The Blood of Olympus
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O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

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O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

Mensagem por Vênus em Qui 17 Dez - 13:05


O prisioneiro Perdido

Sob o céu estrelado existia uma prisão antiga capaz até mesmo de segurar o poder dos deuses, não era a toa que fora a escolha perfeita para aprisionar a deusa, que tentava se manter aquecida com uma lareira no centro das rochas. A cela neutralizava seus poderes, impedindo que esta tentasse escapar. Abriram por poucos segundos as barras de ferro, jogando um corpo para dentro. Vesta lhe tocou a testa com delicadeza, sentindo a temperatura fria do corpo da semideusa, tentou aquecer a jovem com o pouco que restava de seus poderes, a fazendo piscar os olhos. Charlotte acordou, fitando o corpo da deusa do fogo, e foi nesse momento que ela caiu ao seu lado, o corpo gelado, dessa vez era o dela. Olhando ao redor percebeu estar presa, não se recordava de como chegara ali, parecia que alguém lhe apagara a memoria, e nada importava, não tinha poderes, suas armas foram tomadas, e não tinha como sair. Precisava salvar Vesta, e ainda mais, salvar a si mesma.

explicações:
Não mudei a premissa da missão, mas deixo um roteiro que deverá seguir nessa OP e depois é com você:

Charlotte eventualmente descobrirá que de fato não há nada que possa fazer para sair daquela cela. Entretanto, em determinado momento, Vesta conseguirá acordar brevemente e tentará ajudar a semideusa. Ela explicará que Frannie também está em apuros e por isso mais do que nunca elas precisam sair dali. Isso acenderá uma das chamas mais poderosas que existem: a chama do amor. O calor intrínseco da filha do Sol irá se juntar à sua paixão e ela será capaz de quebrar a cela usando dos sentimentos fortes. Isso também irá revitalizar a deusa do fogo sagrado e então juntas as duas terão de batalhar por sua fuga.

Onde está; como foi parar ali; como a deusa foi enfraquecida; onde estava Frannie; quem é o responsável por aquilo e, o mais importante, como vocês encontrarão a vestal e a salvarão.

Os tópicos acima são os mais importantes e, apesar de parecer que apenas estou te dando mais trabalho, servem de ajuda para escrever a missão.

regras:

-Missão alterada para o formato de OP;
-Minimo de 40 linhas;
-Você tem até o dia 21/12/17 para terminar essa missão, podendo pedir mais tempo se for necessário via MP;
-Duvidas devem ser tiradas via MP;
-Boa sorte, semideusa;


Vênus, love's lady
..
diva, déesse de l'amour et de la beauté ♦️
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Re: O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

Mensagem por Baco em Qui 7 Dez - 22:00

Missão reciclada por Charlotte A. Blackwell. Formato alterado para OP e prazo alterado.


EVOÉ, BACO
"Did someone just call me the wine dude? It’s Bacchus, please. Or Mr. Bacchus. Or Lord Bacchus. Or, sometimes, Oh-My-Gods-Please-Don’t-Kill-Me, Lord Bacchus"
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Re: O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Qui 4 Jan - 23:38

O Despertar do poder das Palavras

O bosque de grãos era infinito nos meus sonhos, eu corria, corria e nunca chegava ao fim. Não podia ver nada se não o céu de um tom azul claro e sem nuvens, e ao meu redor mais trigo, enormes plantações de trigo que se estendia infinitamente mais a frente, atrás e aos lados. Não tinha arvores, nada me protegia do sol e ninguém estava por perto, mas eu sentia, sentia que em breve tudo ia desmoronar.

Mãos gentis...

Os dedos de alguém me despertaram do que parecia mais um pesadelo sem sentido e fim, as mãos eram delicadas e me faziam recordar o toque caloroso da minha irmã.

Tão quentes e tão macias...

— Acorde minha criança — A voz parecia distante, soava como uma música doce daquelas que mamãe cantava para mim dormir quando tinha apenas seis anos de idade. Era familiar.

Forcei meus olhos a se abrirem algumas vezes, mas nada, meu corpo estava pesado e dolorido e meus sentidos estavam voltando de forma lenta. Era como se de alguma forma parte de minhas forças tivessem sido sugadas, deixando apenas uma carcaça fraca da curandeira que eu fora uma vez.

— Vamos, você precisa ser forte, ela precisa de você — A mesma voz me chamou novamente, estava mais perto e me fazia ter vontade de senti-la, de saber quem era.

Seu indicador tocou minha temporã e seu polegar massageou a lateral do meu olho, eu conhecia a anatomia humana bem o suficiente para saber disso. Suspirei baixinho e tentei abrir os olhos mais uma vez, forçando-me a despertar enquanto ouvia a voz da mulher cada vez mais nítida e menos distante. Até que a claridade do fogo atingiu meus olhos.

Acordei assustada e me sentei de qualquer jeito sobre o chão de terra batida, nesse mesmo minuto, um baque surdo ecoou ao meu lado e quando me virei pude ver a imagem nítida de uma jovem na casa dos 15, caída bem ao meu lado.

Seus cabelos eram cor de fogo, sua boca era rosada e me lembrava vagamente a cor de um botão de rosa, sua pele estava pálida demais. Ela era magra e tão delicada que eu sentia que se tocasse nela poderia quebra-la. Sua aparência era fragilizada, e ainda assim.... continuava linda.

Levei meus dedos a testa da garota para chegar sua temperatura, constatando que estava gelada demais para o ambiente em questão. preocupada, tentei libertar parte de minha energia para cura-la como qualquer médica faria, apenas para descobrir que não funcionava. Assustada e confusa, tentei uma segunda e uma terceira vez, até entender que nada adiantaria. Lagrimas rolaram por meu rosto por saber que pela primeira vez eu não seria capaz de ajudar uma outra pessoa.

A fogueira continuava acesa e eu ainda não tinha entendido nada do que estava acontecendo. Eu tinha acordado, mas ainda sentia que estava sonhando.

A pior parte era a sensação de me sentir vazia.

Tentei puxar minhas memorias e descobrir como tinha ido parar ali, tentei me recordar do que estava acontecendo, mas nada. A ultima lembrança que eu tinha era do acampamento meio sangue, do expediente da tarde na enfermaria. Eu sabia que encontraria Frannie lá penas nove da noite e que ela tinha algo para me contar, mas parece que todas as lembranças posteriores a esse momento na enfermaria e essa miséria informação tinham desaparecido.

Onde estaria minha irmã?

Me levantei de qualquer jeito e observei o cenário ao meu redor. Eu estava em uma espécie de caverna cujo o teto baixo me impedia de ver a luz, a iluminação era precária e proporcionada apenas pelas chamas de uma fogueira acesa, cujo o fogo já não era tão forte porque a madeira parecia estar chegando ao fim.

Existiam três paredes ao meu redor, todas feitas de uma mistura de terra e pedra, assim como chão. Mais a frente eu podia ver barras de ferro que me separavam do que parecia ser a entrada da caverna. Barras essas que formavam um pequeno portão em seu meio, fechado e selado por um cadeado grosso.

Ergui o olhar mais para a frente e apurei minha visão e audição, tentando entender o que acontecia. Eu não fazia ideia de que lugar era aquele, mas fora o estalar das chamas podia jurar estar ouvindo algo. Eram passos, percebi em algum momento, e ao forçar a vista um pouco mais também pude identificar a forma perfeita de alguém na entrada da caverna. Eu não sabia quem era e nem o que estava fazendo, mas sabia que estava ali.

Mordi a boca tentada a gritar por ajuda, mesmo sabendo que se alguém me vigiava não era para ajudar. Suspirei baixinho e voltei a encarar a garota no chão, me aproximei dela mais uma vez e toquei seu ombro, tentando mais uma vez cura-la de alguma maneira. Nada, não funcionava, era como se de alguma maneira meus poderes tivessem sido roubados de mim, o que me fazia sentir vontade de chorar e gritar ao mesmo tempo.

Toquei sua testa mais uma vez, constatando que ela estava cada vez mais fria. Nisso, também tirei minha jaqueta e coloquei sobre seus ombros, foi assim que uma ideia me ocorreu. Tirei o prendendo do cabelo e torci parte da ponta dele, então silenciosamente me aproximei da estrutura de ferro e peguei o cadeado entre os dedos. Nos filmes isso sempre funcionava... tinha que dar certo ali também.

Forcei o cabinho na entrada e torci-o diversas vezes, até quebra-lo e descobrir que não funcionaria, o cadeado não se romperia daquele jeito. Frustrada, chutei as barras de ferro, mas acabei me arrependendo no minuto seguinte ao perceber que poderia ter chamado atenção. Me afastei depressa e ergui o olhar, mas a sombra que outrora preenchia a entrada da caverna tinha desaparecido de forma repentina, me deixando sozinha mais uma vez.

Passei então a tatear as paredes, buscando uma saída, uma outra entrada que fosse, uma maneira de cavar e escapar daquele lugar. Eu tinha que ajudar aquela garota, tinha que ajudar a mim mesma... tinha que...Descobrir o que estava acontecendo e sair dali.

Nada...

Nenhuma informação, nenhuma arma ou porta escondida e nenhuma maneira de quebrar o cadeado e romper as grades.

Funguei baixinho e me sentei perto da fogueira junto a garota ferida, dobrei minhas pernas e deitei a cabeça entre meus joelhos, abraçando meu corpo e me encolhendo feito uma bolinha antes do choro torrencial se formar. Eu não sabia onde estava, não sabia o que tinha acontecido e não tinha encontrado uma maneira de sair dali. Nada me dava esperanças e isso – vindo de alguém como eu – é tremendamente desesperador. Sou positiva, me distraio fácil com as coisas mais simples da vida, pesquiso palavras com significados incríveis e tendo a me apegar a eles. Essa situação inclusive me fazia lembrar de mais uma delas...

Sofrósina...

Autocontrole e a moderação que são guiadas pelo autoconhecimento. Ter parte de mim retirada me fazia questionar se eu me conhecia assim tão bem, em um momento eu era Charlotte, irmã de Francesca Blackwell, filha de Apolo, curandeira de Asclépio, amante de unicórnios talvez. No outro, era uma prisioneira que sofria com memorias apagadas que não era capaz de ajudar ninguém.

Presa, encurralada e trancada em um lugar desconhecido...

Sem esperança...

Sem...


— Não temos muito tempo... — A voz fraca e conhecida me fez erguer a cabeça.

Limpei as lagrimas com a manga da camisa e deixei meus olhos encontrarem o corpo frágil da menina que outrora estava adormecida. Em seguida deixei meu olhar vagar mais para cima e encontrar os dela, encontrando um par de orbes de um tom único que me faziam lembrar as chamas da lareira, mas algo mais, algo quase familiar.

— Quem é você? — Perguntei baixinho.

— Héstia — Ela respondeu. — Mas não temos tempo para isso.

— Héstia, aquela Héstia? — Meus olhos se arregalaram diante da informação, e só faltaram saltar do meu rosto assim que ela confirmou com a cabeça. Eu estava diante de uma deusa! E não qualquer deusa, aquela era a senhora de Frannie!.

Minha mente deu um giro enorme e me fez sentir um pouco tonta, mas Héstia não parecia estar a par dessa situação.

— Eu estou fraca, não sei quanto tempo tenho e...

— Porque está aqui? O que aconteceu? Porque estou aqui? — A interrompi, desandando a tagarelar exatamente como sempre fazia quando estava nervosa. A deusa me lançou um olhar repreendedor, me fazendo baixar a cabeça e fechar a boca.

— É isso que estou tentando explicar e...

— Fiquei quieta já — Interrompi de novo, fazendo a deusa suspirar baixinho, resolvei que era melhor ficar mesmo calada.

— Sua irmã foi capturada. — Ergui o olhar assim que ouvi essas palavras, tentei abrir a boca e dizer qualquer coisa, mas a deusa beliscou meus lábios de levinho e me fez ficar quieta, em resposta, pousei as mãos em meu colo e tentei relaxar. — Ela bem que avisou que você era impulsiva e falava bastante, mas não pensei que fosse de maneira desmedida — A deusa riu de maneira fraca, um riso adorável que aqueceu meu coração e me deixou completamente vermelha. Resolvi que ficaria quieta dali para frente.

— Você precisa sair daqui e ir atrás dela, essa cela foi encantada para suprimir meus poderes não retira-los completamente, mas me deixou fraca — Assenti, aquilo explicava o fato de eu estar sem poderes também, se a cela estava contendo uma deusa, o que podia fazer comigo? — As forças inimigas estão cada vez mais fortes, não sei a que ponto a guerra pode chegar — Mordi a boca para não questionar mais coisas, estava curiosa é verdade, mas me continha para não interromper as falas da deusa.

— Eu não sei como veio parar aqui, mas sei porque estou aqui, eu crio laços e uno pessoas como você e sua irmã, o amor é puro, mas também é uma força poderosa o suficiente para destruir qualquer coisa — Ela começou. — Quebre o poder que cria o laço e poderá enfraquece-lo, pessoas como você e sua irmã Charlotte, são pessoas que se sacrificam porque amam, faria qualquer coisa por ela, não faria? — Assenti de forma breve, atenta ao que ela iria me dizer.

— É por isso que estou aqui, Afrodite cria o amor, mas eu sou que mantém esses laços, seja familiar ou amoroso, completamente unido. — Fazia sentido na minha cabeça, quebrem os laços que criam união e criarão o caos necessário para impedir as pessoas de lutarem por seus ideais em uma guerra, você deixa de ter um motivo e passa a brigar com seu igual. Não importa se é seu irmão, seu amigo ou seu colega de trabalho, se o laço é danificado a consequência é desastrosa.

— Gosta de palavras, certo? — Assenti de novo, era a única coisa que eu conseguia fazer. — Sabe o que significa o amor fati? — Neguei de leve, me aproximando um pouco mais dela. — É aceitação integral da vida e do destino humano mesmo em seus aspectos mais cruéis e dolorosos, por isso está aqui, você o aceita então sofrerá com ele em diversos momentos da vida — Meu coração acelerou de leve e a imagem de Frannie se tornou em minha mente, não resisti, tive que perguntar.

— Onde ela está?

— Eu não tenho a resposta exata, mas sinto sua presença por perto, ela não está longe — A deusa me respondeu baixinho, sua voz estava ficando mais fraca e seus olhos tinham começado a pesar. — Estou me alimentando das forças dela... ela não vai durar muito tempo — Trinquei os dentes sem gostar daquela nova informação, aquilo me soava um pouco – talvez muito – injusto com ela.

— Precisamos sair daqui, agora — Foi então que o desespero tomou conta.

Me levantei de qualquer jeito e forcei as grades mais uma vez. Meus ombros se chocaram diversas vezes contra o metal enquanto eu jogava meu corpo de encontro a ele, forçando as barras a cederem de alguma maneira.

Nada.

Puxei o cadeado com força, mas ele também não cedeu, e não importava o quanto eu machucasse meus dedos e o quanto implorasse e rogasse por ajuda. Me sentia sozinha. A deusa estava fraca e meu desespero era nítido. A imagem de Frannie era o que me dava forças para continuar tentando, forçando, empurrando e me machucando.

Meu coração tinha se tornado pequeno.

A dor era tão nítida dentro de mim que eu já não sentia os impactos presentes em meu corpo, choquei meu ombro mais uma vez contra a grade e foi então que eu ouvi algo do lado de fora. Alguém gritou algo como “ei você” e a deusa reagiu.

Um brilho delicado agora pairava ao seu redor, passos ecoaram pela caverna e a deusa me estendeu alguma coisa, um objeto semelhante a uma caneta. — Escreva, rápido, escreva! — Ela parecia desesperada, não entendi o que ela quis dizer. — AGORA CHARLOTTE, ESCREVA A PRIMEIRA COISA QUE VEM NA SUA CABEÇA! — O tom de alerta mesclado a ordem clara me fez puxar o cadeado e posicionar a caneta de maneira urgente, a palavra veio sem permissão, apenas surgiu em minha mente enquanto meus dedos corriam para escrever uma única palavra.

“Abra”

Me afastei assim que o cadeado brilhou de leve e emitiu um clique, para em seguida se abrir de maneira quase que mágica. Surpresa, voltei  a olhar para a deusa, apenas para descobrir que essa tinha desmaiado mais uma vez.

Os passos da pessoa que se aproximava ficaram mais altos.

Abri a porta da cela e a escancarei antes de sair para o lado de fora, sentindo aos poucos meu corpo ser dominado por algo familiar e poderoso. O menino então se fez presente, deveria ter minha idade e era bem mais alto, mas não dei chance a ele de entender o que acontecia ou reagir.

Me abaixei e joguei de encontro ao seu corpo com força. Minhas mãos foram de encontro a sua barriga e eu usei todo meu peso para empurra-lo de encontro ao chão. Surpreso, o menino não foi capaz de reagir, enquanto eu já estava recuperada o suficiente para lhe aplicar um belo chute no estomago, para em seguida repetir o gesto com mais força e lhe chutar o rosto. Acabei apagando o desconhecido de um jeito nada amigável.

Olhei a caneta ainda fechada de forma firme em minhas mãos, então a ergui diante de meu rosto e implorei para que ela funcionasse mais uma vez. Dessa vez escrevi em minha palma a palavra “corda”, e essa magicamente se materializou a minha frente.

Ainda impressionada, puxei o objeto e amarrei o menino desacordado, então testei manipular parte de minha energia, e sem me importar com o fato de estar enfraquecida lhe toquei a nuca e usei o CHI para poder bloquear seu uso de poderes. Ele estaria vulnerável exatamente como eu estivera no outro momento.

Sem pensar muito puxei-o pelo pé em direção a cela, torcendo para que este não acordasse antes de eu terminar com minha empreitada. Consegui - com certa dificuldade – arrasta-lo para dentro e ajudar Héstia a sair. Não foi fácil tirar a deusa de dentro da cela sem machuca-la, mas para minha sorte ela tinha quase o meu tamanho e era leve o suficiente para me permitir carrega-la por um curto período de tempo.

Recostei seu corpo sobre a parede e fechei a cela, então tranquei-a com o cadeado e deixei o garoto adormecido ali. Antes de cuidar da deusa ainda fiz questão de checar o perímetro, afinal, minha arma era uma caneta e eu ainda estava protegendo alguém.

Nada e nem ninguém presente.

Respirei aliviada e toquei com a ponta dos dedos a testa de Héstia, então fechei os olhos e concentrei boa parte da minha energia nela, restaurando suas células e seu calor pouco a pouco, até fazê-la recuperar a consciência. Eu não podia ajudar muito, ela era uma criatura divina e eu uma reles mortal que teve a honra de permanecer alguns poucos minutos diante de sua presença.

— Está melhor? Me ajudar agora? — Perguntei de maneira urgente.

— Não tenho energia suficiente para isso no momento criança, mas sim, posso ajuda-la de outra maneira — Ela respondeu baixinho.

— Eu só preciso saber onde estamos e onde está Frannie — Meus ombros caíram, eu estava com medo, percebi ali, mais do que medo... era desespero e algo mais.

— Se eu estiver certa estamos em um lugar chamado Caumasee, na Suiça — Héstia franziu a testa. — Não me surpreende eu estar tão fraca, as plantas ao redor do lago possuem uma magia especial, só terei forças suficiente para sair daqui — Ela suspirou.

— Minha irmã! Onde está minha irmã! — Meu tom saiu meio impaciente, mas não me culpem por estar completamente desesperada.

— Logo abaixo de nós, protegida e desmaiada, seu estado não é dos melhores — A deusa respondeu.

— Como eu ajudo? Como resgato ela? — Perguntei baixinho, eu sentia que algo estava faltando, alguma informação.

— Use a caneta, e mais uma coisa — Héstia se levantou e tocou um ponto acima do meu peito, me fazendo sentir algo se acalmando dentro de mim. — O que está aqui é o que vai salva-la, porque apenas aqueles com sentimentos puros o suficiente poderá salva-la do guardião que está com ela — Não entendi direito o que ela quis dizer, mas me limitei a assentir e deixa-la se afastar.

O medo se tornou um pouco mais real quando Héstia desapareceu em um clarão de luz branca.

Mordi a boca e encarei a caneta com certa esperança, então me aproximei da parede mais próxima. — Por favor me ajude, funcione, funcione só dessa vez... — Pedi baixinho, então comecei a escrever.

As palavras surgiam em minha mente como uma lista vaga, materializei uma mochila lateral, um arco e uma aljava, além de alguns remédios para cura e uma nova corda. Ao terminar, coloquei a caneta no bolso de trás do jeans, pendurei a aljava nas costas e joguei tudo dentro da mochila improvisada, a jogando por cima do outro e a deixando pendurada na altura da minha cintura. Então peguei o arco e a corda entre as mãos e corri em direção a entrada para poder espiar.

Eu estava a pelo menos cinco metros do chão, o vento ali era bastante intenso e a lua não me daria qualquer vantagem, mas a noite poderia me proteger de alguma maneira, pois impediria meu inimigo de me detectar logo de cara. Apurei o ouvido, mas fora os ruídos dos animais da floresta e das corujas na mata, nada encontrei.

Sem muita alternativa amarrei a corda em uma das pedras da caverna e fiz nós fortes, então testei puxar algumas vezes e ao constatar que estava segura, pendurei o arco de qualquer jeito e comecei a descer. A corda servia de apoio para me impedir de cair, meu equilíbrio era precário e meus pés me fizeram escorregar diversas vezes, ralei joelhos e cotovelos enquanto desvia. Cortei a palma das mãos e rasguei parte de minhas calças, mas pelo menos não emiti barulhos altos e nem escutei qualquer novo ruído.

Quando meus pés tocaram o solo com um baque surdo eu larguei a corda, limpei as mãos ensanguentadas no jeans sujo de terra e peguei o arco entre as mãos. Eu não me importava de estar machucada e dolorida, pensaria nas consequências disso mais tarde, primeiro precisava salvar a pessoa que mais me importava no mundo inteiro.

Eu precisava de Francesca.

A vida sem ela não fazia o menor sentido.

Apurei os ouvidos mais uma vez e novamente não escutei nada. Esquivei-me pela lateral das rochas e tentei lembrar das instruções de Héstia, segundo ela Frannie estava em um ponto abaixo de nós, o que indicava que aquela montanha tinha outra entrada e outra caverna. Passei a procurar por esse lugar.

Eu tentava não provocar qualquer ruído para não chamar atenção, meus passos não eram audíveis e minha respiração era falha, só uma coisa poderia me denunciar naquele momento, e confesso que tinha um pouco de medo disso. Meu coração gritava por ela, estava acelerado e fazia “tum, tum, tum” de maneira rápida e constante, tinha medo que alguém ouvisse.

A entrada da segunda caverna era um pouco para esquerda da entrada de cima, estava escondida parcialmente por entre as rochas e era muito pequena para ser percebida logo de cara. Se eu não estivesse tão empenhada em encontrar minha irmã, provavelmente jamais a teria percebido.

Ou teria... Frannie diz que vejo mundo como ninguém mais vê, e tudo porque vou um pouco além e imagino como ele deveria ser, não como é de fato.

Sorri com o pensamento e sem pensar muito me atirei para dentro do buraco, sendo sugada pela escuridão e pelo frio da noite. Pisquei algumas vezes para tentar enxergar, mas sem sucesso fiz algo que nunca fazia, ativei a tatuagem perto do meu olho e mudei a visão para algo especial e ampliado até mesmo no escuro. Eu agora via parte da estrutura a frente, via as paredes manchadas pela água e pelas pedras e via...

Frannie...

Eu via Frannie!


Meu coração se acelerou mais uma vez, dei um passo a frente e senti minhas pernas virando gelatina, me impedindo de me mover. O medo tomou conta novamente e minha garganta ficou repentinamente seca, lagrimas se acumularam em meus olhos e sombras dançaram ao meu redor.

— Ela deixou você...

— Ela te trouxe para o perigo...

— Ela nunca te quis...


As vozes surgiram em minha mente sem permissão, eram fortes e se mesclaram a acontecimentos recentes. Eu não sabia dizer se as imagens em mente eram reais ou criadas, mas do nada, recuperei minhas lembranças.

Eu tinha saído da enfermaria naquela tarde e tinha ido até Frannie, mas aí as imagens bagunçavam do nada e começávamos a brigar.

Nunca brigávamos...

Ela sai correndo em direção a floresta e eu tento segui-la, mas a perco de vista e em algum momento escuto seus gritos, depois nada. Sombras dançam ao meu redor e me puxam para escuridão novamente, dessa vez é Frannie quem surge a minha frente, tão linda quanto sempre, com a voz doce e os olhos azulados cintilando de uma energia quase...

Cruel.

Frannie não era cruel.

— Não podemos ficar juntas, foi um erro. — Ela começou a falar, meu coração desceu para a barriga e levou junto parte de mim.

— Não devíamos ter nós beijado, é pecado, somos irmãs... vamos para o inferno! — Uma risada sarcástica ecoa de seus lábios. — Ou melhor, já estamos nele — Um sorriso maior surgiu em sua face, e do nada eu já não estava mais naquela caverna.

Os campos de punição do inferno deveriam ser bonitos diante daquele cenário. Almas gritavam pedindo por ajuda enquanto eram incineradas em caldeirões gigantes, outras eram punidas com chibatadas e outras impedidas de comer. Olhei ao redor e senti o desespero de cada uma das pessoas ali castigadas.

Lagrimas se acumularam entre meus olhos enquanto minha mão subia para tapar minha boca, outro soluço me escapou dos lábios quando Frannie se aproximou mais uma vez, ela estava linda, como uma verdadeira princesa de pedra que jamais poderia ser alcançada. — Você vai ficar como eles, castigada pela eternidade por amar sua irmã... — Ela debochou.

— Você também me ama — Apelei meio suplicante, a voz saindo engasgada por conta da quantidade de lagrimas que se acumulavam entre meus olhos.

— Não, eu não te amo Charlotte, nunca te amei, não entende? Eu fui embora, te deixei para trás — Balancei a cabeça em negativa, as palavras da campina voltando em minha mente.

“Eu te amo, não vou mais negar os sentimentos que sinto por você, é a coisa mais pura e verdadeira que já senti...”

— Você não é ela... — A certeza me fez recuar dois passos, minha mão foi de encontro a aljava em meu ombro, que de alguma maneira não mais existia. Sem esperanças, deixei que essa escorregasse para baixo, então encostei de leve na ponta da caneta e uma ideia iluminou minha mente.

A falsa Frannie pareceu hesitar.

— Eu não te amo... — Ela tentou de novo, mas tarde demais.

Puxei a caneta e escrevi uma palavra única em minha mão, então estendi-a em direção a ela, a fazendo recuar diversas vezes.

Pontos de luz brilharam em minha palma, fazendo a criatura recuar e se transformar antes de explodir em pó dourado. Nisso, a caverna se iluminou completamente e o brilho do luar tomou conta de todo o cenário.

Olhei ao redor sem nada encontrar, o perigo tinha se extinguido e tudo que restava era...

— FRANNIE! — Gritei, correndo em direção a minha irmã que estava caída no meio da caverna e totalmente desacordada. — Acorda, por favor acorda — Puxei-a para meu colo com cuidado e levei minha mãos ao seu pulso, testando seu batimento fraco. Mordi a boca e me concentrei, então transferi o que restava da minha energia para ela e restaurei o que podia do seu corpo. Eu não era a melhor curandeira do mundo, estava fraca e provavelmente acabaria com o que restara dos meu Chi com aquilo, ou quase, nada mais funcionaria depois que terminasse de curar Frannie.

— Não posso perder você... — Sussurrei baixinho.

— Eu te amo Frannie, por favor, por favor... — Eu sabia que implorava e pedia a todos os deuses que me atendessem naquele momento. Pedi a Apolo que me ajudasse a salvar sua filha, a Asclépio para me dar a força necessária para poder salva-la e a Héstia para fazer aquele sentimento me dominar mais uma vez.

Seus olhos se abriram.

Minha mão pendeu para o lado e o choro veio de maneira torrencial, soluços escapavam sem permissão enquanto meus ombros subiam e desciam temerosos e com medo. Naquele momento toda a adrenalina deixou o meu corpo e deu lugar aos sentimentos que tanto suprimi até ali.

— Charlie! Shii estou aqui agora — Os braços de Francesca circularam o meu corpo, minha cabeça tombou em seu ombro e mais lagrimas escaparam dos meus olhos. — Ei, vai ficar tudo bem, estou aqui...

Não sei quanto tempo permanecemos assim, mas em algum momento eu me acalmei o suficiente para perguntar.

— O que aconteceu? Como viemos parar aqui? — Minha voz era baixinha, limpei as lagrimas na minha camisa e ergui os olhos de encontro aos dela.

— Íamos fazer o piquenique na floresta quando de alguma maneira uma criatura nos abordou. Você tinha uma surpresa e me levou em direção ao punho de Zeus, acabamos caindo em uma entrada do labirinto e fomos pegas em uma armadilha, alguma criatura nos arrastou para dentro e depois não me lembro de mais nada até acordar aqui. Eu estava sozinha e o monstro começou a falar, era uma espécie de demônio Charlie, se alimentava de energia negativa, acabou me consumindo, fiquei presa em um pesadelo até você encontrar — Ela explicou, assenti de leve mesmo que ainda faltassem informações em tudo aquilo.

Héstia tinha dito algo, mas não revelara tudo, algo me dizia que a deusa ainda escondia parte das respostas... mas não era hora para questionar aquilo.

— Como derrotou ele? — Frannie me perguntou, sorri sem jeito.

— Eu escrevi — Dei de ombros, levando a mão em direção a caneta mágica, que por algum motivo, tinha desaparecido. Surpresa, olhei ao redor em busca dela.

— Acho que a perdi.

— O que? — Frannie murmurou.

— A caneta... a que salvou nós duas — Naquele momento eu ainda não sabia, que não fora a caneta, mas isso é outra história.

— Okay... — Frannie riu baixinho.  — Não vai me dizer o que escreveu? — Ela perguntou.

Sem jeito, ergui a palma da mão e mostrei a palavra a ela. Ali, sublinhada em minha pele numa letra cursiva e elegante, estava a única palavra que poderia ter me salvado naquele momento.

“Amor”.

Ativas:

Nome do poder: Cura II
Descrição: Como seu pai Apolo/Febo, o semideus consegue conjurar uma aura alaranjada fina, que pode e diminuir dores, independente de seus estados ao ser interior ou exterior, curar arranhões simples e inchaços. Durante o seu uso, plantas ao seu redor estarão mais vivas ao serem eficientes à aura. Cura doenças fracas como gripes, resfriados, alergias fracas.
Gasto de Mp: 25 de MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15% de HP e MP e analgesia, dores na região curada não irão atrapalhar.
Dano: Nenhum
Nível 34
Nome do poder: Manipulação energética III
Descrição: Além de perceber a energia vital, os curandeiros podem manipula-la e restaura-la. Suas habilidades evoluíram conforme o esperado, cortes profundos já podem ser fechados completamente, além disso, agora o curandeiro também será capaz de parar hemorragias com mais facilidade.
Gasto de Mp: 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 40% de HP e MP por uso.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.
Passivas de Apolo:

Nível 26
Nome do poder: Arqueiro IV
Descrição: Você aprendeu que um arco pode ser uma arma perfeita para seu personagem, além de aprender a atirar mais de quatro flechas ao mesmo tempo, agora também consegue atingir o alvo com mais facilidade, sua precisão com essa arma cresceu num nível em que a margem de acerto é maior do que a de erro. Além disso, agora consegue utilizar flechas com veneno, ou elementos mágicos, mas para isso, precisa tê-las em seu arsenal, ou combina-las com um poder ativo que possua,
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +55% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: + 30% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 30
Nome do poder: Concentração de Arqueiro III
Descrição: Arqueiros precisam se concentrar para acertarem o alvo, pois qualquer distração, podem fazer seu tiro certeiro sair pela culatra. Os filhos de Apolo têm a benção de seu pai, que faz com que eles sejam mais calmos e objetivos quando precisam realizar uma tarefa que exija concentração. Ao estarem usando o arco/bestas, essa concentração torna-se natural, fazendo do filho de Apolo/Febo um prodígio.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:+ 50% de vantagem ao realizarem uma tarefa que exija concentração. +75% de facilidade em concentrar-se ao estar usando o arco/bestas.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Saúde Perfeita
Descrição: Apolo/Febo é conhecido por ser não apenas o deus ligado a cura, mas também as pragas e doenças. Os descendentes desse deus acabam nascendo com uma resistência maior sobre a queda da saúde. Doenças comuns não os afligem com a mesma intensidade que são para os outros. Poderes que provoquem algum tipo de adoecimento, fraqueza corporal tem o seu efeito reduzido seja pela sua intensidade ou pelo seu tempo de ação.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de resistência a doenças diversas, as mais severas têm seu efeito reduzido. É extremamente raro ver uma prole desse deus resfriado ou gripado, por exemplo.
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Audição Aguçada II
Descrição: Músicos não possuem só uma capacidade técnica apurada, eles também têm um ouvido muito sensível e com os filhos de Apolo isso não seria diferente. O Semideus neste nível consegue distinguir os sons a sua volta. E com bastante concentração, poderá distinguir sons até de outra quadra. Essa concentração é tamanha que ele não poderá estar movimentando-se bruscamente – como em uma batalha ou correndo – para poder captar os estímulos sonoros tão distantes.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:+ 60% de vantagem em escutar ao seu redor, diminuindo a chance de ataques surpresas contra ele.
Dano: Nenhum


Nível 35
Nome do poder: Resistência IV
Descrição: Sua resistência ao fogo é gigante, nesse nível temperaturas mais elevadas - como um incêndio de escala grande - não afetara seu personagem, apesar de ainda poder queima-lo, porém, as chances de permanecer vivo também aumentaram significativamente.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 60% de chance ao fogo/calor.
Dano: Nenhum

Nível 39
Nome do poder: Visão Aguçada IV
Descrição: Um bom arqueiro precisa de uma visão perfeito, e os filhos de Apolo/Febo herdam de seu pai olhos perfeitos, melhores que os dos mortais comuns. Seus olhos são tão perfeitos como do melhor predador existente.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 70% de assertividade com qualquer habilidade de lançamento, disparo ou afins.
Dano: + 25 de dano ao lançar algo em algum inimigo.

Nível 41
Nome do poder: Corpo Atlético IV
Descrição: Apolo sempre foi descrito como um Deus jovem e no auge do seu vigor físico. Filhos de Apolo herdaram essa característica de seu pai, sempre são vistos praticando esportes e atividades físicas para se manterem atléticos.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:+50% de agilidade e esquiva
Dano: Nenhum
Passivas dos curandeiros:

Nível 3
Nome do poder: Resistência a venenos
Descrição: Como um semideus saudável, com o corpo purificado por asclépio, nenhum veneno terá efeito sobre seu corpo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Imunidade a venenos.
Dano: Nenhum

Nível 24
Nome do poder: Força aprimorada
Descrição: Carregar pacientes e imobilizar pacientes em estado de eclampsia e epilepsia exige força, por isso, os abençoados do deus Asclépio são mais fortes que o comum.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% Força
Dano:  Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% agilidade
Dano:  Nenhum.
Tatuagem:

Thermal Vision | Habilidade peculiar | A tatuagem representa as letras F e A entrelaçadas, escritas em grego antigo e presas dentro de uma flor de lótus na cor roxa, com pétalas delicadas em suas extremidades. |O semideus adquire olhos multicoloridos que o permitem ganhar uma visão especial, poderá identificar semideuses e criaturas invisíveis pelo calor do corpo. Ele não vê o formato do corpo ou da criatura de fato, mas sim o calor que irradia desse, que para ele, vai parecer um borrão vermelho, denunciando a localização atual do ser em questão. (Ao ativar essa habilidade, o semideus gasta 30 MP por turno que a habilidade permanecer em uso). | Lateral da canela, perto do calcanhar. | Tatuagem microscópica |Permanente.
Pedido:

Como solicitado, com a one post quero tentar conseguir a habilidade extra de Apolo: TROVADORES



Charlotte Aimée Blackwell
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Re: O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

Mensagem por Baco em Sab 6 Jan - 11:27


Charlotte A. Blackwell

Charlotte recebe 8.000 XP + 50% (Promoção de reciclagem da época) = 12.000 XP + 8.000 Dracmas + Habilidade dos Trovadores

comentários:
Parteira good vibes,

Sua missão foi incrível e muito bem desenvolvida. Reparei em alguns vários errinhos de digitação, entretanto, pelo teor emocional e bom desenvolvimento da proposta, não fui capaz de descontar pontos por isso. Admiro seu amor por sua irmã e determinação em ajudar os outros, isso ficou claro e, sem querer, a ajudou a despertar o dom das palavras. Meus parabéns pelo bom trabalho, semideusa. Espero que saiba fazer bom uso de suas novas habilidades pois agora você estará mexendo com coisa séria. Afinal,

as palavras têm poder.

Atualizado.


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Re: O prisioneiro perdido - Missão para Charlotte de Apolo

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