The Blood of Olympus
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O Senado

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Mensagem por Elena C. García em Qua Jun 19, 2019 3:01 pm




Senator


Observei com curiosidade o olhar que Daron me lançou antes de responder alguma coisa. A forma como o azul dos seus olhos variava era intrigante, como se o tom pudesse variar entre a cor do céu límpido e o azul tempestuoso que antecedia um relâmpago. E, considerando sua ascendência e a bênção recebida por Júpiter, era fácil compreender aquilo. O curioso era quando uma nova tonalidade de azul tornava o seu olhar indecifrável. Havia algo correndo por seus pensamentos naquele momento, e eu ainda não havia descoberto o que era.

Após pigarrear, Daron se aproximou despretensiosamente, encurralando-me entre ele e a mesa. — Deixe-me ver se entendi - ele iniciou, em um tom que variava entre o sincero desentendimento e o fingimento, e eu não sabia em qual ponto daquele espectro ele estava. Por isso, mantive o olhar atento sobre ele, sem saber exatamente pelo que esperar.

A mão do filho de Marte passou pela lateral do meu rosto, ajeitando uma mecha de cabelo, e fazendo uma carícia em minha bochecha. Seus dedos deslizaram até o queixo, fazendo com que eu mantivesse o olhar nele. Mas, de qualquer forma, eu não conseguiria desviar os olhos dos seus. — Está dizendo que sou sua pílula de escape? - ele perguntou em um tom baixo, enquanto aproximava mais os lábios.

Meus lábios esboçaram um sorriso ao ouvir a sua pergunta, finalmente compreendendo o que significava o seu olhar. Cada momento que tínhamos a sós me mostrava um Daron que eu ainda não conhecia, ou a convivência comigo fazia com que ele estivesse perdendo a inibição. Acreditava que eram as duas coisas juntas,o que me fazia desejar mais a sua companhia em momentos como aquele.

Poucos centímetros me separavam do filho de Marte, então envolvi os braços em seu pescoço trazendo-o para mais perto. Daquela curta distância, sua respiração se tornava audível, bem como era possível sentir a intensidade da sua pulsação. — Que bom que entendeu - respondi em um tom igualmente baixo, confirmando a sua pergunta. Foi quando soltei o ar preso em meus pulmões, revelando o descompasso da minha respiração com a proximidade entre nós. Em resposta, seus lábios desenharam um breve sorriso travesso.

O beijo que se sucedeu foi intenso e apaixonado, como se o legionário já não se importasse se estava em um local de trabalho comigo. Seus lábios capturaram os meus com lascívia, logo aproximando-se mais para adentrar minha boca com sua língua de maneira apaixonada. Minhas mãos deslizaram por sua nuca. A destra foi até seus cabelos, envolvendo-os entre os dedos e puxando-os com pouca sutileza. Já a mão esquerda desceu passando por seu tórax e parando em sua cintura. Dali, minha mão adentrou por baixo de sua camisa e passou por suas costas em um leve arranhão.

Com um arrepio, sentia as mãos do senador descendo até minha cintura e envolvendo-me sem deixar o mínimo espaço entre nossos corpos. Com aquela distância nula, conseguia sentir o calor que emanava de seu corpo e o ruído da respiração descompassada. Minhas mãos também o pressionavam de encontro a mim, enquanto os lábios se moviam freneticamente junto aos seus. Seu beijo era como uma dopamina e eu era viciada nele, sem me cansar um único segundo do sabor dos seus lábios.

Senti seus braços me envolverem com mais firmeza, elevando-me do solo e fazendo-me sentar sobre a mesa. Foi o único instante em que nossos lábios suspenderam os movimentos juntos, enquanto me ajeitava sobre o móvel de modo minimamente confortável. A seguir, puxei Daron pela camisa para mais perto, trazendo-o para o espaço entre minhas pernas. Sobre a mesa, ficava à mesma altura que ele, o que facilitava a aproximação de nossos lábios.

— Lembra o que dissemos sobre causar efeitos elétricos? - perguntei baixo, quase em um sussurro, e em um tom travesso. Tal questionamento evocava um outro momento que tivemos juntos, depois que Daron retornou de sua missão no deserto da Judeia. Na ocasião, havia feito um comentário dúbio sobre a expansão de seus poderes, o qual havia ficado pendente para uma descoberta futura. — Já sei a resposta.

Minha mão direita passeou por seu tórax até chegar ao colarinho de sua camisa, de onde o puxei até quase tocar os lábios contra os meus. Havia apenas o ruído de nossas respirações descompassadas enquanto roçava os lábios contra os seus. Minha mão esquerda foi até seu rosto, passando sobre a sua barba em uma carícia, até capturar seus lábios novamente entre os meus e tudo começar de novo.

Você já sentiu como se uma descarga elétrica percorresse seu corpo e alterasse sua energia? Era a sensação que tinha quando o legionário me envolvia em seus braços e me cobria com seus beijos. Era insaciável, inextinguível e indelével.







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Mensagem por Daron A. Herzl em Qua Jun 19, 2019 9:56 pm


Gabinete


Gabinete de Senador

A janela do gabinete era a única fonte de iluminação naquele momento. Com o final da tarde que se instaurava em Nova Roma e o ocaso que atingia a cidade, a luz no ambiente estava tênue e fazia o local ficar levemente anuviado. A fraca iluminação, no entanto, destacava o brilho sobre os lábios de Elena e o resplendor de seus olhos castanhos, estando ela posicionada frontalmente à janela.

Sentada sobre a mesa, a filha de Afrodite deslizou a destra pelo peito do legionário até alcançar o colarinho de sua camisa. No trajeto, provocou um leve arrepio pela extensão de sua pele que o fez suspirar. Com o movimento, García puxou-o para mais perto, até que seus lábios estivessem prestes a se tocar novamente. Mas, como se estivesse apenas provocando-o, Elena deteve-se em apenas roçar os lábios contra os seus. Não bastasse isso, a amazona aproximou-o de modo que ficasse no espaço entre suas pernas, sem restar alguma distância entre seus corpos e provocando seus instintos mais carnais.

A semideusa tinha uma capacidade peculiar de afetar as emoções e os pensamentos do filho de Marte. Embora muitos pensem que aquilo fosse uma característica dos filhos de Afrodite, Herzl não acreditava ser apenas por isso. Elena tinha algo que independia de sua ascendência divina, era próprio de sua existência e inato à sua personalidade, algo que nenhum meio-irmão dela tinha que era capaz de tirá-lo de órbita. García era única para ele e incomparável a qualquer outra pessoa, extinguindo os rótulos colocados pelos chalés gregos ou tatuagens romanas.

▬ Lembra o que dissemos sobre causar efeitos elétricos?, ela perguntou em um tom baixo.

Naquele momento, ele mal lembrava o próprio nome, tampouco o fato pretérito que ela mencionava. Demorou a se dar conta que ela se referia à conversa que tiveram na lanchonete do Hospital de Asclépio, logo após ele retornar de uma missão que o manteve semanas longe. A grega havia provocado-o com um comentário, o qual ele teve o atrevimento de devolver à altura. Agora sabia que ela tinha uma boa memória para tais informações e usaria aquilo em momentos inesperados.

▬ Já sei a resposta, ela concluiu.

Com sua resposta, Daron soltou o ar com um breve riso, sem esperar por tal comentário naquele momento. Mas aquela expressão logo teve fim assim que ele teve os lábios capturados por Elena em outro beijo, sendo puxado para mais perto dela e sem se importar em reagir.

Suas mãos haviam se mantido na cintura dela até então, quando Herzl atreveu-se a colocá-las sob sua blusa enquanto os lábios moviam-se junto aos dela. A mão direita subiu sutilmente por suas costas, deslizando em uma carícia enquanto trazia seu corpo para mais próximo do seu. Parecia que, por mais que não houvesse qualquer distância entre eles, ainda era insuficiente para saciar o desejo e a necessidade que tinham um pelo outro. Os beijos não extinguiam a saudade e as carícias não saciavam aquele sentimento.

O filho de Marte levou a mão esquerda à nuca da semideusa enquanto seus lábios degustavam seu sabor. Alternava entre capturar o lábio inferior dela com uma leve mordida, então reaproximando-se e ingressando em sua boca com a língua, mantendo o ritmo apaixonado que os envolvia. Ao afastar-se brevemente em busca de ar, ele deslizou os lábios em direção à lateral do pescoço de Elena beijando o local, onde o perfume dela parecia mais inebriante e anestesiava sua razão.

▬ Acho que você é que está sendo meu escape, sussurrou ao seu ouvido.

Facilmente o semideus havia esquecido todas as preocupações que estavam em sua mente antes. O trabalho inacabado estava logo ao lado, nos papéis deixados sobre a mesa. Mas a única destinatária de sua atenção era Elena e sua única preocupação era: por quanto tempo seus lábios estariam afastados?







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Mensagem por Elena C. García em Sex Jun 21, 2019 1:18 pm




Senator


Sentia nitidamente o movimento das mãos de Daron em minhas costas, tocando a pele sob a blusa e provocando arrepios por onde passava. As pontas de seus dedos deslizavam suavemente pelo relevo da coluna vertebral até chegar à altura da alça do sutiã, de onde desceu brandamente até minha cintura. No trajeto, minha pele havia se eriçado em reação ao seu toque e minha respiração arfava sutilmente.

As mãos de Daron mantinham meu corpo junto ao seu, quase de uma forma sedenta e possessiva. Eu fazia o mesmo, prendendo-o entre minhas pernas e puxando-o pela nuca para mantê-lo próximo. Minha língua traçava seu lábio inferior, até ele capturar meus lábios novamente com os seus, em um ritmo enérgico que tirava-me de órbita. E tudo tornou-se mais difícil quando ele levou os lábios ao meu pescoço para me dar um beijo ali.

— Acho que você é que está sendo minha pílula de escape- ele falou baixinho, entre um suspiro e outro, fazendo-me sorrir. O roçar de sua barba contra meu pescoço causava cócegas, fazendo com que eu erguesse os ombros e levasse a mão até seu rosto para afastá-lo alguns centímetros.

Aquele efeito era recíproco, pois o senador tinha aquele talento para causar uma amnésia em minhas preocupações enquanto fazia meus pensamentos se manterem nele. A temperatura do meu corpo havia se elevado em reação aos seus beijos e cada toque, em controvérsia a isso, fazia minha pele se arrepiar cada vez que suas mãos tocavam minha epiderme. Ele definitivamente era o meu escape para esquecer tudo o que eu era e o que se esperava de mim, e às vezes eu só queria que aquilo durasse mais tempo…

Então, como em um estalo, tive uma ideia de como prolongar o nosso tempo juntos e arrebatá-lo comigo para outro lugar.

— E é exatamente isso que vamos fazer - disse baixo, referindo-me ao escape.

Inclinando-me para frente, levei uma das mãos até a alça de uma gaveta para abri-la. Mas, pelo que constatei, só havia canetas, clipes e materiais de escritório ali. Prossegui abrindo outras gavetas em busca de um pequeno objeto, deixando o romano confuso.

— O que está fazendo? - ele perguntou, sem ter como entender o que exatamente eu estava aprontando. Afinal, seu sangue certamente não estava oxigenando o cérebro naquele instante.

Desistindo de encontrar o objeto nas gavetas, procurei-o nos bolsos de Daron, como se estivesse revistando-o. E, no bolso esquerdo de sua calça, localizei o que queria. Tratava-se de um pequeno cristal azul em um formato indefinido, capaz de transportar magicamente de um ponto a outro. Um sorriso desenhou-se em meus lábios quando achei o item, fitando Daron de modo travesso antes de lhe responder. Imaginava que, agora, ele havia compreendido.

— Estou encerrando o seu expediente.

Ao pronunciar essas palavras, puxei-o pela roupa para perto de mim, o bastante para selar seus lábios novamente em um beijo. Enquanto isso, pressionava o cristal, determinando qual seria nosso novo destino. Assim, desaparecemos do seu gabinete no Senado Romano sem deixar vestígios.






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Mensagem por Daron A. Herzl em Dom Jul 14, 2019 6:50 pm


Sessão plenária


Na sessão plenária daquela sexta-feira, os senadores estavam visivelmente cansados após uma semana de muito trabalho por Nova Roma. E, naquele dia, a sessão era destinada às propostas parlamentares por parte dos senadores, a fim de criar melhorias para a cidade romana.

Os integrantes da casa se esforçavam para criar boas propostas para ajudar a cidade, mas infelizmente nem todas poderiam ser aplicadas. Algumas levavam tempo, outras precisariam de um investimento financeiro grande para serem aplicadas, e outras, ainda, não se mostravam tão úteis ou interessantes para a cidade naquele momento.

Após mais uma proposta ser apresentada, os senadores conversaram um pouco a respeito da sugestão dada e tomaram nota de algumas coisas. Após alguns minutos, foi a vez de Daron colocar-se diante da tribuna e apresentar a sua proposta para a cidade de Nova Roma.

▬ Boa tarde, senadores, iniciou, organizando seus papéis sobre a bancada antes de iniciar sua fala. ▬ Há alguns semestres, a Universidade de Nova Roma está operando e dando aos semideuses a oportunidade de obterem uma graduação e aprenderem mais coisas. Esta é uma chance que dificilmente teriam no mundo lá fora e aqui, sob a proteção romana, podem conquistar.

O filho de Marte era um dos alunos que a universidade tinha em seu corpo discente, e Herzl falava com propriedade sobre tudo o que a instituição oferecia. Era um grande privilégio que os romanos tivessem perto de casa um núcleo estudantil, onde poderiam buscar conhecimento e formação.

▬ Para valorizar isso, eu gostaria de propor uma condecoração para os alunos que concluírem os estudos na Universidade e fizerem uma graduação em Nova Roma, ele disse. ▬ Além do diploma, terão uma premiação simbólica por seu esforço e dedicação.

O que o filho de Marte propôs não traria nenhum esforço extra para ser executado nem gastos consideráveis. Bastava a confecção de medalhas em um estilo diferente das demais para que os alunos graduados pudessem receber sua pequena condecoração.

O assunto foi debatido por pouco tempo, já que não era nenhuma proposta complicada de entender. E, de modo geral, ninguém se demonstrou contrário à sua aplicação.

▬ Obrigado, senador, disse o presidente do Senado assim que a discussão em torno de seu projeto teve fim.

O chefe da casa tomou nota da proposta feita por Herzl e recebeu os documentos elaborados por ele acerca daquela sugestão. Feito isso, ainda restava ouvir algumas outras propostas antes de encerrar o expediente legislativo.


Sugestão oficial: Gostaria de sugerir a inclusão de uma nova medalha dentro do Sistema de Medalhas. Ela seria uma das medalhas especiais (semelhante à medalha de lenda, emprego ou destaque), destinada àqueles que concluíram um curso na Universidade de Nova Roma. Sua descrição poderia ser a seguinte:

• Concluiu o curso na Universidade de Nova Roma – Medalha de ouro + Canudo de Formatura [ Um canudo roxo, na cor do estandarte de Nova Roma, com inscrições e detalhes dourados. Dentro, está o diploma de graduação do semideus: "NOME, bacharel/licenciado em CURSO". | Efeito 1: Junto ao objeto, as habilidades que o semideus adquiriu na Universidade de Nova Roma têm +20% de eficácia. | Efeito 2: Transforma-se em um chaveiro a fim de facilitar seu transporte e manter a lembrança da graduação. | Efeito 3: Só funciona com o proprietário do objeto. Não pode ser perdido ou extraviado. | Papel, camurça e detalhes em ouro | Sem espaço para gemas | Gama | Status: 100%, sem danos | Mágico | Sistema de Medalhas ]








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Mensagem por Daron A. Herzl em Sex Set 13, 2019 2:48 pm


Jardins de Baco


▬  Veja o estado disso, senador!, disse Peter com muita raiva.

O cidadão romano havia denunciado ao Senado a má conservação do Jardim de Baco, que ficava no topo mais alto da Colina de Berkley. Ao receber sua reclamação, Daron foi pessoalmente junto com o legionário aposentado para averiguar a situação.

O cenário ali era de total destruição e descaso. O jardim havia sido destruído quando Nova Roma foi atacada por dois Endths, vindos diretamente das profundezas obscuras do Tártaro. E, desde aquele lamentável dia, o jardim não foi reconstruído. As videiras estavam caídas no solo e sem uma única folha verde. A estátua de Baco estava quebrada e esquecida, e nada mais saía da fonte.

Algumas flores ainda teimavam em crescer e colorir o cenário, mas não era nada semelhante à beleza que o jardim possuía antes. Peter, que havia servido à Legião e agora morava com a família em Nova Roma, estava indignado em ver o jardim dedicado ao seu pai naquele estado.

▬  Não se preocupe, Peter. Levarei essa situação ao Senado e vamos revitalizar o jardim, Daron disse, tranquilizando o cidadão.

E, tão logo retornou ao Senado, ocupou-se em preencher os documentos necessários para apresentar a situação na próxima sessão plenária. Ele reuniu fotos do mau estado de conservação do local, anexou a reclamação de Peter e descreveu quais consertos seriam necessários no local.

O senador compreendia que a revitalização do Jardim de Baco poderia não ser considerada urgente, mas era necessária. Se Nova Roma fosse um local turístico, o jardim teria sido o mais belo cartão postal para atrair visitantes ao local. Além, é claro, de ser uma homenagem ao deus do vinho. Se ele visse como estava o jardim, certamente se enfureceria com os romanos.

▬  Daron, isso iria custar um dinheiro que não temos no momento, um senador argumentou quando o filho de Marte apresentou a proposta.

▬  Mas o Jardim é uma fonte de renda para Roma. Podemos comercializar as uvas para o mundo mortal, assim como os gregos vendem seus morangos para obter recursos, ele pontuou. ▬ E os filhos de Baco e Ceres podem ajudar a reerguer o local sem muito esforço, acrescentou.

Alguns burburinhos continuaram por parte dos senadores. Alguns achavam aquela preocupação uma bobagem e um gasto desnecessário de tempo e dinheiro. Outros apoiavam a proposta de Daron, temendo alguma represália do deus do vinho ou gostando da ideia de utilizar as uvas como fonte de renda.

▬ Obrigado, senador, disse o presidente do Senado.

O chefe do legislativo romano tomou nota de tudo o que foi falado, recebeu os documentos formulados por Herzl e deu a sessão por encerrada. Em outro momento, ocorreria a votação das propostas parlamentares, mas, por enquanto, Daron havia feito a sua parte.

Sugestão oficial: Criação do tópico “Jardim de Baco” na Pretorian Gate. Este é um local que realmente existe no Acampamento e é citado em A Marca de Athena, quando Reyna e Annabeth conversam em particular.

Sugiro a seguinte descrição:
Jardim de Baco – Localizado no topo mais alto da Colina Berkeley, o Jardim de Baco é perfeito para aqueles que apreciam uma bela vista. Dali, é possível enxergar a cidade de Nova Roma e parte do Acampamento Júpiter. Videiras se encontram espalhadas em abóbadas por cima do jardim e há abelhas zumbindo ao seu entorno constantemente. As videiras produzem deliciosas e doces uvas, que são comercializadas para o mundo mortal para arrecadar dinheiro para o Acampamento. Há também uma grande fonte com uma estátua de Baco no centro do local, que é bastante arejado e agradável.







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Mensagem por Elena C. García em Qui Out 17, 2019 2:52 pm



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Encerrada mais uma aula de perícias corporais, era hora de encerrar as atividades e liberar o uso do espaço novamente. A aula havia acontecido no fliperama do Shopping Valley, em Nova Roma, em um período fora do horário de funcionamento do estabelecimento a fim de não atrapalhar as atividades comerciais por ali. Conseguir aquilo havia sido um pouco burocrático, pois eu não era moradora da cidade muito menos uma legionária, então tive alguns papeis a assinar para me responsabilizar pelo estabelecimento para tomá-lo emprestado por algumas horas. E, agora que tudo estava acabado, precisava levar aqueles documentos e as chaves do fliperama de volta à administração da cidade. Ou seja, o Senado.

— Oi, tudo bem? - cumprimentei a recepcionista assim que entrei no prédio. Estava torcendo para resolver aquilo da maneira mais simples possível e sem a necessidade de passar dali. — Vim apenas devolver as chaves do fliperama e entregar os documentos de autorização - falei, praticamente colocando aquelas coisas na mão da recepcionista e me virando para ir embora.

— Gabinete cinco, moça. Segunda porta à esquerda - ela falou sem olhar na minha direção, deixando os documentos e a chave comigo. Parecia um pouco indiferente enquanto estava resolvendo alguma outra pendência em suas mãos. — O senador precisa deferir a documentação - explicou e indicou a direção do corredor.

Movi a cabeça afirmativamente como se aquilo não fosse nada demais, apenas um procedimento de rotina que não fosse demorar. Bastava ir até a sala indicada, devolver as chaves e entregar a documentação para ser carimbada. Nada além de uma rotina administrativa. Algo simples, certo? É. Seria, se eu já não soubesse que a segunda porta à esquerda era o gabinete do senador Herzl, que até a semana passada era meu namorado.

Atravessei a porta da recepção e caminhei em direção ao gabinete, sentindo a vibração da minha caixa torácica enquanto meu coração batia com mais intensidade. Aquele órgão estúpido, que deveria apenas bombear sangue, não negava o nervosismo em rever o filho de Marte e certa ansiedade, enquanto meu lado racional queria apenas resolver a documentação e ir embora o mais rápido possível. Era exatamente o tipo de situação que eu gostaria de evitar, mas parecia que o destino estava entediado e resolveu brincar com a minha cara ao criar aquela situação.

Minha mão ergueu-se e os nós dos dedos bateram contra a porta de madeira. Logo após, soltei o ar de meus pulmões para colocar em prática o equilíbrio emocional que possuía, demonstrar naturalidade e fingir que aquela situação não me feria. A voz dentro da sala logo instruiu para que eu entrasse, então levei a mão à maçaneta e abri a porta para entrar.

— Oi, Daron - disse, tentando soar o mais natural possível. Logo, levei o olhar para as coisas que tinha em mãos. — Eu... vim devolver as chaves e entregar os documentos de autorização de uso do espaço no Shopping Valley.







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Mensagem por Daron A. Herzl em Sex Out 18, 2019 4:03 pm


Senado


Depois de participar da aula de perícias corporais, Herzl precisava distrair seus pensamentos e ocupar sua cabeça. Havia reencontrado Elena naquela ocasião, algo que ele sabia que aconteceria, para então descobrir que ainda não estava pronto para lidar com a torrente de emoções que o atingia por conta daquilo. O senador ainda não havia se acostumado com a ausência da amazona em sua vida nem com a ideia de vê-la cada vez menos.

Mas, ciente que tinha que seguir em frente, o filho de Marte estava procurando coisas para se ocupar em seu trabalho para se distrair e ocupar seus pensamentos. E, conforme se encerrava mais um quadriênio, estava se aproximando a época de levantar um novo censo na cidade romana. Daquela forma, poderiam estudar a população da cidade através de diversos números e, a partir deles, implantar políticas públicas que suprissem as necessidades dos habitantes de Nova Roma. De um modo curioso, Daron estava empolgado com aquilo e ansioso para começar.

▬ Mary, você pode me ajudar com isso?, o senador perguntou a secretária, levando consigo diversos papéis. ▬ Estou montando o relatório do último censo, mas alguém tirou tudo de ordem no arquivo.

A partir dos dados do censo anterior, o objetivo de Daron era analisar o que teria mudado de um biênio para o outro. Poderia perceber naquele estudo se a população havia crescido ou diminuído, qual a faixa etária mais numerosa, a renda per capita dos habitantes, o nível de igualdade ou desigualdade. Mas com os papéis totalmente fora de ordem, ele não conseguia nem começar. E sua dislexia o impedia de focar naquela tarefa por muito tempo. Por isso precisava de ajuda.

▬ Claro, senador, ela disse, apanhando os papéis para si e colocando-os sobre sua mesa.

Após agradecer pela ajuda da secretária, Herzl voltou ao seu gabinete e tentou organizar seus pensamentos. Precisava criar um roteiro de ações para não se perder e manter todas as coisas em dia. Pensando nisso, pegou sua agenda e tentou organizar as etapas do senso dentro do calendário do mês de dezembro, organizando-o conforme sua disponibilidade de tempo e calculando quanto tempo teria até lá.

Antes que pudesse continuar, no entanto, foi interrompido por algumas batidas na porta. “Entre”, o senador respondeu automaticamente. Acreditava que seria Mary para lhe dizer ou perguntar algo sobre a tarefa que havia sido delegada a ela. Por isso, manteve os olhos em sua agenda enquanto sua visitante entrava na sala.

▬ Oi, Daron, a voz que ele não esperava pronunciou.

Herzl ergueu os olhos de imediato, visivelmente surpreso pela aparição da rainha amazona em sua sala. Ele pensava que sua dose de Elena já havia se esgotado para aquele dia, então a folha de Afrodite surge ali em todo seu esplendor para provar que ele estava errado e que não seria tão fácil manter os pensamentos longe dela.

▬ Elena?, perguntou, materializando o seu desentendimento.

▬ Eu... vim devolver as chaves e entregar os documentos de autorização de uso do espaço no Shopping Valley., ela disse, indicando os objetos que tinha em mãos.

Então tudo fez sentido. Daquela maneira, qualquer esperança oculta de que a amazona estivesse ali para conversar com ele foi dissipada. Eram apenas os trâmites burocráticos que faziam parte da administração romana, coisa que era seu trabalho. A rainha havia solicitado o fliperama do Shopping Valley para uma aula, da qual Daron participou mais cedo, e aquilo necessitou alguns documentos e autorizações para tornar aquilo possível. Algo que Daron havia facilitado por ali sem que García soubesse.

▬ Sim, claro, o senador disse, pedindo que a aemiseusa se aproximasse com seus papéis.

O coração do filho de Marte saltava com mais intensidade desde que a grega tornou a pôr os pés naquela sala. E tudo ficava mais difícil conforme ela se aproximava e fazia com que seu perfume ficasse mais nítido para o semideus.

Após pegar os documentos da autorização em mãos, o senador teve a desculpa perfeita para não manter os olhos em Elena. Concentrou-se em ler as informações do documento, fingindo ser capaz de prestar atenção nas linhas expostas ali e ficar indiferente à filha de Afrodite que estava do outro lado da mesa. Saber que ela estava observando-o não tornava as coisas menos complicadas. Ele só tinha que conferir o documento de solicitação do espaço, com a justificativa do porquê era necessário, a autorização do proprietário assinada e o planejamento da atividade realizada ali. E, claro, as chaves de volta.

Tendo feito isso, bastava carimbar o deferimento e assinar seu parecer. Então toda aquela tortura emocional poderia ter fim rapidamente.






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Mensagem por Elena C. García em Sab Out 19, 2019 10:49 pm



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Era perceptível que eu estava atrapalhando o trabalho do senador devido à quantidade de papeis que estavam à sua volta e a concentração que ele demonstrava antes em sua agenda. Tive que rapidamente repreender um pensamento que me ocorreu e um comentário que eu teria feito se ainda fôssemos namorados, questionando se a agenda dele tinha um horário para mim. "Concentre-se, Elena", falei para mim mesma em uma repreensão, mordendo levemente a parte interna de minha bochecha.

Me aproximei de sua mesa para entregar os documentos, permanecendo ali enquanto seus olhos percorriam as linhas escritas ali para conferir tudo. Minhas mãos permaneciam juntas atrás do corpo, mexendo-se inquietas enquanto aquele silêncio desagradável pairava no ambiente. Eu tentava ocupar minha mente levando os olhos através da janela ou a outros espaços do gabinete, mas meus pensamentos estavam me traindo.

Era particularmente difícil permanecer naquela sala enquanto minha memória insistia em me trazer a lembrança da última vez que estive ali...

Elena C. García escreveu:O beijo que se sucedeu foi intenso e apaixonado, como se o legionário já não se importasse se estava em um local de trabalho comigo. Seus lábios capturaram os meus com lascívia, logo aproximando-se mais para adentrar minha boca com sua língua de maneira apaixonada. Minhas mãos deslizaram por sua nuca. A destra foi até seus cabelos, envolvendo-os entre os dedos e puxando-os com pouca sutileza. Já a mão esquerda desceu passando por seu tórax e parando em sua cintura. Dali, minha mão adentrou por baixo de sua camisa e passou por suas costas em um leve arranhão.

Com um arrepio, sentia as mãos do senador descendo até minha cintura e envolvendo-me sem deixar o mínimo espaço entre nossos corpos. Com aquela distância nula, conseguia sentir o calor que emanava de seu corpo e o ruído da respiração descompassada. Minhas mãos também o pressionavam de encontro a mim, enquanto os lábios se moviam freneticamente junto aos seus. Seu beijo era como uma dopamina e eu era viciada nele, sem me cansar um único segundo do sabor dos seus lábios.

Senti seus braços me envolverem com mais firmeza, elevando-me do solo e fazendo-me sentar sobre a mesa. Foi o único instante em que nossos lábios suspenderam os movimentos juntos, enquanto me ajeitava sobre o móvel de modo minimamente confortável. A seguir, puxei Daron pela camisa para mais perto, trazendo-o para o espaço entre minhas pernas. Sobre a mesa, ficava à mesma altura que ele, o que facilitava a aproximação de nossos lábios.

Soltei o ar sonoramente e movi a cabeça, como se pudesse afastar de minha mente aquela lembrança e manter a atenção no momento presente. Aquilo acabou atraindo a atenção do legionário de volta para mim, e tudo o que eu menos queria é que ele reparasse que minhas bochechas haviam ficado levemente coradas.

— Então, senador... Eu achei que você havia participado da aula apenas pelo aprendizado, mas imagino que também tenha sido pra garantir que estava tudo em ordem - comentei, quebrando aquele maldito silêncio após o filho de Marte chegar às últimas folhas do relatório. — E o que achou? - perguntei por fim, para tentar suspender aquele clima desagradável que estava na sala.






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Mensagem por Daron A. Herzl em Seg Out 21, 2019 12:39 am


Senado


Enquanto os olhos do senador tentavam percorrer as linhas dos documentos que lhe foram entregues, as palavras pareciam saltar pelo papel e as letras bailavam entre si trocando suas posições. Algumas palavras se tornavam confusas, como automóvel, que ele leu átomo, teste lhe pareceu sete e fliperama ficou paralama. O nervosismo estava deixando sua dislexia mais evidente e estava complicando a sua tarefa ainda mais, como se ele já não tivesse empecilhos o bastante.

Ele fechou os olhos por três segundos e esfregou-os com a mão direita, tentando assim se concentrar no que devia fazer. Afinal, quanto mais demorasse, mais a amazona permaneceria em sua sala, desregulando sua respiração e fazendo com que suas mãos ficassem levemente trêmulas e suadas. Franzindo o cenho, ele se concentrou na checagem da autorização, preocupando-se em conferir se estava devidamente assinado e buscando palavras-chave no ofício para confirmar se estava tudo nos conformes. Aquilo, no entanto, pareceu ter demorado.

A filha de Afrodite soltou o ar ruidosamente entre os lábios enquanto balançava a cabeça, fazendo o senador levar o olhar momentaneamente até ela. Aquilo pareceu impaciência, e Herzl não queria lhe passar a impressão de estar demorando propositalmente com aquilo por causa dela. Apenas havia sido vitimado por sua dislexia, acentuada pelo nervosismo com a situação inesperada. A fim de não prolongar aquele momento, o semideus carimbou e assinou as duas vias dos documentos entregues, devolvendo as originais para a amazona.

▬ Eu achei que você havia participado da aula apenas pelo aprendizado, mas imagino que também tenha sido pra garantir que estava tudo em ordem, ela comentou.

▬ Uni o útil ao agradável, ele respondeu, ainda sem olhar diretamente para ela. Até perceber a ambiguidade de sua fala e tentar corrigi-la. ▬ Quero dizer, eu precisava dessa aula e foi oportuno conferir se estava tudo certo.

▬ E o que achou?

▬ Honestamente?, devolveu, esboçando um sorriso breve. ▬ Até onde lembrava, você não era uma boa motorista para lecionar essa aula. Você voltou à auto-escola?, questionou aparentando seriedade, mas com um tom que trazia um pouco de humor à sua fala.

Ele não queria prolongar a conversa mais que o necessário, mas aquela era uma pequena dúvida que ele queria sanar. Lembrava-se perfeitamente do pequeno desastre quando ambos os semideuses estiveram juntos em missão e García teve que dirigir um veículo. Infelizmente, aquela lembrança trazia também os fatos subsequentes àquilo...

Lembranças que ele preferia não ter agora. Logo, arrependeu-se de seu questionamento. Era melhor ter permanecido quieto, dado-lhe uma resposta qualquer sobre a aula e deixá-la partir. Mas parte de si queria tê-la ali, e sabia que sentiria um significativo vazio quando ela fosse embora.






Daron A. Herzl
רעם על ירושלים
Daron A. Herzl
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Senadores
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O Senado  - Página 2 Empty Re: O Senado

Mensagem por Elena C. García em Seg Out 21, 2019 11:14 am



But always in my heart...


Minhas mãos, que até então estavam juntas atrás do corpo, tiveram que se revelar quando o senador estendeu os documentos de volta para mim. E eu esperava que elas não me traíssem, denunciando que estavam trêmulas e entregando meu estado de espírito. Meus olhos desceram em direção à folha, apenas para conferir o carimbo de "deferido" e a assinatura do filho de Marte no rodapé do ofício. Estava tudo resolvido... Eu já podia ir embora.

— Uni o útil ao agradável - ele havia respondido. Em outros tempos, aquela resposta teria me feito acreditar que a parte agradável era referente à mim, mas dissipei aquele pensamento assim que ele entrou em minha mente. E Daron confirmou que se referia ao aprendizado da aula e a oportunidade de verificar se estava tudo certo.

Sua resposta seguinte fez com que minhas bochechas ficassem notoriamente mais coradas, mas porque estava controlando a vontade de rir com seu comentário. — Até onde lembrava, você não era uma boa motorista para lecionar essa aula. Você voltou à auto-escola? - ele havia dito, em um tom de voz que há algum tempo não ouvia. Era o raro tom de voz embebido em humor que ele usava com poucas pessoas, sempre mantendo o semblante sério, mas com um brilho nos olhos azuis elétricos.

Esbocei um sorriso com a sua pergunta, baixando os olhos em direção à folha e movendo a cabeça. Ele tinha um ponto. Durante nossa missão em Atlanta eu realmente era uma motorista muito atrapalhada. — Vamos dizer apenas que tive aula de reforço com as Amazonas. O episódio em Atlanta teria sido totalmente diferente... no caso da direção - falei, completando a fala após um pequeno intervalo.

É que Atlanta não trazia à lembrança apenas a missão que destruiu uma base da Seita, mas principalmente o que veio depois, quando nós ficamos sozinhos no apartamento alugado. Minha memória realmente estava tornando aquele momento mais complicado, mantendo meu coração em um ritmo descompassado e minha respiração irregular.

— Bom, eu... Já vou indo. Obrigada, senador - disse, pois já não havia necessidade de permanecer ali tornando nossas vidas mais complicadas. Já tinha o que precisava, então era só lhe dar as costas e atravessar aquela porta uma vez mais.








Elena Castillo García

Filha de Afrodite ⋆ Legado de Marte ⋆ Rainha das Amazonas
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