minha direção. Graças aos deuses, meus reflexos estavam em dia e consegui dar um rolamento para frente e esquivar do seu soco. E é óbvio que não que não perdi a oportunidade de golpear sua virilha com a lâmina ígnea, abrindo um corte profundo, o qual esguichou sangue contra meu rosto.

Aproveitei que havia criado uma janela de oportunidade e passei por baixo das pernas dele. O que não esperava e não calculei, foi que ele me golpearia pelas costas e me jogaria para longe. Pela pressão, ardência e impacto contra minha dorsal ficava claro que fora um tapa com as costas da mão.

Rolava pela neve, arfante com os pulmões queimando pela troca de calor com o meio. Claramente no combate corpo a corpo não iria vencer aquele monstro, nem os poderes seriam efetivos contra aquele Yeti. Precisava pensar em algo que me levasse a vitória e ao mesmo tempo me mantivesse afastado do monstro.

O monstro vinha em minha direção mancando, tinha pouco menos de 30 segundos para descobrir uma estratégia e sobreviver. E graças aos deuses que minha memória era boa e lembrei da demonstração dos poderes que se ganhava ao se tornar um escolhido. E entre eles estava a capacidade de abrir buracos negros e não acredito que Derek entenda o potencial completo dessa sua habilidade.

Apoiei ambas as mãos no chão gélido e invoquei uma sequência de caixões em volta do abominável homem das neves, o prendendo por tempo suficiente para que conseguisse usar o buraco negro. Aquelas três ou quatro barreiras não o segurariam por mais do que dois minutos.

Fechei os olhos e respirei fundo, deixando de sentir o meu corpo para sentir os cosmos, o universo. Aquela vastidão cheia de planetas, estrelas e... buracos negros. Simples pontos que podia consumir galáxias inteiras em questões de segundos, e tudo isso estava na palma das minhas mãos.

O Yeti finalmente havia quebrado suas barreiras e iria começar a avançar em minha direção. Aquele era o momento. Ergui o braço e apontei a mão para o monstro e com um estalo de dedos e uma força gutural, criei o pequeno ponto preto.

A esfera oscilava e sugava as coisas em volta. Gostaria de dizer que aos poucos engoliu o meu oponente, porém fora tudo muito rápido. Em menos de um segundo o monstro fora engolido, no próximo estava tentando fechar antes de morrer junto ao monstro.

- Cara... Precisamos parar de testar as pessoas aqui, todo mundo destrói esse templo quando é testado... – Disse ele ao longe. Suponho que ele tenha feito o mesmo quando entrou nos escolhidos. - É... Acho que preciso te dar umas aulas quanto aos seus poderes. – De onde o filho de Zeus havia surgido? E como havia contido o meu buraco negro? – Consegue se levantar?

- Acho que sim. – Tentei me por de pé, mas as coxas falharam. Estavam cheias de cortes de quando rolei pelo chão. – Acho que não. – Acabamos rindo da situação.

- Vem, vou te levar para a enfermaria e depois conversamos sobre sua entrada para os Escolhidos.
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Blake "Sirius" Falkenrath
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Re: Ficha para Escolhidos

Mensagem por Phobos em Qua Out 26, 2016 12:26 pm


Resultado - Blake Eldridge Falkenrath

SEMIDEUS ACEITO

Seja bem-vindo, Escolhido!

Obs.: Estaremos conversando sobre seu Apelido por MP.

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Re: Ficha para Escolhidos

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