The Blood of Olympus
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Sedulity ♤

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Sedulity ♤

Mensagem por Matthew L. Agnelli em Ter Jan 05, 2016 11:33 am





Características

Nome: Epimoní;

Progenitores: Afrodite e Ares;

Afiliação: Descendente;

Idade: 8 anos;

Nome Terreno: Matthew L. Agnelli;

Defeito Mortal: Orgulho + Descontrole;

Photoplayer: Alonso Mateo.
Curiosidades


♦ Sonho: Se tornar um orgulho para Ares e Afrodite
♦ Medo: Ser julgado como frágil e inferior aos demais semideuses
♦ Parente próximo: Tem Quíron como se fosse um pai.
♦ Cresceu no acampamento Meio-sangue
♦ O nome verdadeiro de Matthew é Epimoní, que significa perseverança.
♦ No amor e na guerra não existem regras.
♦ Característica física: Ao sofrer mudanças de humor, seus olhos heterocromáticos modificam de coloração. Estando com raiva se tornam vermelho e amarelo, tão brilhantes quanto o fogo, quando muito alegre adquirem uma combinação entre as colorações rosa e verde, ao estar amedrontado ficam foscos e coloridos pelas cores roxo e azul. Quando livre de qualquer excesso de emoções, seus olhos são cor de mel.

Personalidade

Matthew não pode ser descrito como uma criança normal ou fácil de lhe dar. Apersar de benevolente e se preocupar com o bem estar daqueles de que gosta, principalmente de seus mestres e animais de estimação, é um tanto quanto explosivo, se tornando agressivo caso o provoquem ou façam mal a algum de seus amigos. Não tão vaidoso quanto a maioria dos filhos de Afrodite, pouco se importa de ficar sujo e com roupas esfarrapadas, desde que exista um bom motivo para que isso ocorra. Possui uma beleza natural que muitos dizem intensificar quando o garoto está lutando, talvez por que é o momento em que sua linhagem sanguínea chega ao ápice. Por mais que não seja tão grande e possua um corpo tão forte quanto os demais campistas, odeia ser taxado como frágil, seja por Quíron ou pelos demais semideuses, pois acredita que seus pais o deixaram no acampamento por não ter nascido tão forte quanto Phobos ou Deimos. Faz de tudo para honrar sua mãe e seu pai divino, desejando algum dia poder morar, ou quem sabe apenas visitar o Olimpo, podendo ficar para sempre ao lado de seus progenitores. Por mais que seja paparicado por todas as filhas de Afrodite, é alvo de inveja da maioria dos filhos do deus da guerra, muitas vezes tendo brigas e discurssões com eus meio-irmãos arianos. Odiado tanto por Hefesto quanto pelos filhos do deus forjador, é tido como uma atrocidade, um filho bastardo dos deuses que jamais deveria ter existido.

História

O Olimpo nunca parecia poder estar completamente em paz. Apesar das vitórias nas tentativas de levante dos titãs, gigantes e deuses menores, Zeus não estava contente. Em uma reunião na qual todos os Olimpianos compareceram, o rei dos deuses deu seu veredícto para um assunto que muito o atormentava. Todos os deuses presentes e com a inclusão especial de Hades e Persérfone, estavam proibidos de terem novos filhos entre si. Por mais que muitos tenham discordado, apenas o clamor de Hefesto forá ouvido, o deus forjador por não ter tido ainda nenhum filho com sua esposa, como um agrado por sua participação nos levantes, poderia ter um único filho com a deusa do amor.

Cinco meses se passaram após á solene reunião. A felicidade aparentava enfim erguer morada na casa dos deuses, nada parecia abalar a paz dos seres divinos, exceto uma indesejada grávidez. Afrodite mais uma vez era acusada de traição. Não tendo tido relações conjugais com seu marido e pela proibição do deus dos trovões, ela apenas poderia estar esperando mais um filho semideus, enfurecendo Ares que tanto odeia aquelas crias bastardas. Sozinha e sendo desprezada pelos dois deuses a quem poderia recorrer amorosamente, a deusa do amor auto exilava-se em uma ilha chamada "Isle Royale".

Com o passar da gravidez, Afrodite sentia em seu ventre um grande poder, algo diferente do que sentia ao gerar um semideus, sensações como aquela apenas foram provindas de gestações divinas, com o caso dos gêmeos Deimos e Phobos, Harmonia, Eros e Anteros. Desejosa de ver as semelhanças físicas da criança e assim poder ter certeza de sua natureza, a deusa pediu ajuda para Ilitia, deusa dos partos e gestantes, pouco antes de seu filho completar sete meses de gestação. Feito o parto da criança na presença de ninfas e espíritos da natureza que ajudaram a bela deusa, um pequeno garoto dava seus primeiros sinais de vida, chorando em silêncio como se um inusitado orgulho o impedisse de berrar. As semelhanças notadas por sua mãe foram evidentes, aquele pequeno ser de cabelos loiros, olhos heterocromáticos avermelhados e pequeno pela gravidez interrompida, não era um semideus e sim mais um descendente divino filho de Ares.

Não podendo revelar a verdade, temendo a represália dos deuses, em especial de Zeus e Hefesto, sabia que não poderia criar aquele jovem garotinho em meio ao monte Olimpo, precisava leva-lo a um lugar seguro, aonde o rapazinho poderia crescer, ficar poderoso e quem sabe quando crescesse ganharia o direito de seu lugar no monte Olimpo, assim como Hercúles, o pequeno poderia fazer por merecer sua imortalidade.

Sem escolha alguma, Afrodite fez o que acreditava ser certo. Protegendo seu filho do frio com algumas peças de lã, durante um amanhecer gélido e repleto de penumbra, a deusa levou o recém nascido para a colina Meio-sangue.

Encontrando Quíron preparando alguns alvos para serem utilizados em treinamentos de arco e flecha, uma silenciosa lágrima escorria pelos olhos da deusa. - Quíron? - O centauro ancião vira em direção á bela mulher, parecendo não acreditar no que via. - Afrodite, o que há trás aqui? - Seus olhos logo repousaram no embrulho que a divindade trazia consigo. - Apenas mais um semideus, o pai dele morreu e não queria deixá-lo desprotegido. - Ela sabia que aquele não era o procedimento, os semideuses deveriam fazer por merecer estar naquele acampamento, batalhar por sua sobrevivência até encontrar á proteção oferecida pelos deuses. - Entendo... creio que não tenho o por que recusar. - O diretor de atividades sorri, segurando o garoto em seus braços. - Qual o nome dele? - Ela ainda não sabia ao certo, muitas informações em sua mente. - Er... - O nome de um falecido amante tomou a mente da deusa. - Matthew L. Agnelli. - O centauro olhava para o garotinho. - Então seja bem-vindo pequeno senhor Agnelli. - Mesmo não tendo ninguém ali para testemunhar, Afrodite com um aceno de mão, fez um coração cor de rosa surgir acima da cabeça do garotinho.

Voltando para sua morada no monte Olimpo, para a deusa do amor restava apenas mentir, diria que o bebê morreu antes que pudesse dar á luz e para isso teria á ajuda de Ilitia. Pouco antes de desaparecer em meio aos campos de morango, a mãe olhou para trás, não conseguindo enxergar ao longe Quíron levando seu amado filho até a casa grande. - Ainda saberá de toda á verdade meu filho, cresça e se torne forte, jovem Epimoní. - Aquele era o verdadeiro nome da prole de Ares e Afrodite, cujo significado em grego é "perseverança".

Oito anos depois...

Nem todo o acampamento Meio-sangue estava animado em fazer um festival em homenagem á Ares. Muitos detinham certa antipátia pelo deus, outrospreferiam á paz do que guerras e mais guerras. Quíron por sua vez não deu escolha aos campistas. Após a morte do monitor escolhido pelo próprio deus da guerra para líderar seu chalé, o centauro preocupava-se em acalmar o deus, afinal de contas, a culpa pela mantícore descontrolada ser enviada para o acampamento foi culpa sua. Todos os preparativos para o "Festival da libertação" estavam prontos, a festa em homenagem ao dia em que Ares escapou da urna na qual fora preso pelos irmãos gigantes.

Um garotinho em especial não parecia nem um pouco animado. Matthew L. Agnelli por não gostar das proles do deus da guerra, pois comumente o xingavam de mariquinha, "Ken" das barbies, pintor de rodapé, entre outros apelidos que zombavam do fato daquela criança ter sido abandonada no acampamento, ser filho de Afrodite e ter uma altura baixa se comparado ás demais crianças de sua idade. O mais novo filho da deusa do amor, que juntamente com outros meio-irmãos estava responsável por enfeitar a estátua do deus que literalmente seria acorrentada e depois liberta, pensava sériamente em fazer algo, como pintar um bigode no rosto da divindade.

Infelizmente para o jovem, aquele nãao seria um dia o qual ficaria livre das ofensas. Juntamente com um rancoroso filho de Hefesto que desgostava dos frutos gerados pelas traições de Afrodite, Bartholomeu Tuner fazia de tudo para irritar Mathew. - Olha, olha, o que temos aqui. Cuidado pequeno bambi, não vá pintar á estátua de meu pai com seus esmaltes rosas. - O garotinho de oito anos corava. - Cala a boca Tuner. - Apertando uma de suas mãozinhas, a prole da deusa do amor tentava se manter calmo. - Qual o problema? Há, espera... Está nervosinho assim por Quíron ter feito você largar suas bonequinhas e trabalhar um pouco? - Ao colocar á mão sobre o ombro da criança, Bart sentia algo um pouco estranho, talvez não diferente para si, mas muito estranho. O corpo do mais novo parecia aquecer e ficar vermelho, com facilidade ele retirava as mãos do maior e se virava para ele. - Eu disse pala calar a pola da boca! - Uma briga começava entre os dois.

[...]

Aquele dia não poderia estar melhor para o deus da guerra. Sendo homenageado pelos inúteis semideuses, atentamente acompanhava de seu templo os preparativos. Fascinado com o bônus da briga entre um de seus filhos e um dos pequenos bastardos que tanto desgostava, a divindade cruzava as pernas sobre uma mesa feita de mármore negro.

[...]

A luta entre os garotos ficava a cada instante mais intensa. Zombando do tamanho de Matthew, a prole de Ares apenas fingia partir para cima do jovem. - O que foi bebê chorão? Está com medo de quebrar sua unha e precisar correr para junto das putinhas que chama de "irmãs"? - A coloração avermelhada do mais jovem se intensificava a cada palavra dita por Bartholomeu. - Vai pagar calo por isso! - Correndo em direção ao mais velho, Matt lança sua mão direita na direção do abdômen de seu oponente. O punho da criança era revestido por uma coloração avermelhada, o golpe fora desferido com tamanha rapidez que muitos não conseguiram enxergar. Ao colidir com a barriga de Bart, o golpe do pequeno causou uma profunda dor ao filho do deus guerreiro. Sendo arremessado em uma longa distância, quando conseguiu levatar, Turner cospia uma lufada de sangue. - Maldito! - Ao longe Quíron notava á confusão ser formada, precisaria agir rápido.

[...]

Ares não acreditava no que via, com um único soco a prole de Afrodite sangrou um de seus filhos, e o que ainda era mais inusitado, reconhecia aquele golpe, aqueles movimentos; apenas seus filhos lutavam daquela maneira. Irritado, acaba pro jogar um copo com cerveja para longe, deixando que quebrasse. Quem era aquele garotinho? Como pdoeria ser tão forte? Precisava de esplicações e de uma forma ou de outra as teria.

[...]

Ainda um tanto quanto tonto, Bartholomeu começava sua corrida em direção á pequena criança. - Maldito! - Estava prestes a utilizar sua espada para ferir mortalmente seu agressor. Ao estar na metade da distância que separava o rapaz de seu alvo, a estátua de seu pai explodia. Todos olhavam assustados para o local, até mesmo Quíron parava ao chegar em meio ao grupinho rebelde. O que anteriormente apenas era bronze forjado pelos filhos de Hefesto, agora estava constituido por carne, ossos e icor; a imagem destruída deu lugar á própria divindade. - Basta! - Como o som de mil legiões formadas por hoplítas, Ares brandia uma ordem a qual não parecia ser boa ideia ignorar.

O acampamento adquiriu silêncio tão grande que era possível ouvir o cantar dos pássaros. Olhando para o pequeno garoto, os olhos de Ares ardiam em brasas. - Você ai, garotinho. Qual o seu nome? - Ao virar em direção ao deus, os olhos de Matt também brilhavam intensamente, seu corpo aparentava estar mais forte e chamas pareciam imergir em seu olhar. - Pala que quer saber? Quem é você? - O tom de voz do garoto estava carregado por a mais profunda ira. Apertando os dois punhos, o deus da guerra se segurava para não dar um soco ou matar alguém, maldita era Afrodite por engana-lo. - Eu? Eu sou o seu pai! - No mesmo instante, duas lanças cruzadas de coloração vermelha pairaram sobre a cabeça de Matt, uma dupla reclamação, ele era filho de dois deuses, um descendente e não semideus.

O silêncio parecia ainda maior, raios cortavam o céu, Zeus estava furioso, talvez apenas não tanto quanto o deus da guerra. Dando mais uma olhada para o garotinho, a divindade bufafa como um javali, sumindo após desferir um potente soco em direção ao solo; aquele pequeno garoto era um problema e sua vida nunca mais seria a mesma após aquele dia.



Epimoní
became blue eyed whore...little fish, big fish, swimming in the water.
❝❞

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Matthew L. Agnelli
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